o mais impressionante nessa cena do will smith em ‘um maluco no pedaço’ é pensar que foi 100% improviso e resultou em umas das cenas mais incríveis da série
🚨 Daniela Lima: apuração quentíssima sobre quem ajudou a escolher vice de Flávio Alfredo Gaspar “não é inteligente escolher alguém que é acusado de estrupo de vulnerável” CÉU DE ALAGOAS VAI CLAREAR disse aliado de rachadinha a Arthur Lira sobre vice.
🚨 UTILIDADE PÚBLICA!
Achei uma forma de limpar colchão que parece mágica. 😱
Sai uma sujeira que a gente nem imagina e ainda fica aquele cheirinho de quarto de hotel.
O melhor de tudo é que é fácil de fazer e quase não gasta nada!
BAIXARIA COMENDO SOLTA!
O advogado bolsonarista, Jeffrey Chiquini, ficou putinho com o que escutou do Sestaro, acusou o apresentador do Iron Talks de ser infiltrado do Lula e saiu fazendo esse papelão!
A melhor parte foi o ver o Ricardo Salles (ex ministro da destruição ambiental) continuar mexendo no celular como se nada tivesse acontecendo e o olhar do Fabio Pagnozzi (advogado da foragida Carla Zambelli) sem saber o que fazia!
Enfim, uma baixaria sem fim de um desclassificado que a extrema direita do nada decidiu que era alguém, assim como milhares de outros!
ELE É SEMPRE O PIOR!
No começo da pergunta já veio a sentença:
“Você não está aqui por causa do seu currículo. Está aqui por causa de um sobrenome cujo dono está inelegível.”
Podia ter parado aí. Já tinha definido o Flávio Master e toda a campanha dele.
Mas deixaram ele responder kkk.
Gaguejou. Não respondeu nenhuma das perguntas. A única coisa que conseguiu repetir foi “eu sou filho do Bolsonaro mesmo”.
Ou seja, voltou exatamente para o ponto de partida: ele só está ali pelo sobrenome. E mesmo que ganhasse, não tem a menor ideia do que fazer.
O único momento em que ele acertou foi quando admitiu, sem perceber, que conhece muito bem o jogo de poder de Brasília. Afinal, está há anos sem fazer nada pelo povo e ainda assim mamando na máquina pública.
Enquanto os outros candidatos respondiam, o Flávio só confirmava o óbvio: é o candidato do sobrenome. Nada mais.
“você já reparou que só os medíocres são suportáveis e amados por todo mundo?”
susana vieira como branca letícia de barros mota na novela ‘por amor’ (1997)