🐉 PATRASCHE — パトラッシュ
A DRAGONA NEGRA QUE ESPEROU PELO SEU MESTRE
黒竜パトラッシュ — O reencontro de uma alma que talvez tenha esperado quatrocentos anos
PARTE 1/2
“Talvez ela não tenha encontrado Subaru pela primeira vez.
Talvez tenha apenas reencontrado seu mestre.”
Patrasche é uma das personagens mais silenciosas de Re.
Ela não faz discursos.
Não explica seu passado.
Não conta o que sente.
Não consegue conversar com Subaru como um humano conversaria.
Mas existe algo que Patrasche faz melhor do que quase qualquer personagem da obra:
ela demonstra.
Quando Subaru corre, ela corre.
Quando ele cai, ela o carrega.
Quando alguém o ameaça, ela entra na frente.
Quando ele faz alguma idiotice, ela o repreende.
Quando ele desaparece, ela espera.
E quando finalmente retorna, ela continua ali.
É justamente por isso que Patrasche é muito mais do que a “montaria de Subaru”.
Ela é uma companheira.
Uma protetora.
Uma criatura com vontade própria.
E talvez uma das relações mais bonitas de toda a história de Subaru.
O mais interessante é que, quanto mais conhecemos Patrasche, mais percebemos que existe algo estranho por trás daquela Dragona negra.
Porque talvez ela não tenha simplesmente escolhido Subaru.
Talvez ela tenha reconhecido alguma coisa nele.
UMA DIANA
Patrasche é uma Dragão da Terra, pertencente à espécie Diana.
Os Dragões da Terra são criaturas utilizadas em Lugunica para transporte, carruagens e até situações de combate.
A própria natureza dos Dragões da Terra já é extraordinária.
Eles possuem a Proteção Divina da Evasão do Vento, que elimina a resistência do vento enquanto correm, permitindo velocidades impressionantes e tornando possível transportar pessoas e carruagens em alta velocidade.
Mas existem diferentes espécies de Dragões da Terra, adaptadas a diferentes ambientes.
E então existem as:
Diana.
Uma espécie rara, orgulhosa e extremamente adaptável.
Patrasche atravessa praticamente todo tipo de terreno que a história coloca diante dela.
Florestas.
Estradas.
Montanhas.
Ruínas.
Campos de batalha.
Regiões subterrâneas.
Desertos.
Dunas.
Territórios devastados pela guerra.
E ela continua funcionando.
A Diana não foi feita para apenas um ambiente.
Ela foi feita para sobreviver.
MAS UMA DIANA NÃO É UMA MONTARIA COMUM
Existe outra característica fundamental.
Orgulho.
As Diana não são conhecidas por serem criaturas fáceis de lidar.
Patrasche é extremamente inteligente, perspicaz e capaz de compreender a linguagem humana mesmo sem conseguir falar.
Isso explica por que a reação de Patrasche a Subaru é tão interessante.
Quando ele a escolhe durante os preparativos para a batalha contra a Baleia Branca, Crusch fica surpresa.
Subaru escolheu justamente uma criatura orgulhosa e difícil.
E Patrasche aceita.
Depois da campanha, Crusch permite que Subaru fique com ela.
A partir daí começa uma das relações mais curiosas da obra.
Porque Subaru não parece simplesmente ter “domado” Patrasche.
Ele conquistou sua confiança.
A PRIMEIRA VEZ QUE ELA ESCOLHE SUBARU
No começo, Subaru ainda não sabe o tamanho da criatura que acabou de escolher.
Para ele, Patrasche é uma Dragão negra adequada para a batalha.
Mas Patrasche rapidamente demonstra que não é apenas uma montaria.
Ela participa da campanha contra a Baleia Branca.
Corre junto com Subaru.
Transporta-o.
Entra no campo de batalha.
E depois continua ao lado dele durante a luta contra Sloth.
A partir daquele momento, o relacionamento muda.
Subaru não está mais apenas usando uma Dragão.
Ele ganhou uma companheira.
BALEIA BRANCA
A Baleia Branca é o primeiro grande acontecimento em que Patrasche demonstra seu valor.
A campanha exige velocidade, resistência e capacidade de movimentação.
Patrasche responde.
Ela atravessa o campo de batalha com Subaru.
Participa da perseguição.
Ajuda a manter o ritmo da operação.
E depois acompanha Subaru na luta contra Petelgeuse.
Ao final da campanha, Crusch permite que Subaru fique com Patrasche.
E aquele vínculo, que começou como uma escolha prática, passa a ser permanente.
Subaru ganhou uma Dragão.
Mas Patrasche ganhou algo muito mais importante:
um humano para proteger.
O SANTUÁRIO
No Santuário, essa relação começa a mudar de escala.
Patrasche não está mais simplesmente levando Subaru de um lugar para outro.
Ela começa a agir por iniciativa própria.
Quando Garfiel ameaça Subaru, Patrasche reage imediatamente.
