Power kon rendeu, o sindicato estava lá lacrando...
Se você nunca passou a vergonha do cosplay pela primeira vez, eu recomendo muito tá kkkkkk
Tinha um mascara mas tava um calor tão desgraçado que tive que tirar.
CONTEMPLEM O HYDRA BOB!!!
@filhodoelvis a problematica com o pai e as questões de desenvolvimento do Mentor tiraram pontos pra mim, mas o soldo geral que tive também foi positivo, dei nota semelhante a sua, pois é um bom e divertido filme apesar da agendinha acenando lá dentro.
@filhodoelvis Com todo respeito, o cosplay com café e boa vontade é bem abaixo, e a armadura feita oficialmente ta incrivelmente fiel a diversas aparições em diversas mídias.
Finalmente o Packverme está começando a sentir o que sentimos por tantos anos... breve Gojo com cara de pedreiro, cabelo rastafari roxo e olhos castanho escuro.
Isso é algo que está me incomodando nos jogos da Marvel. Rivals veio com um design tão único, q todos os outros me lembram mais os Avengers da Square Enix, que os heróis dos quadrinhos
Infelizmente sei que não tem como comparar, mas eu sempre acabo comparando. E isso me frustra.
Aparentemente existem os atores que podem e os que não podem ser zoados pela aparência despojada, e o parâmetro pra isso, pra surpresa de ninguém, é meramente ideológico.
Spider Noir é incrível!
Adotaram a fórmula simples de histórias de heróis que nunca dá errado.
Ainda que Ben Reilly siga negando, até o fim, o “manto” de herói, suas atitudes falam por si só. E a suposta dualidade, que põe em dúvida essa questão, funciona muito bem na trama de herói quebrado apresentada.
Nicolas Cage… o que dizer? É o Nicolas Cage! Vencedor do Oscar pela atuação única em: Despedida em Las Vegas, mas sendo muito mais lembrado por outras obras, como: A Rocha, Cidade dos Anjos, A Outra Face etc.
É um retorno em grande estilo, aos holofotes. Ele dá o tom da série e responde por grande parte da qualidade a ela atribuída. Ainda que consideremos a pecha, dada a ele, de interpretar sempre a si mesmo, no fim o que importa é que Nicolas Cage sempre funcionou muito bem nos grandes papéis que lhe foram dados .
E mantendo essa máxima, hoje, o Spider Noir tem uma cara. E, indubitavelmente, essa cara é a de Nicolas Cage.
Ainda, a série conta com excelentes diálogos, que são frequentes e marcam a evolução das cenas registrando ápices empolgantes.
São diálogos marcantes e bem escritos, colocados no momento certo e com a motivação correta.
Lamorne Morris e Karen Rodriguez, que interpretam respectivamente: Robbie Robertson e Janet Ruiz, formam juntos de Nicolas Cage (Ben Reilly) um trio implacável. Atuação muito boa dos dois coadjuvantes, que conectaram seus personagens muito bem ao de Nicolas Cage.
Destaque para Karen, que rouba a cena em diversas ocasiões. É sem dúvidas uma boa atriz.
O roteiro é muito bom, mesmo considerando que as liberdades de um universo próprio, facilitem as ideias criativas dos produtores.
E, vale lembrar que histórias de super-heróis com universos próprios ou da série What If (da Marvel), não têm tido sucesso recentemente. Apresentaram grandes problemas nas histórias, nos personagens, na execução e principalmente na jornada dos heróis. Isso , por sua vez, só dá mais méritos a produção de Spider Noir.
Claro que a série tem seus problemas (nos efeitos principalmente), mas nada que prejudique a qualidade geral da série. Um boa história bem contada e executada, mais que compensa qualquer problema técnico.
Vale ainda destacar, que as críticas sociais e políticas estão lá, mas estão da forma que sempre devem estar, como background e ambientação, sem panfletarismo, propaganda, militância ou doutrinação.
Ou seja, a história é comprometida com seu objetivo original.
Assim, Spider Noir é a grande surpresa do ano, no gênero de super-heróis.
E, de forma justa, deu ao carismático e amado nerd Nicolas Cage um presente: representar um personagem do gênero que ele mais ama: o gênero de super-heróis.
Já temos uma prévia do visual dos X-Men no novo selo do Midnight, trazendo uma Ororo quase fantasmagórico assombrando a mansão Xavier.
Intrigante e uma excelente referência, mas ainda sim meio desconexo do visual ao qual estamos habituados.
É esperar pra ver se sai algo bom daí