Os mané da torcida tão achando que ficar perseguindo o Weverton até por respirar vai ajudar o que nessa temporada, meu irmão o titular do Palmeiras essa temporada é ele, o Carlos Miguel que não tem sequência a quase 1 ano, não vai assumir a meta palmeirense na parte mais importante da temporada assim, põe isso na sua cabeça, e se vc é Palmeiras de verdade apoia, pq contra nós já temos o Brasil inteiro, não precisamos de "fogo amigo também "
“Ah não sei oq Vitor Roque….”
“Sei que lá Flaco Lopez”
“Ah sei que Felipe Anderson…”
Ok.
Mas ninguém vai falar nada?
Ninguém vai falar da partida deste rapaz hoje mesmo?
O pai e o irmão do Veiga vive o que todo mundo sonha.
Ver seu irmão ser ídolo e protagonista de grande títulos, do seu time de coração.
Meu irmão jogou pouco tempo base do Palmeiras, mas era pica demais ir nos jogos, e poder torcer por um familiar e seu time ao mesmo tempo.
Abel Ferreira e a semana cheia para treinos
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“Desde que cheguei aqui, já me rotularam de tudo: retranqueiro, jogador que só joga em transição, enfim, o que vocês quiserem. Mas eu sempre disse, e digo novamente, há três ou quatro anos atrás: eu jogo de acordo com os jogadores que tenho. Diz-me os jogadores que eu tenho e eu digo-te como vou jogar.
Se vocês entenderem a profundidade dessa frase, vão compreender. Não sou eu que ensino um jogador como o Andreas a jogar; ele desenvolveu suas qualidades, e a minha função é potencializar o que cada jogador tem de melhor.
Eu não treino apenas os 11 titulares, treino os 28 jogadores do elenco, preparando todos para entrar e dar respostas dentro da filosofia do time. E ver o esforço deles reconhecido em um bom jogo, em uma vitória, na dinâmica do time, isso me deixa realizado.
Agora, mesmo com pouco tempo para preparar o próximo jogo, nossas intenções não mudam: seja onde for, contra quem for, jogaremos para ganhar. Vitórias como essa me deixam contente porque mostram que todo o trabalho, de quem joga mais ou menos, se reflete no dia da partida.”
#TodosSomosUm
Engraçado as reclamações com o Ramon Abatti Abel desde ontem.
Aqui eu lembro de ouvir piadinhas sobre ser o sistema e não lembro dele ter sido afastado.
Hoje dizem que ele é palmeirense. Curioso... �
Chegamos a um ponto delicado da história do futebol brasileiro e do que entendemos como amor.
A razão se perdeu entre aqueles que não pertencem à nossa Família.
Eles escolheram o ódio acima da lógica, a depreciação acima do respeito.
Uma guerra foi proposta e, deste lado, só existe uma cor.
Não é novidade pra ninguém que sempre fomos nós contra todos,
mas agora não há espaço para divisão entre os nossos.
O Palmeiras apaga as diferenças e exige unidade. Todos. Sem exceção.
Ninguém fica pelo caminho.
O clube que dá sentido à nossa vida, que guia nossos esforços,
que moldou nossa história e caráter.
O que somos é o reflexo do que o Palmeiras nos ensinou a ser.
Eu amo a Sociedade Esportiva Palmeiras, e você também.
Os detalhes ficam pra depois, porque em tempo de guerra, vale o amor.
O nosso. Pelos nossos.
E pra quem vive de distorcer, inflamar e espalhar ódio contra nosso sucesso,
saibam: não vão nos dividir. Estamos prontos pra defender a SEP.
Não se distraiam.
Não se deixem confundir.
Estamos unidos pelo Palmeiras.
Quem distorce nossa história, não dita nosso tom. Até o fim. Pelas taças.
🚨Ao final do jogo, quando jogadores do São Paulo foram reclamar com arbitragem, um integrante da equipe de árbitros disse a seguinte frase para um grupo de jogadores: “Vocês tomaram 3 gols no segundo tempo e a culpa é nossa?”