Ela não espera uma ordem.
Ataca.
Garfiel consegue dominá-la e derrubá-la, mas percebe imediatamente sua determinação.
Mais tarde, Patrasche também participa da batalha final contra ele.
Mas isso ainda não é o mais impressionante.
O verdadeiro momento de Patrasche no Santuário acontece em uma linha temporal que Subaru posteriormente perde.
A PRIMEIRA VEZ QUE PATRASCHE MORRE POR SUBARU
Em uma das tentativas fracassadas do Arco 4, Garfiel entra em fúria.
Subaru está em perigo.
Patrasche tenta fugir com ele.
E, quando percebe que não conseguirá escapar, faz sua escolha.
Ela coloca Subaru em segurança.
E morre.
É uma linha temporal que deixa de existir por causa do Retorno pela Morte.
Mas, para nós, existe uma informação importante:
Patrasche já havia escolhido morrer por Subaru antes mesmo de chegarmos à Tumba.
A Tumba não é o começo de sua devoção.
É o momento em que ela leva essa devoção ainda mais longe.
O AMOR QUE NÃO PRECISA SER DITO
Patrasche não consegue dizer:
“Eu me importo com você.”
Então ela demonstra.
Não consegue dizer:
“Eu vou protegê-lo.”
Então protege.
Não consegue dizer:
“Eu não vou abandoná-lo.”
Então entra na Tumba.
É por isso que a relação entre os dois é tão bonita.
Não é obediência.
Não é simplesmente a relação entre cavaleiro e montaria.
É confiança.
É afeição.
É lealdade.
E, no sentido mais amplo da palavra:
amor.
A TUMBA
A Tumba de Echidna não é simplesmente uma construção enterrada no Santuário.
Ela está ligada aos Julgamentos, à barreira e às regras criadas em torno do legado de Echidna.
Quem não possui as condições necessárias pode sofrer uma rejeição extremamente severa.
Roswaal aprende isso da pior maneira.
Patrasche também.
E é aqui que a história dela se transforma.
ELA ENTROU PARA BUSCAR SUBARU
Subaru está dentro da Tumba.
Patrasche está do lado de fora.
Ela sabe que aquele lugar não é normal.
Mesmo assim:
entra.
Ela é ferida.
Seu corpo sofre profundamente.
E, ainda assim, continua.
Quando Subaru finalmente percebe o que aconteceu, encontra uma Patrasche gravemente ferida.
Ela entrou para buscá-lo.
E conseguiu tirá-lo dali.
A cena deixa claro que Patrasche sofreu as consequências da rejeição da Tumba, mas persistiu até conseguir levar Subaru para fora.
ROSWAAL E PATRASCHE
O paralelo com Roswaal é inevitável.
Roswaal tentou atravessar as regras da Tumba e sofreu consequências terríveis.
Patrasche também entrou.
Também sofreu.
Mas existe uma diferença fundamental.
Roswaal queria realizar seu objetivo.
Patrasche queria:
Subaru.
Ela não entrou para provar alguma coisa.
Não entrou para conquistar conhecimento.
Não entrou por poder.
Não entrou porque alguém mandou.
Ela entrou porque Subaru estava lá.
E esse talvez seja o momento que melhor define o tipo de vínculo entre os dois.
O OD E A TUMBA
E aqui precisamos separar o que sabemos daquilo que estamos investigando.
A Tumba possui regras que não parecem ser apenas físicas.
A rejeição de quem não está qualificado produz consequências corporais extremamente severas.
Patrasche entrou, foi punida e sobreviveu.
Isso não prova que a Tumba tenha reconhecido sua alma.
Não prova que ela possua um OD excepcional.
Não prova que sua existência seja espiritualmente “mais densa”.
Mas levanta uma pergunta:
O que exatamente a Tumba está rejeitando quando rejeita alguém?
E se a regra envolver mais do que simplesmente o corpo?
E se existir uma dimensão espiritual nessa rejeição?
Então a sobrevivência de Patrasche se torna uma anomalia interessante para a Grande Teoria da Alma.
Talvez seja apenas a resistência extraordinária de uma Diana.
Talvez a natureza dos Dragões permita algo que humanos não conseguem.
Ou talvez exista alguma característica espiritual de Patrasche que ainda não conhecemos.
Não é prova.
É uma pista.
PATRASCHE NÃO É APENAS FORTE
A força dela é impressionante.
Mas sua maior qualidade talvez seja a inteligência.
Patrasche observa.
Entende.
Escolhe.
E reage.
Ela consegue perceber quando Subaru está em perigo sem receber instruções detalhadas.
Consegue compreender conversas humanas.
E Otto, graças à sua própria capacidade de comunicação com animais, consegue interpretar melhor aquilo que Patrasche deseja transmitir.
Mas Subaru também aprende sua linguagem.
Um movimento.
Um olhar.
Uma batida da cauda.
Um rugido.
