@Hygge_Mee Ah, não, Hygge! Aí eu você me obriga a te chamar de egoísta! Como que tu explana uma ideia perfeita dos livros e ainda diz que faria só pra você? Falta de empatia, viu, nega?! Se um dia decidir colocar essa ideia em prática, manda o preço, eu também quero! 🥹
Não acho que o Aurélio seja simplesmente “uma coisa ruim” e justamente por isso acho que existem algumas curiosidades sobre ele que são relevantes para entender o produto de quem ele é.
Aurélio foi criado por Ciro Morgatto, o Don da família, um homem extremamente machista e elitista que enxergava os próprios filhos como propriedades. Aurélio, por ser o primogênito, foi criado desde cedo para ser seu sucessor, enquanto Clara, irmã mais nova, cresceu dentro dessa mesma lógica de controle, embora em uma posição diferente por ser mulher. Isso moldou muito da personalidade dele e da maneira como ele enxerga poder, família e, principalmente, afeto.
Apesar disso, Aurélio sempre teve um afeto por Clara. Ela era uma das poucas pessoas da família que ele realmente enxergava para além da lógica de alianças e interesses. Ele era “protetor” com ela e, de certa forma, tentou exercer sobre Clara uma influencia que também carregava muito do comportamento controlador que aprendeu com o pai.
Na juventude, Aurélio conheceu Tommaso Baldoni durante a faculdade. Os dois construíram uma amizade antes que existisse qualquer aliança entre as famílias. E foi através dessa amizade que Aurélio apresentou Tommaso à Clara durante uma visita à Positano, posteriormente, o casamento dos dois também serviu para consolidar uma aliança entre as famílias Morgatto e Baldoni, transformando uma parceria pessoal em um acordo entre duas máfias que passaram a atuar como famílias irmãs.
A história mais complicada do Aurélio, porém, é a de Pilar.
Ele se “apaixonou” por ela. Pilar era uma mulher latina e completamente diferente do modelo de esposa que Ciro teria escolhido para o filho. Ciro nunca aprovou o relacionamento e morreu antes de conseguir impedir. Então Aurélio finalmente fez aquilo que estava acostumado a não poder fazer, escolheu por si mesmo ( e descobriu que era ótimo atender os próprios caprichos). Casou-se com Pilar e teve com ela, Benito.
A questão é que o amor de Aurélio nunca foi saudável. Ele mistura conceito de amor com posse e lealdade com submissão. Pilar em determinado momento, fugiu, como contado na história, deixando Benito para trás.
Aurélio não aceitou a fuga. 👀
O mais cruel é que Benito cresceu acreditando em outra história. Aurélio contou ao próprio filho que sua mãe simplesmente havia ido embora. Então, além de tirar Pilar da vida de Benito, ele também controlou a memória que o filho teria dela.
Acho que essa é uma das coisas mais importantes sobre o Aurélio.
Então não, eu não diria que não existe nada interessante sobre ele. Pelo contrário, a parte mais interessante do Aurélio é justamente o mecanismo psicológico deturpado dele.
That’s all folks 💜
Não acho que o Aurélio seja simplesmente “uma coisa ruim” e justamente por isso acho que existem algumas curiosidades sobre ele que são relevantes para entender o produto de quem ele é.
Aurélio foi criado por Ciro Morgatto, o Don da família, um homem extremamente machista e elitista que enxergava os próprios filhos como propriedades. Aurélio, por ser o primogênito, foi criado desde cedo para ser seu sucessor, enquanto Clara, irmã mais nova, cresceu dentro dessa mesma lógica de controle, embora em uma posiç��o diferente por ser mulher. Isso moldou muito da personalidade dele e da maneira como ele enxerga poder, família e, principalmente, afeto.
Apesar disso, Aurélio sempre teve um afeto por Clara. Ela era uma das poucas pessoas da família que ele realmente enxergava para além da lógica de alianças e interesses. Ele era “protetor” com ela e, de certa forma, tentou exercer sobre Clara uma influencia que também carregava muito do comportamento controlador que aprendeu com o pai.
Na juventude, Aurélio conheceu Tommaso Baldoni durante a faculdade. Os dois construíram uma amizade antes que existisse qualquer aliança entre as famílias. E foi através dessa amizade que Aurélio apresentou Tommaso à Clara durante uma visita à Positano, posteriormente, o casamento dos dois também serviu para consolidar uma aliança entre as famílias Morgatto e Baldoni, transformando uma parceria pessoal em um acordo entre duas máfias que passaram a atuar como famílias irmãs.
A história mais complicada do Aurélio, porém, é a de Pilar.
Ele se “apaixonou” por ela. Pilar era uma mulher latina e completamente diferente do modelo de esposa que Ciro teria escolhido para o filho. Ciro nunca aprovou o relacionamento e morreu antes de conseguir impedir. Então Aurélio finalmente fez aquilo que estava acostumado a não poder fazer, escolheu por si mesmo ( e descobriu que era ótimo atender os próprios caprichos). Casou-se com Pilar e teve com ela, Benito.
A questão é que o amor de Aurélio nunca foi saudável. Ele mistura conceito de amor com posse e lealdade com submissão. Pilar em determinado momento, fugiu, como contado na história, deixando Benito para trás.
Aurélio não aceitou a fuga. 👀
O mais cruel é que Benito cresceu acreditando em outra história. Aurélio contou ao próprio filho que sua mãe simplesmente havia ido embora. Então, além de tirar Pilar da vida de Benito, ele também controlou a memória que o filho teria dela.
Acho que essa é uma das coisas mais importantes sobre o Aurélio.
Então não, eu não diria que não existe nada interessante sobre ele. Pelo contrário, a parte mais interessante do Aurélio é justamente o mecanismo psicológico deturpado dele.
That’s all folks 💜
A pessoa só podia usar do anonimato mesmo para dizer que esta autora escreveu Hidden com IA. Assim, sinceramente... é cada vergonha que eu vejo umas pessoas passando e de graça, cara. De. Graça.
Sobre o tópico: tudo que eu já fiz e ainda vou fazer no universo da escrita é sempre com cuidado no estudo, carinho, atenção e humanidade, não há como criar vínculos reais, sentimentos profundos e imersivos na escrita sem ser humano, real, ter sentimentos, causar sentimentos bons ou ruins, acertar e errar, e isso é facilmente identificável.
Não creio que qualquer pessoa que se proponha a escrever venha ao mundo pra não causar nada nos sentimentos de alguém, é esse o nosso desejo central quando escrevemos, o meu desejo central, não é ter a escrita mais perfeita ou a melhor história do mundo, mas escrever algo que faça quem tá lendo aquilo ali tirar dois segundinhos que seja pra sentir.
@oficialhmd@michellymorest O 5H significa salvação pra mim. Elas me salvaram em tantos momentos e ainda salvam, que eu não consigo expressar em palavras. Com elas, eu cresci, amadureci e sigo aprendendo e amando-as incondicionalmente.