Ser pai gay de um adolescente hétero de 16 anos é tipo jogar no modo difícil do jogo da vida… mas com DLC de sarcasmo incluso 😂
As pessoas acham que vai ser super “moderno” e fácil. Spoiler: não é.
Primeiro desafio: quando ele trouxer uma menina em casa. Eu quero ser o pai descolado, mas fico ali pensando: “caramba, será que eu tenho que não ser muito gay ou muito tipo hétero protetor agora?”
Faço aquela cara de “tô de boa” enquanto por dentro calculo a probabilidade de virar avô aos 43 kkkk
Conversar sobre garotas com ele é hilário. Eu: “filho, tem que respeitar, blá blá blá…”
Ele: “tá bom pai” (olhando o celular)
Enquanto isso eu penso: “eu saí do armário mais velho que ele com a idade que tem hoje e ainda tô dando conselho de como conquistar mulher?” Ironia nível master.
Outro ponto: ele é hétero raiz. Gosta de música, teatro e System of a Down (o cara curte metal pesado pra caramba).
Eu tento acompanhar o gosto dele… mas às vezes quero colocar Lady Gaga ou Pabllo Vittar no talo só pra testar os limites da casa 😂
O maior desafio mesmo é mostrar que ser homem não tem uma única receita.
Quero que ele saiba que pode ser forte, sensível, protetor, chorar no filme e ainda ser um cara foda — independentemente da orientação sexual.
(Às vezes ele revira os olhos pra muita coisa, mas eu sei que guarda)
No fim, ser pai é isso: navegar no caos com amor, paciência e muito humor.
Ser gay só adiciona camadas extra de sarcasmo e criatividade no manual que ninguém nos deu.
E vocês, pais e mães de adolescentes? Qual o maior desafio de vocês atualmente? Me contem aqui 👇
#PaiGay #PaternidadeReal #AdolescenteEmCasa
The Brazilian Ministry of Development and Social Assistance (MDS) used Naruto in a post to raise awareness of the programs and services that Brazilian families can access 🇧🇷
@julia_joestar Paqueta de vermelho e preto: Paquebet
Com a camisa da seleçao:Zinedine Paquedane
Se joga bem aonde eu torço pode esta envolvido com o cartel mexicano q eu vou apoiar
Orgulho de ser hipócrita.
Uma mulher trans postou um relato sobre quando jogou Guild Wars 2 pela primeira vez, antes de sua transição, aos 14 anos, e criou uma personagem feminina. Anos depois, ao revisitar o jogo, se emocionou por ter se tornado quem sempre sonhou ser.
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