Ele aprende a entender.
E Patrasche aprende a entendê-lo.
PRIESTELLA
Em Priestella, Patrasche já não precisa provar nada.
Ela faz parte do grupo.
É companheira.
É transporte.
É proteção.
É presença.
E começa a criar relações próprias com os membros da equipe.
Com Otto, existe a ponte da comunicação.
Com Ram, nasce uma espécie de amizade silenciosa.
Com Subaru, existe a confiança.
E com Rem existe algo ainda mais interessante.
REM
Patrasche e Rem já haviam se encontrado antes.
A relação entre as duas começa com uma certa rivalidade silenciosa, justamente porque Patrasche é uma criatura extremamente orgulhosa e, mesmo assim, demonstra uma afeição incomum por Subaru.
Ram chega a considerar Patrasche uma das criaturas mais inteligentes do grupo e brinca que ela é boa demais para Subaru.
Mas o relacionamento entre Patrasche e Rem se torna muito mais importante no Arco 6.
A TORRE E A REM SEM MEMÓRIAS
Rem está sem suas memórias.
O mundo praticamente perdeu sua existência.
E Patrasche também não mantém as lembranças da Rem original depois que seu nome e suas memórias são devorados.
Esse detalhe é importante para nossa teoria.
Porque Patrasche não demonstra simplesmente uma memória secreta de Rem.
Ela também é afetada pela Glutonaria.
Mas, mesmo assim, quando a situação exige, ela protege a garota.
Quando Lye Batenkaitos ameaça Rem, Patrasche intervém.
Recebe ataques.
Continua protegendo.
Isso demonstra algo importante:
o vínculo dela com Subaru se estende às pessoas que Subaru considera importantes.
A TORRE DE PLEIADES
E então chega o momento em que Patrasche enfrenta algo muito maior.
A Bruxa da Inveja.
As sombras.
Subaru está em perigo.
E Patrasche faz novamente aquilo que já havia feito no Santuário:
coloca o próprio corpo entre Subaru e a morte.
Ela é alcançada pelas sombras.
Subaru acredita que ela morreu.
E, mais uma vez, a história mostra até onde vai sua lealdade.
Ela não é apenas a criatura que transporta Subaru.
Ela é uma das criaturas dispostas a morrer por ele.
AS DUNAS DE AUGRIA
Depois da Torre, Patrasche acompanha Subaru através de um dos ambientes mais extremos da história.
As Dunas de Augria.
É justamente aqui que sua espécie demonstra uma das maiores vantagens.
A Diana possui uma adaptabilidade extraordinária.
Enquanto outras espécies são mais adequadas a determinados ambientes, Patrasche consegue continuar avançando em condições muito diferentes.
E isso faz dela uma das companheiras mais importantes para Subaru.
Não importa onde a história o jogue:
Patrasche consegue acompanhá-lo.
VOLLACHIA
Vollachia transforma Patrasche novamente.
Ela já não é simplesmente a Dragão que acompanha Subaru.
Ela começa a demonstrar uma espécie de liderança natural sobre outros Dragões da Terra.
E isso acontece durante uma situação extremamente perigosa.
O DRAGÃO MORTO-VIVO
Quando os Dragões enfrentam o horror de um Dragão morto-vivo, os outros entram em pânico.
O medo começa a se espalhar.
E isso poderia provocar uma catástrofe.
Os Dragões poderiam abandonar suas posições.
As carruagens poderiam cair.
A operação poderia ser destruída pelo próprio pânico.
Então Patrasche reage.
Seu rugido corta a propagação do medo.
Ela mantém os outros Dragões sob controle.
O relato do Arco 8 destaca justamente a rapidez de sua reação e o fato de que seu comportamento impediu que o medo se espalhasse pelos demais Dragões.
A DIANA QUE OS OUTROS DRAGÕES ESCUTAM
Esse momento é importantíssimo.
Patrasche não recebeu o título de líder.
Ninguém declarou:
“Patrasche comandará os Dragões.”
Ela simplesmente fez aquilo que precisava ser feito.
E os outros responderam.
Isso revela uma característica que vai além da força física:
liderança natural.
HALIBEL
E então existe o reconhecimento de alguém que não tem nenhuma obrigação de elogiar Patrasche.
Halibel.
Ele observa o desempenho dela.
E reconhece sua qualidade.
Isso é importante porque Subaru possui uma ligação emocional com Patrasche.
Halibel não.
Seu julgamento vem de fora.
Quando alguém como ele reconhece a capacidade de Patrasche, temos uma confirmação externa de algo que a narrativa já vinha mostrando:
ela não é uma Dragão comum.
ARCO 9 — PATRASCHE DIANTE DE VOLCANICA
No Arco 9, a situação fica ainda mais absurda.
Al toma o controle de Volcanica.
Subaru e Beatrice ficam em perigo.
E Patrasche fica diante dele.
Ela não possui nenhuma chance razoável de vencer uma criatura como Volcanica.
