Durante a Copa do Mundo, o número de brasileiros apostando em bets TRIPLICOU, de 11% da população para quase 35%. Isso acontece porque a propaganda dessas plataformas está em todo lugar: no intervalo do jogo, na camisa do time, em eventos públicos, no reality show, nas lives de influencers, na TV aberta e nas redes sociais.
Segundo o Banco Central, as apostas online já ultrapassaram os juros bancários como principal motor de endividamento nas famílias de baixa renda. Já um levantamento do Procon-SP, mostrou que 39,7% dos apostadores ficaram endividados depois de começar a apostar.
São números assustadores de um esquema bilionário que enriquece grandes empresários, inclusive estrangeiros, às custas do adoecimento e do endividamento de uma população já vulnerável socioeconomicamente.
É por isso que apresentei o PL 3654/2026, que proíbe a propaganda comercial das bets em todo o território nacional, em publicidades online, na TV, rádio ou mídia física. E ainda inclui avisos obrigatórios sobre os malefícios em todas as interfaces das plataformas.
Precisamos frear a indústria do vício e do superendividamento, a começar pelas propagandas que floreiam e mentem sobre plataformas que estão destruindo famílias e sonhos. Basta!
Os filhos do Bolsa Família, em grande parte, não dependem do Bolsa Família.
Isso não é opinião.
É dado. Pesquise!!!
Porque combater a fome não produz preguiça.
Produz oportunidade, dignidade e futuro.