Sr. Vicepresidente, con todo el respeto, cuando habla de "agradecer a la comunidad internacional", buena parte de la misma no está invitada, por razones dudosas. Agradezco de antemano su atención.
Un decreto presidencial del presidente petro que obligaba a las empresas a contratar personal con discapacidad fue drogado por el gobierno de abelardo paso seguido POSTOBON despide a 100 empleados con discapacidad!!!
NO CONSUMIR NADA DE POSTOBON!!! Colombia unidad!!!
Archivaldo: nunca abusé del sistema migratorio de Estados Unidos. Llegué a ese país por recomendación de exoficiales de la DEA que trabajaron con mi papá durante la persecución de Pablo Escobar. A diferencia de sus padres, que fueron investigados por homicidio. Saludos.
En Colombia en el periodo electoral funcionaron 500.000 bots para generalizar mentiras sobre Ivan Cepeda y sobre mi.
El socio de Carísema con intento de asesinato sobre su compa��era embarazada, dueño de dos granjas de fabrocación de mentiras con miles de bots artificiales que alquilaba sus servicios a agrupaciones de extrema derecha en latinoamérica, fueron encontrados millones de dólares su ocio Negre es asesor de Abelardo de la Espriella.
Esta es la red del tecnofascismo que tiene como fin el sojuzgamiento de sociedades para robarse sus recursos naturales
Ningún interés personal puede estar jamás por encima de los intereses del pueblo y de la Nación. Y mucho menos cuando aquello que se pretende colocar por encima de México no es el bienestar de su gente, sino la ambición desnuda del poder por el poder.
Porque el poder sin principios se vuelve arrogancia; el poder sin límites, abuso; y el poder que olvida al pueblo, termina enfrentándose a la historia.
México merece servidores públicos que entiendan que los cargos son pasajeros, pero la responsabilidad ante la Nación es eterna. El Pueblo no está para alimentar ambiciones personales: está para exigir que se defienda su dignidad, su futuro y su esperanza.
Por encima de cualquier nombre, de cualquier grupo y de cualquier interés particular, está el pueblo y la Nación.
Atacar o crime organizado onde mais dói: no bolso e nos bens das facções. Já aprovamos a Lei Antifacção. Com a PEC da Segurança Pública, vamos criar o Ministério da Segurança Pública. Teremos mais instrumentos para ajudar estados e municípios com a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penal. Punir quem tiver que punir. Chegar nas lideranças que vivem em coberturas. E devolver os territórios da periferia e das cidades para o povo.
"Nos acusan de comunistas, como si eso nos ofendiera. No nos ofende.
Nos ofenderíamos si nos llamaran nazis, neofascistas, terroristas. Pero nunca comunista o socialista. Eso no nos ofende. Muchas veces nos enorgullece" — Lula da Silva.
Telefonei, nesta manhã (21), para o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Conversamos por uma hora e vinte minutos sobre temas do relacionamento bilateral e da agenda global.
Sobre a recente imposição de novas tarifas ao Brasil em decorrência das investigações conduzidas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, enfatizei que as alegações que basearam a medida (desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos com trabalho forçado) são infundadas.
Destaquei que as tarifas afetam negativamente tanto o Brasil quanto os Estados Unidos, e afirmei que seguir na mesa de negociação é a melhor opção para os dois países. Reiterei a importância de trabalharmos juntos para que os Estados Unidos continuem sendo um dos principais parceiros comerciais do Brasil. O Presidente Trump concordou com a necessidade de preservar vínculos comerciais fortes e propôs que equipes dos dois países voltassem a se reunir o mais brevemente possível.
Reiterei o interesse brasileiro na cooperação com os Estados Unidos no combate ao crime organizado. Argumentei que grupos criminosos exercem terror cotidiano sobre as populações mais carentes, mas não se confundem com organizações terroristas. Afirmei que o Brasil tem instrumentos para enfrentar essas organizações sem precisar de classificação especial para designá-las. Informei sobre a estratégia do país de asfixiar financeiramente a criminalidade, que já resultou na apreensão de cerca de 17 bilhões de reais, e sobre os planos de transformar 138 presídios em prisões de segurança máxima.
Também comentei sobre a aprovação da Lei Antifacção, que facilita a apreensão de bens e passaportes, bem como sobre a proposta de emenda constitucional que amplia o papel do governo federal na área de segurança pública em colaboração com os Estados da federação. Mencionei o estabelecimento do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus, que reúne oficiais de todos os países amazônicos. O Presidente Trump se dispôs a reforçar a cooperação bilateral e indicou que mobilizaria funcionários de alto escalão para dar seguimento aos entendimentos nessa área.
Trocamos impressões sobre os principais conflitos globais, em especial as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Concordamos sobre a urgência de encontrar uma solução negociada para o conflito entre Rússia e Ucrânia, que já se estende por quase cinco anos. O Presidente Trump teceu considerações sobre as perspectivas de resolução do conflito com o Irã. Lamentei a inoperância do Conselho de Segurança da ONU e, a exemplo do que sugeri aos Presidentes Xi Jinping e Putin, propus a convocação de uma reunião extraordinária do órgão para encontrar saídas diplomáticas para as crises atuais. Afirmei que os grandes líderes não são aqueles que iniciam guerras, mas aqueles que põem fim aos conflitos.
The accusation that I am antisemitic is appalling and fundamentally dishonest. Criticizing the actions of the Israeli prime minister, a military technology contract, or the executives who supply it is not the same as criticizing Jewish people. This critical and necessary dialogue is then dishonestly framed as being anti-Israel. To be clear, my views come from my own political convictions and should never be interpreted as hostility toward Jewish people, for whom I have deep love and respect. Everything I know about acting, activism, and humanism has been profoundly shaped by the Jewish friends, colleagues, and loved ones who have been integral and family throughout every point of my life.
This merger has real consequences for real people, and for the entire country. Scrutinizing the Ellisons, including Oracle’s business built on data, surveillance technology and government contracts, and the serious threat to editorial freedom and the loss of a livelihood for thousands of families, is fair and necessary. The $111 billion deal would hand one family control over CNN, HBO and Warner Bros., backed in part by foreign money whose influence on editorial decisions has never been fully explained to the public.
Lawmakers on both sides of the aisle have called for serious national security review, and regulators still haven’t given the public a real answer. Until they do, the merger shouldn’t move forward. Now is the time to dive boldly into all these issues, not step back or concede.