Mas não importa.
Ela permanece.
Está disposta a enfrentar o perigo para proteger Subaru.
Essa cena resume uma das características mais importantes de Patrasche:
coragem não significa acreditar que você vai vencer.
Às vezes significa simplesmente não sair do caminho.
A PATRASCHE DA GERAÇÃO ANTERIOR
Patrasche já havia mostrado força, inteligência, resistência e uma capacidade quase instintiva de proteger aqueles que considerava importantes.
E então, no meio do caos de Vollachia, surge uma referência que muda tudo — ou que, pelo menos, deveria mudar a forma como olhamos para aquela Dragão negra.
Uma Patrasche de uma geração anterior.
De repente, aquela criatura que parecia ter surgido na história apenas para acompanhar Subaru passa a carregar uma pergunta que pode voltar quatrocentos anos no passado.
O QUE SABEMOS SOBRE A PATRASCHE ANTERIOR?
No Arco 9, Aldebaran faz referência a uma Patrasche de uma geração anterior.
A informação é extremamente curiosa.
Mas não temos uma explicação definitiva sobre a natureza dessa relação.
Ela poderia ser:
uma ancestral direta;
uma criatura da mesma linhagem;
outra Diana;
uma Patrasche anterior sem relação familiar;
uma criatura ligada ao mesmo nome;
ou algo ainda mais estranho.
Não sabemos se a Patrasche atual é descendente daquela criatura.
Não sabemos se existe algum tipo de transmissão de características.
Não sabemos se existe memória ancestral.
E não sabemos por que essa referência foi colocada justamente agora.
Mas uma coisa é certa:
existe uma Patrasche anterior.
E isso merece atenção.
VOLCANICA RECONHECE PATRASCHE
Esse é talvez o maior mistério objetivo da personagem.
Volcanica é uma criatura ligada à história de quatrocentos anos atrás.
Conheceu aquela época.
Conheceu as figuras que moldaram o mundo.
E então vê a Dragão negra.
E diz:
“Patrasche?”
A cena existe.
O reconhecimento existe.
A explicação completa não foi dada.
E Volcanica não deveria simplesmente conhecer esse nome por Subaru.
Então:
Como ele sabia?
Ele conhecia uma Patrasche anterior?
Conhecia o nome?
Conhecia a linhagem?
Conhecia aquela criatura?
Ou existe alguma conexão com a história de Flügel?
Não sabemos.
O OD NÃO É APENAS UMA “BARRA DE ENERGIA”
É fácil imaginar o OD como simplesmente uma reserva interna de energia.
Mas os acontecimentos da obra tornam essa interpretação insuficiente.
Existem personagens capazes de perceber algo sobre outra pessoa sem que ela precise necessariamente demonstrar seu poder.
E os exemplos são importantes.
REID ASTREA — QUANDO A FORÇA PODE SER PERCEBIDA
Reid é um dos exemplos mais extremos.
Na Torre de Pleiades, ele consegue perceber os indivíduos que estão presentes e avaliar sua força.
Para Reid, os habitantes da Torre são praticamente “fracotes”.
O mais interessante é que sua percepção não depende simplesmente de observar alguém usando uma técnica.
A explicação de Tappei sobre Reid envolve justamente sua capacidade de perceber o fluxo de mana/OD de um indivíduo e, através disso, compreender o nível de força que existe naquela pessoa.
Ou seja:
o indivíduo carrega informação perceptível em sua própria existência.
Reid não precisa esperar alguém liberar sua técnica máxima para descobrir que aquela pessoa é forte.
Ele percebe.
E isso é importantíssimo para nossa teoria.
Porque significa que o OD não precisa ser interpretado apenas como algo que existe dentro de alguém e que ninguém consegue perceber.
Existem seres capazes de perceber aquilo que existe dentro de outra pessoa.
REID E A PRÓPRIA PRESENÇA DOS INDIVÍDUOS
Isso fica ainda mais interessante na Torre.
Reid possui uma percepção que lhe permite saber quem está naquele espaço.
Ele sabe quem está ali.
Sabe o nível daqueles indivíduos.
E percebe quando alguém que deveria estar presente não está.
Para uma pessoa normal, isso seria impossível sem observar cada indivíduo diretamente.
Para Reid, não.
A presença das pessoas parece ser algo que ele consegue perceber através de sua própria existência.
E isso levanta uma pergunta:
Se a força de uma pessoa pode ser percebida através do OD, será que o OD também pode carregar outras informações sobre quem aquela pessoa é?
É aqui que a nossa teoria começa.
ROY ALPHARD — QUANDO A EXISTÊNCIA DE REID É DEMAIS
O caso de Roy também é interessante.
Roy é um Arcebispo do Pecado e possui uma natureza completamente diferente de um ser humano comum.
Mesmo assim, a presença de Reid não é algo que ele simplesmente consegue tratar como normal.
