@Var_iavel@CantodoSCP@bancadadeleao Nos anos anteriores TODOS foi divulgado o numero de bilhetes disponibilizados a socios, e chegaria às gameboxes sem LS, este ano não chegaram nem disseram. Ja se percebeu para onde foram
@atvas1979@Pedro45Amaro A diferença é que o Sporting é um clube saudavel financeiramente e que vem de uma campanha europeia na qual ganhou 80M, O Porto vinha falido de duas epocas na liga europa…
@vjm1976@bancadadeleao É so veres quantos eram colocados em venda ao publico nos anos antes do Varandas, sabias garantidamente até que ano de GB conseguias comprar bilhete, depois disso era caso houvessem socios que nao compravam. Em media iam 10 mil bilhetes, desta vez nem isso foi
@bancadadeleao Como é possivel se o sporting disponibiliza todos os anos 10/11 mil bilhetes para socios? Este ano foi tudo para amigos? Acabou nos LL com gamebox, nem quem tem LL sem gamebox nao conseguiu. Isto é uma falta de transparência absurda
@sporting_tatico Ninguem percebe que o principal culpado é o Varandas por meter amadores a gerir o futebol e dep. medico? Sem banco, sem opções, ja muito longe fomos, queremos lutar por tudo sem plantel? Ja muito longe fomos e muita garra eles tiveram.
O Futebol venceu a mediocridade!
Hoje seria mais um dia normal de Abril de 1995. Com todos os condimentos a exibir como é que o porto se tornou um clube "grande" no futebol português.
Sporting foi recebido pela intimidação e pela coação dos capangas do clube da fruta que nunca esquecerá os seus pergaminhos. O bafio não os larga.
Na entrada das equipas no relvado, as bancadas fizeram questão de lembrar três heróis portistas que festejaram muitos títulos sujos de sangue e corrupção. O orgulho deles em mostrar os anos do apito dourado!
Soou o primeiro apito e a estratégia recebida foi imposta em campo e fora do relvado. 17 grandes penalidades exigidas a cada entrada dentro da área do Sporting. Pouco futebol, muita porrada e os queixinhas do costume.
O banco azul e branco saltava em mola para gritar nos ouvidos do juiz de linha que hoje era contra tudo e contra todos. O quarto árbitro fez quilómetros na tentativa de explicar 276 vezes aos combatentes da raça que isto é apenas um jogo de futebol. Até o médico portista se chateou com o seu casaco comprado na rua de loureiro e o atirou ao chão.
Enquanto a bancada verde e branca abafava um estádio emudecido, era o speaker que dava as ordens para dentro do campo como se estivesse a vender meias na feira de Espinho. Mas não fiquemos por aqui.
O porto dos anos 90 esteve bem presente aqui. Porradinha o jogo todo com um árbitro com receio de meter justiça nos amarelos. Coitado, tem família! 22 faltas para os pedreiros e 8 para quem quis jogar futebol. Três amarelos para cada lado. Mas há mais.
Paulinho Santos, Bruno Alves e Fernando Couto ainda tentaram mostrar o poder do "assassinato" futebolístico. Ainda escaparam das duas primeiras entradas para partir pernas, mas o VAR não permitiu que a terceira de Paulinho Santos escapasse. O árbitro não teve coragem de fazer mais uma vez justiça pelas próprias mãos.
Foi uma bela noite digna dos anos 90. Mas o futebol venceu. Para acabar em beleza só faltará dois ou três jornalistas levar uma ou duas sovas por fazer perguntas incómodas. Enquanto aguardamos nas bancadas que abram as portas para voltar para a sociedade, vamos levando aqui com um som ruidoso que furam os tímpanos.
Sempre que o clube mais corrupto da história do futebol perde, o futebol vencerá!