Já tentaram expropriar nosso estádio, fizeram a gente mudar de nome, nos rotularam de "italianinhos", nos acusaram na "era Parmalat, tentaram impedir a reforma do hoje Allianz Parque, desmereceram Paulo Nobre, acusaram a Crefisa e sempre que assumimos a liderança, acontece uma catarse de esperneio. Enquanto os cães ladram a caravana passa. Há 111 anos é assim e isso não vai mudar. Mas hoje não somos mais só "os italianinhos". Somos um povo de todas as raças e crenças que carregam um time. Vão ter que se esforçar mais #TodosSomosUm
A Sociedade Esportiva Palmeiras vê com preocupação a pressão descomunal que alguns clubes têm exercido publicamente, e também nos bastidores do futebol brasileiro, com o intuito de instaurar o caos, beneficiando-se dele para coagir entidades e indivíduos em busca de vantagens futuras e criando narrativas que tentam macular o competente trabalho realizado pela nossa instituição.
É demasiado cômodo creditar a uma decisão do árbitro – e somente a ela – uma virada épica, conquistada com o gosto do suor e três gols anotados em um intervalo de 19 minutos. Até porque também houve marcações da arbitragem desfavoráveis ao Palmeiras, como as não expulsões do meio-campista Bobadilla e do zagueiro Alan Franco, que desferiu uma cotovelada no rosto do atacante Ramón Sosa em um lance sonegado pelo VAR – e ignorado pelos hipócritas da ocasião.
Cabe salientar que, mesmo quando se sente prejudicada, a diretoria do Palmeiras raramente se manifesta em público sobre o tema arbitragem, pois respeita os fóruns de discussão adequados e, acima de tudo, não terceiriza sua responsabilidade nos momentos adversos. Essa postura, por sinal, ajuda a explicar o sucesso que temos obtido ao longo dos últimos anos: olhamos sempre para nós mesmos e trabalhamos sem buscar subterfúgios nem construir desculpas para as nossas derrotas.
O Palmeiras, como se sabe, é amplamente favorável à profissionalização dos árbitros e defende mais investimentos em tecnologia e na formação da categoria, entre outras melhorias. O nosso compromisso com o desenvolvimento do futebol brasileiro está acima de qualquer interesse individual. Por essa razão, aliás, o Palmeiras, entre os candidatos ao título da Série A, será o único clube a atuar durante a atual Data Fifa, mesmo com a equipe extremamente desfalcada em razão de atletas convocados para suas seleções.
Compreendemos que o crescimento coletivo da nossa indústria exige renúncias, espírito de colaboração e o fim do egoísmo que, lamentavelmente, ainda norteia a conduta de dirigentes que ora apelam à gritaria, ora recorrem a acusações sem provas para justificar resultados negativos. Neste sentido, esperamos que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) seja enérgico com aqueles que, de forma irresponsável, lançam suspeitas indevidas sobre pessoas e instituições.
Camiseta usada por Kaio Jorge após vitória sobre o Atlético.
Sem repercussão na mídia ou ação do STJD.
Qualquer punição ao Vitor Roque será perseguição ao Palmeiras.
A maior prova de que a criação do fair play financeiro é URGENTE no Brasil.
Veja abaixo quanto alguns clubes devem ao Cuiabá, segundo O Globo:
- Corinthians: R$ 18 milhões pela venda do volante Raniele
- Santos: R$ 16 milhões referente às parcelas atrasadas da venda do zagueiro Joaquim
- Atlético-MG: R$ 4,7 milhões pela venda do atacante Deyverson
- Grêmio: R$ 700 mil pela venda do volante Pepê ao Vitória
Enquanto isso, o Cuiabá foi rebaixado e os 4 clubes que devem ao Cuiabá continuam contratando.
É justo um negócio desse?
FAIR PLAY FINANCEIRO PRA ONTEM!