E se gritar pega ladrão…
Mais um intocável enquadrado. Jaques Wagner, o líder do PT no Senado, ex-governador da Bahia, envolvido até o pescoço com o Banco Master.
Eu sempre disse que na Bahia do PT foi onde tudo começou. E dia após dia a verdade fica ainda mais clara.
Vamos seguir firmes contra todo tipo de intocável. Que a PF siga em frente.
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Hoje, Alexandre de Moraes revogou tacitamente o art. 366 do Código de Processo Penal no julgamento do Eduardo Bolsonaro.
Quantos e quantos processos já foram anulados no Brasil por falta de citação? Mas hoje, a 1ª Turma do STF, na ânsia de condenar Eduardo, desconsiderou tudo o que a doutrina e a jurisprudência consolidaram ao longo de décadas sobre o tema.
Chamar isso de tribunal de exceção é muito raso. É MUITO pior do que isso.
A 1ª Turma do STF está destruindo todas as conquistas que penalistas e processualistas lutaram tanto para implantar na legislação brasileira.
E os hipócritas do “prerrô” continuam em silêncio.
Assassinaram o direito penal e esqueceram de enterrar. O cadáver está fedendo!
Gilmar Mendes, apesar de sua ladainha contra a Lava Jato, fracassou em sua tentativa de livrar da prisão preventiva a gangue do Master. Vitória da lei e da justiça.
Gilmar Mendes acaba de votar pra soltar o Henrique e o Felipe Vorcaro.
Esses bandidos roubaram aposentados, deram golpe de bilhões e agora esperam ser salvos pelos intocáveis do STF.
É por isso que a delação do Vorcaro não vai pra frente.
Ele tá esperando ser solto pelo Gilmar e seus amigos. CHEGA de INTOCÁVEIS.
@DyegoNacymento Um cara defensor e amigo de ditaduras e de países que adotam princípios medievais, que tratam as mulheres e gays como lixo, esse cara merece o mínimo respeito? Ele é que é uma cusparada na cara do mundo civilizado!
"O Brasil parece condenado a repetir as lições que mais custaram caro.
Primeiro vieram as pedaladas fiscais.
Depois vieram a recessão, o desemprego, o fechamento de empresas, a explosão da dívida pública e a perda de confiança.
Pagamos essa conta.
Todos nós.
Agora, uma década depois, voltamos a assistir a economistas alertando para despesas escondidas fora das métricas tradicionais, expansão de subsídios, uso de fundos públicos para financiar programas governamentais e um crescimento contínuo das obrigações que serão empurradas para o futuro.
A pergunta não é econômica.
A pergunta é civilizatória.
Como uma sociedade que sofreu tanto com irresponsabilidade fiscal consegue tolerar a repetição dos mesmos erros?
Dívida pública não é um conceito abstrato.
Dívida pública é o juro do financiamento imobiliário mais caro.
É o crédito empresarial mais caro.
É o investimento que deixa de acontecer.
É o emprego que não é criado.
É o empreendedor que desiste.
É o jovem que vê seu futuro adiado.
Nenhum governo produz riqueza.
Governos apenas administram os recursos produzidos pela sociedade.
Quando a política passa a gastar mais do que a economia consegue sustentar, a conta chega. Sempre chega.
Pode demorar meses.
Pode demorar anos.
Mas chega.
A história econômica do Brasil não deixa dúvidas sobre isso.
O mais preocupante não é apenas o aumento dos gastos.
É a tentativa permanente de criar a sensação de normalidade.
De transmitir a impressão de que tudo está sob controle.
De convencer a população de que regras fiscais estão sendo respeitadas enquanto a dívida continua crescendo nos bastidores.
O resultado é conhecido.
Menos confiança.
Menos investimento.
Menos crescimento.
Menos oportunidades.
O brasileiro comum está cansado.
Cansado da polarização.
Cansado da irresponsabilidade.
Cansado dos governos que pensam na próxima eleição antes de pensar na próxima geração.
O que a maioria deseja não é revolução.
É paz.
É estabilidade.
É previsibilidade.
É poder trabalhar, investir, empreender, comprar uma casa, formar patrimônio e criar os filhos em um ambiente econômico saudável.
O próximo ciclo político precisará enfrentar uma realidade inescapável: reconstruir a credibilidade fiscal do Brasil.
Será necessário arrumar as contas públicas, recuperar a confiança dos investidores, reduzir o risco-país, atrair capital produtivo e devolver racionalidade à gestão do Estado.
Nenhum país enriquece distribuindo contas para o futuro.
Nenhuma nação prospera transformando dívida em projeto de poder.
A verdadeira política social é uma economia forte.
A verdadeira justiça social é um país que cresce.
E a verdadeira responsabilidade de um governante é entregar às próximas gerações um Brasil melhor do que recebeu.
Depois de tantas crises, a pergunta continua aberta:
Quantas vezes mais o Brasil precisará aprender a mesma lição?"
Jonas Federighi
Fachin liberou que a AGU faça a defesa de Moraes, na PESSOA FÍSICA, no caso correndo na justiça da Flórida. O pagador de impostos vai arcar com os custos! Por que não a própria esposa, melhor advogada do mundo, a julgar pelos honorários? 🤡
@gleisi A clePTocracia ficou 20 anos no poder, passando a mão na cabeça de grupos organizados andando à luz do dia com armas guerra em bolsões autônomos em relação ao Estado. Agora vêm com esse papinho furado??????
⚠️ GRAVE: Preço da cocaína dispara com a interferência estadunidense a soberania brasileira. Clima tenso tem tomado conta das bocas de fumo, e empresários do ramo projetam queda nas vendas. Governo promete agir rápido para defender a indústria brasileira.
#SanatórioGeral: Gente que mente
“Vocês tão vendo a nossa briga com esse tal de Banco Master. É a primeira vez que nós estamos perseguindo os magnatas da corrupção deste país”. (Lula, no mesmo dia em que ordenou à bancada do PT no Congresso que votasse contra a instauração da CPI do Banco Master)
https://t.co/rTGnACBaPq
lula e STF unidos pela censura
decreto presidencial regulamenta a lambança feita no marco civil da internet pelo supremo, que deveria garantir o direito fundamental à liberdade de expressão
na coluna de hoje:
https://t.co/9EJwkfBwDZ
COISAS QUE NÃO PODEMOS ESQUECER
“No segundo mandato, Lula planejou sua aposentadoria e teria recebido R$ 300 milhões da Odebrecht.”
E Palocci afirmou:
“Eu pessoalmente levei pacotes de R$ 50 mil algumas vezes ao presidente Lula.”