No app de namoro, ninguém mais fala de amor, só usam o termo “conexão”… parece mesmo que o amor acabou-se, não encontrou espaço em um mundo de sentimentos descartáveis…
Antes dela, eu tinha a autoestima bem delirante. Mas isso me ajudou a encarar muitos percalço, me sentia invencível. No termino, ela fez questão de destruir cada traço da minha persona, hoje, simplesmente não consigo parar de me julgar e cobrar.
Eu no meu corre, tentando sobreviver a minha própria mente, e no caminho esbarro com “as” boulderline, bipolaridade, TDH, etc… praticamente impossível sair ileso de tantas interações pesadas, e hoje, creio cada dia menos no amor, e mais no querer.
Sai dos apps de namoro e a meta é não voltar. Falo isso porque, quando bate a solidão, a mente acaba te fazendo voltar, acreditando que talvez lá você encontre alguém legal, mas nunca aconteceu. Infelizmente, só conheci mulheres machucadas, indecisas e problemáticas.
Com emprego fixo, salário garantido e mamatas de influencer, é fácil se gabar de ter saúde mental, quero ver no desemprego, no abandono, na adversidade, como vai ser sua atitude… e pode correr o quanto quiser, uma hora o karma te alcança…
Acordar todo dia sem ânimo porque o amor se foi e a vida perdeu todo o sentido… quase 2 anos se passaram e desde então eu só sobrevivo. Aprendi a disfarçar melhor o que passa na minha mente, mas internamente sigo destruído e me contendo para não acabar com tudo…
Influenciador, a nomenclatura já se autoexplica, mas o que temos hoje é um bando de gente sem criatividade e repleta de seguidores, dispostas a fazerem de tudo pra se manterem relevantes, inclusive, explorar pobre, exemplo da última do casal de ex BBBs.
38 anos, feliz? Longe disso, um dia todo de angústia e lágrimas, os parabéns que não chegarão, o silêncio absoluto, a solidão romantizada como escolha… nunca foi uma data de festa pra mim, mas piora há cada ano. Sem vela para apagar, sem pedido, só muita perda e nenhum ganho…