A existência de Reid possui uma magnitude absurda.
O problema não é apenas:
“Reid é forte porque usa uma espada.”
A força já está nele.
Antes da espada.
Antes do golpe.
Antes da demonstração.
Existe algo no próprio indivíduo que denuncia sua monstruosidade.
E novamente chegamos ao OD.
OLBART E ROSWAAL
Outro exemplo importante aparece em Vollachia.
Olbart consegue perceber que Roswaal é perigoso mesmo antes de Roswaal simplesmente começar a utilizar sua magia.
Isso é importante porque elimina uma explicação muito simples:
“Olbart descobriu que Roswaal era perigoso porque viu sua magia.”
Não.
Ele percebe o perigo antes da demonstração completa do poder.
Roswaal pode estar parado.
Pode não estar lançando uma magia.
Mas existe algo nele que denuncia:
“Esse homem é perigoso.”
É exatamente o tipo de fenômeno que torna o OD tão interessante.
A força não precisa necessariamente ser anunciada.
Ela pode ser percebida.
GARFIEL — O CHEIRO DE SUBARU
E então chegamos a Subaru.
No Santuário, Garfiel consegue perceber o cheiro de Subaru.
Isso é importante porque mostra que Subaru possui uma presença identificável mesmo quando não está fazendo absolutamente nada extraordinário.
Mas aqui precisamos fazer uma distinção.
O cheiro de Subaru e o Miasma da Bruxa não são necessariamente a mesma coisa.
Garfiel percebe o cheiro de Subaru.
Já personagens como Rem e Shima possuem capacidades diferentes para perceber o Miasma da Bruxa.
Isso demonstra uma coisa importante:
nem todo personagem percebe Subaru da mesma maneira.
E isso será fundamental para Patrasche.
O MIASMA DA BRUXA
Subaru carrega o Miasma da Bruxa.
Isso é uma das características mais importantes de sua existência dentro da história.
Criaturas e pessoas sensíveis podem reagir a ele de maneiras diferentes.
E o cheiro pode se tornar ainda mais intenso depois dos Retornos pela Morte.
Mas existe uma diferença fundamental:
o Miasma é algo que Subaru carrega.
Não necessariamente é aquilo que define quem Subaru é.
E é exatamente aqui que entra nossa teoria.
MIASMA NÃO É IDENTIDADE
Imagine Subaru como uma existência composta por várias camadas.
Uma delas é:
o Miasma da Bruxa.
Outra:
sua mana.
Outra:
seu OD.
E, na nossa teoria:
a alma/identidade que permanece por trás de tudo isso.
O Miasma pode denunciar uma ligação com a Bruxa.
Pode ser extremamente forte.
Pode ser repulsivo para determinadas criaturas.
Pode mudar de intensidade.
Mas isso não significa necessariamente que ele seja a verdadeira identidade de Subaru.
E isso nos leva a uma das maiores pistas de todas.
SHAULA
Shaula reconhece Subaru como seu mestre.
E o detalhe é extraordinário.
Ela não reconhece Subaru porque ele possui o mesmo rosto de Flügel.
Ela não reconhece Subaru porque ele chega dizendo:
“Eu sou Flügel.”
Ela reconhece seu mestre através do cheiro.
Shaula afirma que Subaru possui o mesmo cheiro que seu mestre.
O ponto importante é que ela o reconhece como alguém que corresponde à existência de Flügel, apesar de Subaru não possuir conscientemente as memórias de Flügel.
E isso cria uma das maiores anomalias da história:
Shaula olha para Subaru e vê seu mestre.
Mas Subaru não possui conscientemente as memórias de Flügel.
Então o que exatamente ela está reconhecendo?
AQUI ENTRA O OD
Nossa teoria não precisa afirmar que Shaula literalmente diz:
“Estou sentindo o OD de Flügel.”
Ela não diz isso.
O que temos é:
Subaru possui uma característica que Shaula associa a Flügel.
E temos também uma investigação muito maior sobre a possibilidade de Subaru e Flügel compartilharem uma mesma existência espiritual.
O OD entra como hipótese porque ele representa uma camada muito mais profunda do indivíduo.
Se o OD é parte fundamental da existência...
e se determinadas pessoas conseguem percebê-lo...
então surge uma possibilidade:
talvez aquilo que permanece no OD seja justamente uma das coisas que podem permitir o reconhecimento de uma pessoa.
Shaula seria o exemplo mais importante.
E AQUI PATRASCHE FICA ESTRANHA
Porque Patrasche também é uma criatura.
E não uma criatura qualquer.
Ela é uma Diana.
É extremamente inteligente.
É orgulhosa.
É capaz de interpretar situações complexas.
Percebe perigo.
Reage antes de Subaru.
E possui instintos muito desenvolvidos.
Então temos uma criatura especialmente interessante para investigar.
PATRASCHE SENTE O MIASMA?
Não sabemos.
E essa distinção precisa permanecer no dossiê.
