Glauber e Sâmia aprendendo na prática que as vezes é preciso conciliar com o centrão. E graças à intermediação do PT. Que eles sejam bem vindos à realpolitik.
Jornal da Band desmascara prefeito de Sorocaba e lembra que investigação contra ele teve início ainda na gestão Bolsonaro. Rodrigo Manga é suspeito de desviar dinheiro da saúde.
Um iphone nos EUA por U$30.000?
Uma matéria recente da Forbes analisa o impacto que a obrigatoriedade de fabricar iPhones inteiramente nos Estados Unidos teria sobre os custos e a estrutura produtiva da Apple. Especialistas citados no artigo estimam que, em um cenário extremo, o preço de um iPhone poderia saltar para valores entre US$ 30.000 e US$ 100.000. Esse aumento se daria não apenas por conta da mão de obra mais cara, mas também devido à necessidade de reconstruir toda a infraestrutura de produção dentro do país, algo que levaria tempo e exigiria enormes investimentos.
A Apple opera com uma complexa cadeia de suprimentos global, centrada principalmente na Ásia, onde décadas de experiência industrial criaram um ecossistema eficiente e altamente especializado. Transportar toda essa cadeia para os EUA seria logisticamente desafiador e economicamente insustentável. A mudança não exigiria apenas novas fábricas, mas também o desenvolvimento de fornecedores locais e o treinamento de uma força de trabalho capacitada para atuar em processos de alta tecnologia.
Um dos principais fatores que encareceriam a produção nos EUA seria o custo da mão de obra. Em países como China e Vietnã, onde a Apple terceiriza grande parte da montagem de seus produtos, os salários são muito menores do que nos EUA. Assim, o aumento dos custos operacionais inevitavelmente se refletiria nos preços ao consumidor, tornando os produtos da Apple menos competitivos no mercado global, especialmente frente a concorrentes que mantêm produção em regiões com custos mais baixos.
A matéria também observa que produzir iPhones nos EUA não significaria necessariamente uma explosão na geração de empregos. A manufatura moderna é altamente automatizada, e a maior parte dos processos não exige grandes contingentes de trabalhadores. Portanto, os benefícios econômicos diretos para o mercado de trabalho americano seriam limitados, contrariando o argumento de que a produção doméstica traria amplo retorno social.
Vasco, Bahia, Botafogo, Corinthians, Sport e Inter da Séries A. Além de Remo, Náutico e Souza. 9 times em todo o Brasil, 6 entre 20 da Série A.
Foram esses os que fizeram alguma manifestação sobre os 51 anos do golpe de 1964. Faço aqui um 🧵 com uma reflexão (cada post, uma foto)
Flávio Dino TRITURANDO Bolsonaro e seus comparsas ao vivo no julgamento do século, com toda a elegancia do mundo!!
Quem quer a prisão do Bolsonaro comenta aí: BOLSONARO NA CADEIA
AGORA VAI! Vamos zerar o imposto de renda de quem ganha até R$ 5 mil. Agora, o Congresso Nacional vai avaliar o projeto de lei para que comece a valer a partir de 2026.
📹 @ricardostuckert
A "guerra da Ucrânia" sempre foi, na verdade, a guerra entre Otan e Rússia *na* Ucrânia. E quem começou ela foi Joe Biden, tendo Zelensky como seu lugar-tenente em campo. O objetivo era derrubar Putin, fustigando com a ameaça de controlar o mar Negro (1/7).
Crianças brancas numa sala, crianças negras em outra”: Vereador Teodoro Adão denuncia um verdadeiro apartheid em escola infantil na cidade de São João Batista, Santa Catarina. Revoltante!
“A secretaria de educação alegou problema em declaração de raça nos documentos dos alunos”. O que isso tem a ver com o racismo escancarado presenciado na escola?
Certíssimo.
