Enquanto bandido solto comanda facç4o de dentro do presídio, o Estado brasileiro encontrou tempo e recursos para condenar pai e mãe de família a 50 dias de detenção. O crime deles? Educar os próprios filhos em casa, com dedicação, valores e excelência. Essa é a inversão de prioridades que define o Brasil de hoje: o crim1noso de verdade é tratado com privilégios, e a família trabalhadora que abre mão da própria vida pelos filhos senta no banco dos réus.
O homeschooling é regulamentado nos Estados Unidos desde os anos 60 e funciona em países como Portugal, Canadá, Japão, França e Reino Unido. Lá fora, alunos educados em casa recebem bolsas de estudo e chegam às melhores universidades do mundo. Aqui, o aparelho estatal persegue quem ousa oferecer algo melhor do que a escola que doutrina, que falha nos rankings internacionais e que entrega gerações inteiras sem domínio básico de leitura e matemática. O monopólio estatal da educação tem dono, e ele não aceita concorrência.
A liberdade de ensino é um direito natural da família, anterior ao Estado. Nenhum governo tem legitimidade para crim1nalizar pais que cumprem seu dever com zelo e amor. Vamos continuar lutando pela regulamentação do homeschooling no Brasil, porque um país que trata família como bandido e band1do como vítima precisa urgentemente reencontrar o rumo. Educar os filhos não pode ser cr1me. 🇧🇷
EDITORIAL DA BAND DESCE O SARRAFO NO STF
O editorial do Grupo Bandeirantes escancarou algo que até pouco tempo era tratado como tabu: críticas duras ao STF. É algo inédito ver veículos tradicionais falando em “escândalo”, “descaramento”, que o STF “atinge o peito da democracia” e denunciando privilégios como penduricalhos que aumentam salários enquanto o povo paga a conta.
Mas vale lembrar: até ontem, essa mesma mídia dizia que o Supremo estava “salvando a democracia”: tudo porque o alvo era Bolsonaro. Agora que Bolsonaro e seu grupo estão sendo perseguidos e presos injustamente, o leviatã avançou e começou a atingir até quem antes aplaudia. E só agora resolveram “descobrir” que tem algo muito errado acontecendo.
🚨URGENTE - Trump acaba de revelar que as pessoas que continuam tentando se tornar o novo líder do Irã estão sendo mortas antes mesmo de assumirem o poder
"Logo saberemos quem é o novo líder (…) A maioria das pessoas que tínhamos em mente já morreu!"
Como alguém tem coragem de dizer que esse homem padece por suas próprias escolhas e “estratégia”, se seus algozes são CRIMINOSOS e ASSASSINOS, @anacampagnolo?
Filha de Clezão denuncia que os remédios que elas levavam para seu pai não era entregue e que o mesmo pode ocorrer com @jairbolsonaro.
Meu precisa ir para prisão domiciliar. Não é um pedido, é a lei, é o certo a ser feito com um ser humano.
✨️😇 | Em uma favela de Belo Horizonte, moradores e traficantes estão sendo alcançados pelo Evangelho. O evangelista de rua João Basques, que faz parte do movimento cristão Parousia, compartilhou que Jesus está atraindo a população através de cultos nos lares. Recentemente, João liderou um culto em uma casa na comunidade conhecida como ‘Cabana do Pai Tomás’, em Minas Gerais. Na ocasião, muitos jovens se reuniram para louvar e ouvir a Palavra de Deus: “Esse é o som de um culto caseiro na favela”, disse João no Instagram. Em meio aos louvores, o grupo glorificou ao Senhor pelos frutos do trabalho evangelístico no local. “Jesus tem tocado esse lugar de forma profunda e real. Um culto no beco, que até os traficantes sentam para ouvir e ver o que Jesus está fazendo”, testemunhou João. Em um vídeo, o grupo aparece louvando e muitos estão sentindo a presença de Deus no local. “Enquanto muitos procuram estrutura, Jesus escolheu uma sala no coração da favela”, afirmou João. ‘O Cabana tem um Deus’ João é líder e fundador do movimento Parousia, que nasceu na favela do Cabana — o mesmo bairro onde ele cresceu. Hoje, ele dedica a vida a pregar o Evangelho a jovens, crianças, viúvas e até traficantes da comunidade. Durante anos, ele orou ao lado da família e dos amigos pedindo a Deus que levantasse mais cristãos dispostos a pregar Jesus na região. “Eu sou um missionário que não foi para a África, mas um dia saiu de casa e encontrou seu campo de missão na quebrada onde nasceu”, afirmou ele em um vídeo no Instagram. “Eu acredito muito no poder de Deus. Acredito que o Cabana não será mais lembrado por causa do tráfico de drogas, não será lembrado por causa do pó daqui. O Cabana será lembrado como um lugar que tem um Deus, e o Deus do Cabana caminha pelos becos, junto a nós”, acrescentou. Por meio de vigílias, evangelismos e cultos nas praças, o movimento busca fortalecer espiritualmente a sociedade, treinando líderes para pregar o Evangelho.
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