Ele sabia que podia m0rrer. E mesmo assim disse não.
Em 1991, no sertão de Pernambuco, um padre foi ass4ssin4do dentro da casa paroquial.
O motivo?
Ele se recusou a celebrar um casamento inválido.
O nome dele era Padre José Maria Prada.
Um homem procurou a Igreja para se casar. O padre investigou… e descobriu que ele já era casado sacramentalmente.
Não havia espaço pra negociação. O Catecismo é claro: o matrimônio não pode ser dissolvido, a não ser pela morte.
A resposta foi simples: não.
Mas o homem não aceitou, voltou, pressionou, ofereceu dinheiro e ameaçou.
O padre não cedeu.
Segundo relatos, ele disse que preferia m0rrer a celebrar aquele casamento.
E foi exatamente o que aconteceu.
No dia 29 de abril de 1991, o homem voltou… e atirou.
Cinco disparos.
Fim da vida de um sacerdote. Mas não da sua fidelidade.
No funeral, a camisa que ele usava — ainda com sangue — foi levada à frente do cortejo.
Como um sinal silencioso:
Ele m0rreu pelo que acreditava.
Até hoje, seu coração está guardado na Igreja de Santo Antônio, com a inscrição:
“Mártir da santidade do matrimônio.”
Essa história não ficou no passado.
Ela continua fazendo uma pergunta incômoda:
Quando a verdade custa… você permanece nela?
Padre José Maria Prada, rogai por nós. 🙏
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✍️ @shcleiton