@vinea014@ATEEZUnionBra@kqent the fact that you’re saying kpop is “inspired” by hiphop, when they steal and disrespect your culture EVERY DAY in that damn industry, and you’re telling a whole group of people how THEY should feel, when YOURE not a part of our culture, already tells me everything I have to know
Como pesquisadora de arte e cultura, que é o que sou - bem acima de ser fã, queria deixar dois pontos de REFLEXÃO:
• A latinidade estereotipada faz parte do pacote vendido pelo imperialismo estadunidense. Logo, países sob influencia de tal, vão comprar e celebrar esse viés.
@AndyAmaylua@hongjoongismos Nada nunca será profundo para aquele que tem a profundidade mental de um prato raso. Você simplesmente quer ver a vida como simples e acha que todos tem que ser assim.
eu quero ser uma pessoa gentil, mas eu n aguento. pra mim qualquer pessoa q coloca uma empresa milionária e 8 homens q nunca vão nem cuspir na boca dela acima da própria CULTURA tem q morrer GO TO THEE ELECTRIC CHAIRRRRRR
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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@vinea014@ATEEZUnionBra@kqent a black woman siding with cultural appropriation because of a big capitalist company… sigh…
kq literally made a twitter post talking about some “brazilian spirit”. grown the fuck up and stop siding with A COMPANY over your morals
a pessoa q ta c sono mas n dorme pq quer aproveitar o tempo de tela dps de um dia de mto trabalho ja morreu por dentro ta algemada em correntes invisíveis do capitalismo pqp
Aqui pros haters! vão ter que engolir clipe de travesti na quebrada cantando putaria sob a ótica do meu desejo, com super produção elevando o nível das estéticas periféricas ! Quem não entende a relevância disso eu tenho é pena. Obrigada por tanto engajarem meu trabalho kkkk 🥵💘