@SportingAdep06 Foram 3, podiam ter sido 6. Tens de arranjar argumentos melhores e polémicas melhores para justificares o facto de estares atrás desde o início da época. Cumprimentos!
Roubar 3x a mesma equipa forte e feio na mesma época só está ao alcance de alguém que controla os meandros do futebol português. Não há outra explicação para tanto escândalo junto. 3 jogos absolutamente decisivos. Sem essas vitórias estava fora de todas as competições nacionais.
Estatística muito engraçada dos lugares que ocuparam os 3 "grandes" na Liga Portuguesa desde 2000:
Porto
1° lugar - 12 vezes
2°- 8
3°- 6
Benfica
1°- 8
2°- 9
3°- 6
4°- 2
6°- 1
Sporting
1°- 5
2°- 7
3°- 9
4°- 4
7°- 1
O fundo do nosso poço é o terceiro lugar. É outro nível!
@Leao_Dos_Factos Resumindo: foram 3 batatas, podia ter sido 5... Só na primeira parte. Oskar, com 17 anos, brincou com o jogador da imagem. Foi lindo. 💙
Se as cores das camisolas fossem ao contrário, haveria 183 repetições, imagens de satélite, drones, infravermelhos, câmaras de calor, GPS, CCTV, GoPros, pombos correios treinados, especialistas em corte de relva, analistas, aberturas de telejornal, homilias do Rui Santos…
A Ditadura da Benfica TV e a Ética à Moda de Lisboa
A realização dos jogos na Benfica TV está ao nível do que fazem as televisões estatais dos regimes autocráticos para proteger o poder instalado.
Quando está em causa um lance que possa prejudicar o Benfica, somos brindados com repetições até à náusea, de todos os ângulos possíveis, numa autêntica dissecação televisiva do lance.
Mas quando o erro pode ser em benefício dos da casa, as repetições desaparecem como por magia.
Estas práticas estalinistas têm um propósito claro: manipular a percepção pública dos lances, controlar a narrativa da discussão mediática e, em certos casos, até influenciar o próprio VAR.
É verdade que na cabine do VAR existem acesso a todas as câmaras. Mas também é verdade que os árbitros assistem à transmissão televisiva em directo e que o número de repetições funciona inevitavelmente como um sinal de alerta sobre a importância de um lance.
No último domingo, tal como já tinha sucedido no Benfica vs Alverca (onde o primeiro golo dos encarnados parece resultar de uma falta na recuperação de bola mas onde não houve uma única repetição) a BTV voltou a expor toda a sua ditadura editorial na transmissão do Benfica vs FC Porto.
Um exemplo claro: aos 16 minutos, Prestiani entra de sola sobre Martim Fernandes, num lance que coloca em causa a integridade física do jogador e que, à luz das Leis do Jogo, pode perfeitamente enquadrar-se como falta grosseira passível de cartão vermelho.
Quantas repetições houve?
Zero.
Outros exemplos não faltam: a falta assinalada a Deniz Gül no início do 2 tempo, por pretensa mão na bola quando esta já estava em posse de Fofana, que arrancava em campo aberto, ou o alegado pisão de Dedic sobre Martim Fernandes por volta dos 55 minutos (que me pareceu, no momento, involuntário).
E poderíamos recuar ainda ao Benfica vs Alverca: no golo anulado a Pavlidis por mão na bola, a repetição que permite perceber a infração só apareceu minutos depois de o VAR ter alertado o árbitro.
A BTV controla as imagens, o que dá, quantas vezes dá, quando dá e de que ângulo dá.
É a ética desportiva e a transparência à moda de (uma certa) Lisboa.
Se me causa estupefação que os clubes portugueses aceitem isto com resignação, já quanto às instituições que regem o futebol a surpresa é nenhuma.
Trata-se do Benfica.
E em Portugal já todos percebemos que com o Benfica ninguém se mete, a não ser para lhe dar cobertura.