A obra não nos dá uma fala dizendo:
“Patrasche consegue sentir o Miasma da Bruxa.”
Portanto, não devemos transformar isso em canon.
Mas existe algo que podemos observar.
Patrasche convive com Subaru.
Ela permanece ao lado dele em situações extremamente perigosas.
Subaru passa por mortes.
Retorna.
Continua.
E Patrasche continua reconhecendo aquele humano.
Não o rejeita.
Não passa a tratá-lo como inimigo.
Não abandona Subaru por causa daquilo que existe nele.
Pelo contrário.
Ela se aproxima.
ELA PODE SENTIR O CHEIRO E AINDA ASSIM ESCOLHER SUBARU
Essa é a formulação que considero mais interessante.
Talvez Patrasche sinta o cheiro.
Talvez perceba o Miasma.
Talvez saiba que existe algo estranho em Subaru.
Mas isso não significa que ela o considere um inimigo.
Porque talvez exista alguma coisa mais profunda que o cheiro.
Talvez ela perceba:
“Existe algo estranho neste humano.”
Mas também:
“Eu conheço este humano.”
E é aqui que o OD entra.
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The Authorities in Re:Zero are not simply “powers.”
They are the right to interfere with the world itself.
But what exactly are they?
A deep dive into their nature, how they work, and what may truly lie behind them.
THE AUTHORITIES OF RE:ZERO
part 2/2
Chapter 37 — The great cycle
From this perspective, the system can be pictured like this:
SOUL
↓
experience
↓
MEMORY
↓
formation
↓
PERSONALITY
↓
death / rupture / interference
↓
alteration of memory and identity
↓
possible preservation of the core
↓
SOUL
And the cycle can begin again.
That is why the question of Subaru and Flugel matters so much.
If the soul can survive profound changes in memory and personality, then a person's identity does not need to depend on the conscious continuity of their memories.
Chapter 38 — Authority as a door
Perhaps the best metaphor for the system is a door.
The Factor opens the possibility.
The Authority allows one to cross.
But what happens after that door is opened depends on the individual.
Some manage to cross without losing their own identity.
Others are destroyed by the process.
Others completely transform what they received.
And some may discover applications that no one before had demonstrated.
Reilani opened a door of Gluttony that none of the siblings reproduced in exactly the same way.
That is what makes her case so important.
Chapter 39 — The theory does not end with Gluttony
Gluttony simply gives us one of the clearest examples.
The same principle can be applied to the rest of the Authorities.
If the nature of the Factor finds the individuality of the user, then each Archbishop can be studied not merely by the name of their Authority, but by the relationship between:
Factor + soul + personality + desire + compatibility.
This allows us to look at Authorities not as a list of powers, but as individual manifestations within a larger spiritual system.
Chapter 40 — What Echidna adds to this model
Echidna makes the question even more interesting.
If she spent her existence studying soul, memory, and identity, her experiments with Ryuzu, artificial spirits, and Beatrice can be seen as attempts to understand or reproduce processes that normally belong to the natural functioning of the world.
Within the theory, this brings Echidna's work closer to the same question raised by the Authorities:
what truly constitutes a person?
Body?
Memory?
Personality?
Soul?
If it were possible to separate these parts, it would also be possible to manipulate them.
And that is exactly what various phenomena in Re:Zero seem to suggest.
Chapter 41 — The special Authorities
Melancholy and Vainglory appear to possess different conditions from the seven main Authorities and are associated with specific individuals.
Once again, this suggests that the system is not completely uniform.
There exist general rules.
But there also exist exceptions, special conditions, and manifestations that seem to escape the simpler model.
For that reason, the theory should not treat every Factor as though it followed exactly the same rules.
Chapter 42 — There are not simply seven powers
The simplest way to put it is:
there are not merely seven powers.
There exist certain natures associated with the Factors.
These natures find different individuals.
And the individuals produce different manifestations.
Reilani is the clearest demonstration of this within Gluttony.
Chapter 43 — The final formula
The entire model can be summarized like this:
WITCH FACTOR
↓
NATURE / CONCEPT
↓
INDIVIDUAL
↓
soul + personality + desires + convictions + compatibility
↓
AUTHORITY
↓
experience
↓
new applications
↓
greater mastery.
Above all, however:
the individual's identity can determine how far this Authority can reach.
Chapter 44 — The price of interfering with the world
Interfering with the rules of reality should come with a price.
The work itself presents cases where the use of extreme powers is related to physical, psychological, or spiritual consequences.
That price can take many forms.
It can be the body.
It can be the mind.
It can be identity itself.
It can be a specific condition.
It can be incompatibility with the Factor.
Or it can simply be the risk of ceasing to be what one was before opening the door.
Chapter 45 — The conclusion on Authorities
Authorities should not be treated as mere superpowers.
They appear to be manifestations of a much deeper spiritual structure.
The Factor provides a nature.
The individual provides the form.
