@Haddefinir Poxa!! Que triste! Vim procurar por #barradosnobaile já que acabei de ver que está disponível na Netflix e me deparei com essa notícia. Ela partiu muito cedo. Fiquei chateada! Eu amava assistir essa série, era tão menina, tão inocente! Enfim. Rip Shannen
@andretrig Muitos falam da "ditadura do STJ", quando na verdade vivemos sob a ditadura do Congresso, que só aprovam leis para beneficiar quem não presta.
Os filhos do Bolsa Família, em grande parte, não dependem do Bolsa Família.
Isso não é opinião.
É dado. Pesquise!!!
Porque combater a fome não produz preguiça.
Produz oportunidade, dignidade e futuro.
Ângela Maria Camilo da Paz tinha 39 anos. Cuidava sozinha das contas da família, acumulou R$ 500 mil em dívidas nas bets e chegou a vender a casa da própria mãe, analfabeta, sem contar para ninguém. Antes de desistir de tudo, deixou um recado num grupo da Blaze. A resposta foi: “se estiver tendo dificuldades financeiras, dê uma parada nos jogos.”
Essa história não é um caso isolado. Segundo o DataSenado, 22 milhões de brasileiros apostaram nos 30 dias antes da pesquisa. E o TCU mostrou algo ainda mais grave: em janeiro de 2025, beneficiários do Bolsa Família transferiram R$ 3,7 bilhões para casas de aposta em apenas um mês. O próprio TCU chamou as bets de “cassino de bolso”.
O problema é que o Brasil deixou esse mercado crescer antes de regular direito. Em países como Reino Unido, Austrália, Holanda e Espanha, há teto de aposta, restrição de propaganda, bloqueio nacional para dependentes, proibição de cartão de crédito e limites fortes ao patrocínio esportivo. Aqui, enquanto ainda discutimos o básico, adolescentes veem marcas de bet na camisa dos seus ídolos todos os domingos.
Bet não é entretenimento comum. É uma indústria de alto risco, que mexe com vício, dinheiro, esporte, saúde mental, dados e endividamento familiar. E um Congresso cercado por escândalos, lobby pesado e conflitos de interesse não vai enfrentar isso com a seriedade necessária. O Brasil precisa renovar a classe política para tratar esse tema com responsabilidade, coragem e independência. Porque hoje, para muita família, o que protege contra essa armadilha ainda é informação.
Ana Elisa detona Nikolas Ferreira por criar cortina de fumaça sobre a escala 6x1 com comentários sobre a Copa do Mundo:
“Ele está tentando ser um Galvão Bruno, um comentarista futebolístico. A turma dele e ele, estão assinando uma emenda na surdina para demorar 10 anos para acabar a escala 6x1, para fazer uma transição de 10 anos para o fim da escala 6x1”