É com grande alegria e compromisso que apresentamos o LERAM – Laboratório de Estudos Raciais e Ambientais, um espaço voltado à produção de conhecimento, à formação e ao fortalecimento das lutas dos nossos territórios. ✨✊🏾
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Mais de 130 mortos, familiares recolhendo corpos. A pergunta é: a violência no Rio de Janeiro vai diminuir depois da chacina de ontem? O tráfico de drogas foi enfraquecido? O que se viu foi uma parte expressiva da população na linha de tiro e uma cidade inteira paralisada.
O meu discurso é de quem morou 57 anos na favela e conhece a dor e o desespero dos moradores quando ocorre uma operação policial desastrosa e a maldade e a perversidade de quem não sabe governar.
A justiça climática parte do reconhecimento de que a crise do clima não afeta a todos da mesma forma. Saiba mais
https://t.co/ulnz4DObIC
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@utopianegraAP “Nossa postura tem sido cuidadosa, no sentido de não silenciar a pauta. O que nos resta é pautar as perspectivas dentro dessas discussões”, contou Paixão.
Ugo comentou também sobre a importância da arte na comunicação sobre a crise: “É pensar em como a pessoa se sente reconhecida”.
Ele conta que ilustra as reportagens do coletivo a partir da sensibilidade da pauta, ilustrando com uma estética mais leve, porém, impactante.
Para Ugo Farias, coordenador do projeto Amazônia Ativa, as mulheres são as mais afetadas pela crise climática, pois são as que passam mais tempo em casa.
Qual o papel das comunidades na cobertura da crise?
Os comunicadores Ugo Farias, Irlan Paixão e Vanessa Campos conversam com Cristiana Zahar, coordenadora para América Latina do Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ), sobre comunicação e justiça climática.
Segue o fio 🧶
Mulheres que enfrentam o medo constante de alagamentos e inundações contam como a histórica desigualdade de gênero as empurra para o risco climático.
https://t.co/1ZLuXty6kI
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🌿✨✊🏾QUILOMBO VIVO!
💡☝🏾Nossa missão? Fortalecer comunidades por meio da tecnologia social e ambiental, unindo conhecimentos tradicionais científicos para promover autonomia, justiça socioambiental e soluções sustentáveis em território amapaense.
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QUILOMBO VIVO
Apresentamos ao mundo um projeto que representa ainda mais o nosso trabalho junto ��s comunidades quilombolas de nosso Estado, mostrando a potência do Quilombo do Maruanum.
Uma realização pelo coletivo Utopia Negra e tem o apoio do iCS - Instituto Clima e Sociedade.
Como ponto de partida, contamos sua história a partir das perspectivas de duas mulheres que representam a força desse território. Nesse primeiro epis��dio, Dona Marciana Nonata e Sônia Barreto, que são figuras de extrema importância para o Quilombo.