Compatibility determines how much of that nature the user can withstand.
Experience allows the development of new applications.
And throughout the process, the user's identity remains central.
Reilani demonstrates this exceptionally.
Her Gluttony cannot really be understood without first understanding Reilani herself.
Perhaps that is what the story has been showing us all along:
power does not exist completely separate from the one who possesses it.
Chapter 46 — The true meaning of Gluttony
Gluttony is not simply hunger.
It is not simply consuming.
And it is not simply erasing memories.
It appears to represent a much deeper relationship with what a person possesses, experiences, desires, or considers necessary to fill some absence.
Reilani transforms that absence into a need to be understood and lamented.
The siblings manifest other faces of that same Sin.
The underlying nature remains.
The expression changes.
That is what makes Gluttony so useful for understanding the wider system of Authorities.
Chapter 47 — And this changes the Theory of Souls
If an Authority can alter memory without necessarily replacing the deepest core of a person...
If different individuals can manifest the same Factor in different ways...
If personality influences the manifestation of an Authority...
And if Shaula can suffer a gigantic alteration of her memories without completely losing what lies at the root of her existence...
That leads to a larger possibility.
Perhaps the soul is precisely the layer that remains when all others can change.
In that case:
Memory can disappear.
Personality can change.
The name can be erased.
The body can be destroyed.
But the deepest existence can continue.
And this is where the stories of Reilani, Gluttony, Shaula, Flugel, and Subaru stop looking like isolated events.
Instead, they begin to point toward the same question:
What truly makes a person continue to be themselves?
The definitive answer still belongs to the future of Re:Zero.
But the more the work reveals about the Authorities, the more difficult it becomes to treat soul, memory, and personality as if they were simply the same thing.
And perhaps this is one of the biggest clues to the mystery surrounding Subaru, Flugel, Satella, and the cycle of souls within Od Laguna.
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🚨 BLEACH FANS ARE REVIEW-BOMBING JOJO: STEEL BALL RUN AND RE:ZERO
Bleach fans are currently review-bombing top anime on MyAnimeList in an attempt to boost Bleach’s ranking.
They’re currently review-bombing JoJo, Fullmetal Alchemist, Frieren, Re:Zero, and other top-rated shows.
@autopilotgod no one is winning bro,MT is getting bullied,Rezero season 4 drop every episode,Bleach too,fucking sad.
I think when they will finish to airing,some episodes rating will raising up. But pls,all of this shit destroy every fandom reputation
How will Rezero season 4 fare this year?
It doesn't need high ratings, it doesn't need to be considered the best or greatest anime.
Rezero season 4 has achieved important things, spreading its reach and success, gaining more recognition. Many new viewers may find it enjoyable or dislike it, but the important thing is that our community has grown stronger and more robust with our favorite series.
So what if it gets criticized for exaggeration, receives low ratings, or is slandered and used by social media vultures for views and followers?
I don't care about the negativity. We've experienced an incredibly satisfying season, and that's all we need to focus on.
Once again, thank you all for accompanying me and the community. Only a few episodes left until season 4 ends. Enjoy the remaining amazing and captivating episodes! again
@JanchoRZ fandom wars ruin the fest,lol.
Both Bleach and Rezero are carrying 2026 with kino episodes,and they manage to ruin the ratings because anime fans are fucking filled with kids.
@autopilotgod okeanix dont rapresent rezero fandom and literally no one listen to him,omfg bro,stop spreading misinformation,really,no one listen to him.
Is Re:Zero overrated or underrated?
Honestly, I think it's both.
And ironically, I think the reason is the same: the way people talk about the series.
Let's start with why it's overrated.
There's no denying that a portion of the Rezero fandom has turned appreciation into absolutism. Some fans genuinely treat rezero as if it's objectively superior to virtually every other work of literature and animation.
But superior to what, exactly?
And more importantly, why do we constantly need to compare it to other series?
Loving rezero doesn't require proving that it's better than AOT, Bleach, One Piece, or any other series. You can believe rezero has incredible writing without turning every discussion into "Rezero clears your fav anime."
That doesn't strengthen your argument. It only makes the fandom look defensive.
The current ratings of Season 4 are actually a perfect example of this.
As a fan and novel reader, I genuinely believe Arc 6 is Rezero at its best. Its writing, mystery, character development and psychological depth are some of the strongest I've experienced in anime/novels.
So I completely understand the hype and the best is still yet to come.
And honestly, I think the ratings of episodes 11 and 13 are completely justified. The direction, OSTs, emotional impact, plot and voice acting were outstanding.
Episode 8 was also spectacular and contained some of the most WTF inducing and anxietyprovoking moments in the entire series. But personally, I don't think it reaches the same level as episodes 11 and 13.
However, that's not really the point.
When almost every episode receives a nearperfect rating regardless of what kind of episode it is, the rating itself starts losing meaning.
Even quieter episodes can receive extremely high scores simply because the community wants to celebrate Rezero.