Mas e quanto ao capitão Tarcísio, que no dia da eleição mentiu sobre Boulos e PCC ao vivo nas Tvs e rádios cometendo crime tão grave quanto ou ainda mais em razão do cargo que ocupa? O que farão a Justiça Eleitoral de São Paulo e/ou TSE?
https://t.co/GrpKo79Ct9
O mercado chora a ‘falta de mão de obra’, mas não quer admitir o óbvio: o povo cansou de ser burro de carga. A escala 6x1 destrói a saúde, rouba o tempo de vida e paga mal. Ninguém quer adoecer para enriquecer patrão. O problema não é o trabalhador nem as novas gerações, é a exploração que ninguém aguenta mais. #fimdaescala6x1
Se você assiste e lê a mídia tradicional vc chega à conclusão que Lula 3 está esgotado, o governo é um fracasso e só um extremista moderado pode pacificar o país.
Se você assiste e lê a mídia alternativa vc chega à conclusão q a solução é o PT virar o PSOL.
Agora soma.
Crítica à economia política neoliberal de dados
Da grande depressão de 1929 à crise petroleira de 1979, o sistemas estatísticos nacionais consagraram a soberania e o êxito da gestão macroeconômica desenvolvimentista, sobretudo no Ocidente.
A partir dos anos de 1980, o cenário neoliberal viabilizou a desregulação das forças de mercado, patrocinando a marcha da economia digital dirigida pelo quase monopólio das big techs frente ao enfraquecimento da esfera pública.
Com o avanço do novo ramo econômico da indústria de inteligência artificial, a produção e distribuição consumista dos dados ancorados no campo dos algoritmos, a fronteira da governança de populações e territórios sofreu inquestionável revisão do papel dos estados nacionais.
Por isso emergiram novos termos como tecnofeudalismo, capitalismo de vigilância, colonialismo e extrativismo de dados que buscam caracterizar a realidade imposta pela crescente assimetria de poder associada ao processo de mercantilização de dados.
Por estar baseada em dados dependentes da massiva e contínua recolha de informações dos usuários, sobrevivem fundamentalmente só as maiores empresas do ramo no mundo, pois são as que coletam uma quantidade colossal de informações de usuários por meio das redes sociais.
Ao mesmo tempo, as big techs organizaram o novo modelo de negócios excludente e com lucros extraordinários por meio do tratamento e transformação das informações em produtos diversos (conteúdos customizados, serviços de inteligência de dados, publicidade e outros).
Além do conjunto das informações pessoais e institucionais serem compartilhadas pela interpenetração das redes sociais, opções de audiência e navegação na internet decorrente da política de privacidade das big techs, os países passaram a esvaziar a soberania dos seus dados nacionais.
O resultado disso tem sido o questionamento dos próprios sistemas estatísticos nacionais. Pela dominância das grandes corporações privadas no ambiente dos dados, as estatísticas oficiais enquanto ratificadoras do conhecimento e balizadores de opções de políticas públicas precisam atualmente de um novo marco legal e regulatório.
O reforço da confiança, legitimidade e credibilidade da economia de dados pela sociedade pressupõe a conversão do sistema estatístico oficial em organização pública dos dados nacionais a ser conduzida por autoridade de dados.
Uma excelente oportunidade para que o IBGE possa voltar a exercer a coordenação nacional dos dados como ocorreu entre 1936 e 1964. Nos dias de hoje, a construção do Sistema Nacional de Geociências, Estatísticas e Dados se apresenta como a melhor solução para o Brasil.
ACABOU
A UCRÂNIA 🇺🇦 VAI SER FATIADA
Após dois anos, sem presidente e com partidos de esquerda cassados, Kiev vai ter que aceitar ficar sem 20% do seu território pra Rússia e pagar meio trilhão de dólares pros EUA.
A China produz 12x mais aço do que os EUA! Tem um custo de produção que é uma fração do custo americano.
Nem com 100% de tarifa os EUA conseguiriam competir.