Nossa carteira MELHORES FUNDOS tem dado 200% do CDI nos últimos 5 anos.
Análise totalmente INDEPENDENTE.
Quem tiver interesse, é só dar uma olhada:
https://t.co/8waHqi3A3E
Evolução do lucro anual (ano fiscal) da Microsoft vs P/L
Queda do P/L no começo de 2026 trouxe oportunidade.
$MSFT 4T FY26
Receita: US$ 90 bi (+18%)
Azure +43% (ano vs ano)
Copilot com +30 milhões de assentos pagos
Lucro líquido US$ 35,8 bi (+31%)
3. Buscam gerar “gatilhos” de compra ou venda pra sua base de clientes
Portanto, se você conhece a tese de crescimento da empresa, acredita na execução e vê que se ela entregar isso no longo prazo a empresa deveria valer mais do que vale hoje, essa queda acaba sendo oportunidade
#tten3
Precisaria ver qual informação foi divulgada pela empresa pra realmente fazer uma análise.
Só ficaria preocupado se fosse algo que afetasse estruturalmente a execução do plano de crescimento 2032 da empresa.
Como a revisão veio do sell-side, fico mais tranquilo.
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Você pode ver claramente nos relatórios e nas perguntas que o sell-side faz nas calls de resultados:
1. Possuem um horizonte curto. Buscam modelar na unha 1 a 2 anos de resultado.
2. Estão buscando possíveis efeitos/mudanças marginais nos resultados divulgados trimestrais.
Atualizei a tabela com as classes de ativo "Crédito Privado" e "Commodities".
Essa tabela serve de guia para um consultor explicar os racionais de alocação patrimonial ao seu cliente.
Renda fixa pós e pré têm muitas nuances: dependem da geografia, de o emissor ser soberano ou corporativo, e de haver ou não correção por índice de preços. São fatores que pesam bastante.
Alocar patrimônio é pensar em classes de ativos.
Montei um mapa das principais dimensões de cada classe:
• Liquidez
• Proteção de valor
• Potencial de valorização
• Volatilidade
• Risco
Dois pontos que valem o debate:
2) Em cripto, ainda acho difícil cravar "proteção de valor" e "potencial de valorização". Dá pra dizer que ambos são altos, mas seria mais achismo do que análise: falta histórico da classe.
+
Não mencionei também o aspecto geográfico, onde vejo índices e mercados mais favoráveis a gestão ativa, e outros mais a passiva.
Assim, acho que existe perfil para ambos, e nada impede o investidor de ter os dois.
Ambos cumprem sua função no mercado.
Uma discussão interessante que eu vi aqui foi a de comparar fundos ativos com ETFs.
Minha opinião: São comparáveis até certo ponto, mas não são 100% comparáveis.
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Já os ETFs são indexados, vão performar um determinado índice.
Para muitos que querem apenas uma exposição a equities e não ligam de ter retornos em média com o mercado, encaixam muito bem.
Na analogia anterior, seria como escolher a vida “CLT".
O otimismo do consultor com queda de juros ou o que seja, não muda o perfil de risco de cliente.
Carteira boa não é a que reflete a convicção do consultor. É a que o cliente consegue carregar no piores momentos de mercado e ser eficiente no longo prazo.
Outro erro comum que vejo em consultoria de investimentos:
O consultor monta a carteira DELE na conta do cliente.
Exemplo real: consultor otimista com Brasil olha uma carteira com 55% de pós-fixado e diz "isso está defensivo demais".
Defensivo demais... para quem?
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Se o cliente tem baixa tolerância a volatilidade, horizonte curto ou objetivos que exigem previsibilidade, 55% de pós-fixado não é excesso de defesa. É adequação.
A visão de mercado do consultor pode ajustar a margem da carteira mas nunca substituir o perfil do cliente.