And I understand the enthusiasm.
But there's a difference between loving something and treating every part of it as flawless.
So why is Rezero underrated at the same time?
Because Rezeero demands a different kind of attention from its audience.
Its psychological writing is often subtle rather than explicit. Characters rarely explain exactly what they're feeling. Important information is often hidden between the lines, through dialogue, body language, symbolism, direction and character behavior.
The first two seasons also require a considerable amount of patience because of their pacing.
So it's not difficult to find people who fail to appreciate what rezero is trying to do.
Not because the series is incomprehensible,It isn't.
But because ReZero often asks you to read between the lines.
And I think ReZero is also often a victim of anime elitism.
The cycle is simple.
Some Re:Zero fans become excessively loud about how great the series is.
Other communities see that behavior and push back.
Then Rezero gets dismissed with the same shallow arguments we've heard countless times:"Subaru is just a crybaby.""It's not that deep.""It's just dying and resetting."
And so the cycle repeats itself.
Extreme praise creates extreme backlash, which creates even more defensive praise,It's basically a game of ping pong.
And I think this is one of the biggest problems surrounding the ReZero community.
The fandom doesn't need more people constantly saying:"Rezero is the greatest anime ever made."
And it doesn't need people constantly dismissing it either.
What it needs is actual discussion.
Talk about its psychology.Its characters,Its themes,Its symbolism,Its direction,Its strengths,Its flaws.
Talk about why certain scenes work instead of simply calling them "peak."
And criticize the series without reducing it to:"Subaru is a crybaby."
Rezero doesn't need to be placed above every other story to be great.
And it doesn't deserve to be dismissed simply because its fandom can sometimes be excessive.
It just needs to be understood for what it actually is.
That's the kind of content I want to bring to this community and outsider of it. #rezero
Hi Jake, I created this account to highlight and appreciate Re:Zero through introspective and psychological analyses, discussions of the writing, and hidden meanings. I feel like a lot of people in the Re:Zero community could use more of this kind of content rather than things like the stupid IMDb ratings. I hope you can at least support the work I’m doing. Re:Zero deserves to be appreciated and given the recognition it deserves.
THE 3 STAGES OF SUBARU'S PRIDE FROM SELF-WORTH TO SELF DESTRUCTION
One of the most interesting aspects of Subaru's development throughout the first 18 episodes is how his relationship with his own worth completely changes.
At first, Subaru believes he is special. Arriving in another world, he unconsciously creates a "protagonist" identity for himself. He feels that he has to prove his worth by being useful, saving others and enduring suffering.
Even Return by Death becomes part of this mindset. Subaru slowly starts treating his deaths as sacrifices necessary to perfect the loop,thinking that if he s the one who suffering, then he must be the one who saves everyone.
His pride becomes that he have to prove that he s special.
Then the Royal Selection destroys that belief.
Subaru knows how many times he has died. He knows how much he has suffered. He knows everything he has sacrificed,while Emilia doesn't.
And that's exactly why their argument is so important.
Subaru begins to believe that everything he has done for Emilia should automatically prove his worth to her. When she doesn't recognize it the way he expects, his pride explodes.
His sacrifices become a demand for recognition.
And when that recognition doesn't come, he collapses.
The Royal Selection becomes the ultimate destruction of his pride: Subaru desperately tries to prove that he matters, only to be humiliated and rejected.
But here's the most important part is that Subaru hasn't solved his problem but he has simply reversed it.
Before he think that he is special and must prove his worth,and after,he think is worthless.
This is the third stage, culminating in Episode 18.
Subaru goes from an inflated sense of self-worth to completely devaluing himself. He can no longer see meaning in his actions, his sacrifices, or even his own existence.
And that's why Rem's conversation with him matters so much.
She doesn't simply tell him that he's a good person. She helps him understand that his worth doesn't have to come from suffering, sacrifice, or being the "hero."
Subaru's journey isn't simply:
He pass from pride to humilty.
He learn that he can have worth without being "perfect"
That's what makes Subaru's development so compelling.
He doesn't overcome his pride by simply becoming humble. He learns that his worth doesn't have to be proven.
This also shows how consistent the author's writing is, constantly reminding us that, at the end of the day, Subaru is just an ordinary boy.
His pride is portrayed as deeply human and completely consistent with his age. We see it in the way he expresses himself, uses simple words, acts on his emotions, struggles to understand what he's feeling, learns slowly, makes mistakes, falls down, and gets back up.
What makes Subaru so compelling is that his development isn't linear. He doesn't suddenly become wiser after every mistake. Sometimes he repeats them, sometimes he regresses, and sometimes he only understands what he did wrong much later.
That's what makes his growth feel so authentic. ReZero doesn't treat Subaru's flaws as obstacles that need to be removed so he can become a better protagonist. His flaws are part of the person who is learning to become better.
More than anything, Subaru is simply human.
#rezero #analysis #pride