O Rio Grande do Sul tem dois caminhos para escolher:
De um lado, os candidatos do Lula oferecem uma visão de mundo atrasada e autoritária, que prejudica o nosso Estado. Preferem perdoar dívidas de ditaduras estrangeiras a socorrer as finanças do RS. Recorrem ao STF para governar por meio de decisões monocráticas quando perdem no Congresso. Passam pano para a censura e a perseguição política.
Do outro lado, a nossa pré-candidatura ao Senado, ao lado de Sanderson, defende a reconstrução do Rio Grande, leis duras contra a criminalidade, o respeito a quem produz e a garantia inegociável da liberdade de expressão.
O gaúcho conhece a diferença entre quem defende o cidadão e quem defende privilégios em Brasília. É hora de escolher o caminho da prosperidade, da segurança e da verdade.
A imprensa, que foi cúmplice de toda a perseguição e das covardias contra o presidente Bolsonaro, agora se cala diante de mais uma falsa acusação que caiu por terra.
Para acusar, manchetes, condenações antecipadas e espetáculo. Para reconhecer a verdade, silêncio.
Nunca foi jornalismo. Sempre foi perseguição política disfarçada de notícia.
Lindbergh Farinha usou emenda parlamentar para comprar apoio do MST no Paraná para a campanha da Gleisi Hoffmann (sua namorada) ao Senado.
E agora, Flávio Dino?
TORTURA É O QUE ESTÃO FAZENDO COM O JAIR BOLSONARO, COM OS PRESOS POLÍTICOS QUE ALGUNS JÁ MORRERAM, O
FILIPE MARTINS ETC..
O VORCARO,TEM OS POLÍTICOS DA ALTA CORTE NA MÃO!💰💰
Alexandre de Moraes não é ministro, é operador político da esquerda vestido de toga. Enquanto persegue e amordaça a direita, protege quem lhe interessa e finge que isso é Justiça. O Brasil assiste calado a um Judiciário que escolheu virar partido.
Bolsonaro numa solitária, proibido de ver filho e neto. Lula com gabinete de campanha dentro da cadeia, recebendo visita, marqueteiro e assessor. Isso não é rigor da lei, é vingança seletiva travestida de institucionalidade.
Quem manda no Brasil hoje não foi eleito por ninguém. Um homem só decide quem pode fazer política e quem fica calado. E ainda tem gente chamando isso de democracia.
O mesmo Lula que já chamou a pauta da família e dos valores de uma pauta atrasada agora tenta usar exatamente esses mesmos valores para conquistar o voto dos evangelicos.
Lula não respeita a fé como convicção. Ele trata a fé como um ativo eleitoral, algo a ser conquistado quando convém e deixado de lado quando passa a eleição
A diferença entre convicção e estratégia é simples: convicções permanecem; estratégias mudam conforme a eleição se aproxima.
A sua fé virou peça central da estratégia de marketing petista.
Não se deixem enganar.
Acabamos de visitar novamente o Filipe Martins. Hoje, o líder do PL na Câmara, deputado @DepSostenes, viu com seus próprios olhos a injustiça que Filipe e todos os presos políticos estão sofrendo nas mãos da ditadura da toga, que sequestrou o nosso Brasil.
Não vamos desistir da anistia dos patriotas. Ainda vamos vencer essa guerra e libertar nosso país das garras da corrupção e do consórcio PT/STF.