Central do Brasil e metrô (ainda mais) lotados depois do vendaval no Rio. E o sofrimento de saber de, depois de tanta luta pra chegar em casa, amanhã o ciclo recomeça? A classe trabalhadora mata um leão por dia.
Rio de Janeiro - Ventos com rajadas superiores a 100 km/h atingiram Angra dos Reis (RJ) e Paraty (RJ), na Costa Verde, na tarde desta quarta-feira (29). A Defesa Civil e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já haviam emitido um alerta de perigo para ventos costeiros de intensidade moderada a forte para esta data.
⚠️Segundo a Defesa Civil de Angra dos Reis, a ventania é provocada pelo encontro de duas frentes frias, uma vinda do Paraná e outra do Paraguai, com uma massa de ar quente sobre a região.
Em imagens enviadas pela rede social para a TV Rio Sul é possível ver a força do vento e o impacto causado pela ventania.
Veja mais detalhes no #g1.
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🚨 INACEITÁVEL!
Eu e a ativista @SofiaFavero_ estamos acionando o Ministério Público contra o policial militar que deu um SOCO no rosto de uma mulher com um bebê de colo em Sorocaba, interior de São Paulo.
E esse episódio chocante está bem longe de ser um caso isolado.
São Paulo, sob a gestão aterrorizante de Tarcísio de Freitas, vive uma onda sem precedentes de violência policial e de violência contra as mulheres.
Em 2026, uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 25 horas no estado, a maior parte, no interior do estado. Além disso, o primeiro trimestre deste foi o mais violento para as mulheres do estado deste o início da série histórica.
E não podemos aceitar caladas enquanto a polícia, que deveria proteger a população, aparentemente tem carta branca para elevar esses índices cotidianamente. Como se sentir segura num estado em que casos como esse são recorrentes?
O governo Tarcísio de Freitas deve esclarecimentos ao povo. E nós estamos de olho.
Rapaz, ninguém resiste ao Lula! O Flávio Bolsonaro foi pego no pulo compartilhando o vídeo do encontro entre Lula e o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung. Ele apagou, mas o print é eterno. 😁
@AsusAsu95457622@PrimeiroFront Seu otário já trabalhei muitas vezes como atendente e caixa e fazia diferente. Hoje sou formada e trabalho na minha área. Falo por experiência ao contrário de vc que não deve nem lavar uma louça em casa, estropício
A modelo argentina Ximena Pichel voltou a ser alvo da Justiça mexicana após ser acusada de descumprir as condições impostas para a suspensão do processo por discriminação racial.
O caso teve início em julho de 2025, quando ela foi filmada insultando um policial de trânsito da Cidade do México que tentava instalar um bloqueador em seu veículo por falta de pagamento do parquímetro.
Durante a abordagem, Pichel dirigiu ofensas racistas e classistas ao agente, chamando-o de “negro”, “índio”, “morto de fome” e afirmando: “Eu odeio negros como você”. As imagens repercutiram internacionalmente e lhe renderam o apelido de “Lady Racista”.
Após a denúncia, a Justiça concedeu a suspensão condicional do processo, desde que ela cumprisse uma série de medidas, como o pagamento de cerca de 97 mil pesos mexicanos em reparação, pedido público de desculpas, acompanhamento psicológico, comparecimento periódico à Justiça, proibição de deixar o país, prestação de serviço comunitário e participação em cursos de conscientização contra o racismo e outras formas de discriminação.
No entanto, a Promotoria informou que Pichel não compareceu aos cursos obrigatórios promovidos pelo Conselho para Prevenir e Eliminar a Discriminação da Cidade do México (Copred) e ainda não concluiu o serviço comunitário. Diante disso, pediu a revisão do benefício, o que pode levar à retomada do processo criminal.
Apesar do descumprimento, o juiz decidiu manter a suspensão do processo e concedeu mais dois meses para que a modelo cumpra as obrigações pendentes. Ao deixar a audiência, Pichel afirmou que faz terapia, que aprendeu com o episódio e que acreditava ter cumprido as determinações.
O caso segue em andamento e aguarda nova decisão da Justiça mexicana.
Protocolamos hoje uma notícia crime junto a Polícia Federal requerendo abertura de um inquérito para apurar a conduta do vereador recifense de extrema direita Eduardo Moura que afirmou ao vivo e expressamente ter tido acesso, na deepweb, a um vídeo de um bebê sendo abusado.