GILMAR MENDES DESMASCARA A REDE GLOBO
Ministro Gilmar Mendes botou o dedo na cara da Globo e expôs toda a sua hipocrisia.
Ele lembrou que durante o governo Bolsonaro havia diversas ameaças para cassar a concessão da emissora e que a Globo só não foi fechada graças ao Supremo Tribunal Federal.
Gilmar ainda criticou o papel de parte da imprensa na época da Lava Jato, afirmando que alguns jornalistas atuaram como “ghost writers” de Moro e Dallagnol.
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao Tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar, por meses, o pagamento de parcelas de sua dívida com a União.
A Nota Técnica SEI nº 1.488/2026, do Ministério da Fazenda, confirma o que os fatos já demonstravam: o mesmo agente que hoje agride o Tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal, com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais.
A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de “ativismo judicial” e a ataques à honra dos ministros. É a política do utilitarismo: o STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição — e não conforme a conveniência de ocasião.
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Ficaram sabendo que Hugo Motta enterrou o PL da Misoginia? Que líderes mulheres se quer foram ouvidas? Que Nikolas está comemorando o fim do projeto que iniciaria o combate contra a violência contra mulheres nas redes sociais?
Pois é! Lembrem-se disso na hora de votar! Uma parcela do Congresso Odeia Mulheres. E essa parcela tem nome: direita e extrema direita
Hola, Luna. Qué gusto estar de vuelta. 🌙
Aquí tienes un adelanto de lo que los astronautas de Artemis II fotografiaron durante su vuelo alrededor de la Luna.
Suponhamos que Xi Jinping ou Putin ameaçassem a Israel dizendo:
“Uma civilização inteira morrerá essa noite”.
Qual não seria a comoção dos meus irmãos evangélicos e bolsonaristas! Logo, as redes sociais seriam tomadas com frases como: “oremos por Jerusalém”, “o comunismo quer destruir o povo de Deus”…
Na verdade nos tornamos como os grupos políticos que criticamos: nossa indignação também ficou seletiva. E parece que o nosso amor cristão também.
Trump promete cometer crimes de guerra a partir de hoje -
Declaração de Trump – O presidente dos EUA promete cometer crime de guerra ao dizer ter um “plano para destruir todas as pontes do Irã à meia-noite desta terça”. O líder norte-americano acrescenta que “todas as usinas de eletricidade serão destruídas, incendiadas e explodidas para nunca mais serem usadas”. Trump finaliza dizendo que “demorará 100 anos para eles (os iranianos) reconstruírem”. No momento que fala “todas”, Trump certamente inclui as de uso estritamente civil.
Conclusão – Trump pretende, portanto, cometer crimes de guerra ao aplicar punição coletiva a todos os iranianos. Seu foco não está apenas em destruir o regime, mas em dizimar a nação iraniana, incluindo opositores ao regime. É assustador que o presidente dos EUA, a maior potência militar da história, faça essas ameaças. Pior, talvez cometa estes crimes de guerra nas próximas horas.
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Vamos lá. Sem treta. Mas, não lhes parece inusitado ou bizarro que tantos evangélicos apoiadores de Bolsonaro nao conseguiram curar seu soluço? Afinal, prometem milagres todos os dias. É o que se vê na TV. Curaram até COVID (sic); Surdos ouvem… e nada de curar soluço? Na boa!
Ao comentar a fala de Donald Trump, Míriam Leitão foi direta e precisa: trata-se de um “retrocesso de 215 anos”, com risco concreto para outros países.
Não é exagero retórico, é a lembrança de que a ordem internacional moderna se funda justamente na rejeição à lei do mais forte.
Míriam também faz uma distinção essencial, frequentemente distorcida no debate público.
Ela destaca que o governo brasileiro não defende Nicolás Maduro, mas pondera que “o que foi feito na Venezuela é uma ilegalidade” e “um desrespeito internacional”.
Criticar uma ação não é endossar um regime; é defender regras mínimas de convivência entre Estados.
Quando uma potência normaliza a violação do direito internacional, o precedente não fica restrito a um país. Espalha-se.
Hoje é a Venezuela; amanhã, qualquer nação que não se encaixe nos interesses do momento.
E é exatamente por isso que o alerta importa, não por simpatia política, mas por defesa de princípios.
Recebemos agora a notícia que eu e minha irmã Bethânia estamos com o disco do nosso show que atravessou o Brasil, caminhou lindamente pelo Brasil, concorrendo ao Grammy internacional!
Interessante eles reconhecerem o nosso trabalho em cima da música popular, principalmente em cima do repertório e das composições!
#CaetanoVeloso #MariaBethania #Grammy
Ela acreditou que estava segura ao contar o que havia vivido.
Disse ao namorado que tinha sido estuprada — um pedido de acolhimento, não de vingança.
Mas ele, tomado pelo ódio e pela impotência, reagiu da pior maneira: matou o homem apontado como agressor.
A tragédia, porém, não parou por aí.
Foi o Estado quem assumiu o papel de algoz.
A Justiça do Rio Grande do Sul determinou a prisão da mulher que dizia ter sido violentada, sem qualquer prova de que tivesse participado do crime.
Ela não segurou arma, não planejou nada, não tirou vida alguma.
Mesmo assim, foi lançada atrás das grades — por seis anos inteiros, sem julgamento.
Durante o cativeiro legal, o corpo começou a sucumbir.
Um câncer apareceu, cresceu, espalhou-se.
E o tratamento que poderia salvar sua vida nunca veio de verdade.
Entre as paredes frias da cela, ela adoeceu, definhou, esperou.
Quando, enfim, o tribunal se dignou a julgá-la, veio a palavra que deveria ter sido dita desde o início: inocente.
Mas a liberdade chegou tarde demais.
Dois meses depois, o câncer venceu.
A história dela não termina com um ponto final — termina com um grito que ecoa.
Um grito contra um sistema que se comove com manchetes, mas não com pessoas.
Um sistema que julga rápido os pobres e lentamente os erros do próprio poder.
Essa mulher foi violentada primeiro por um homem.
Depois, por todo um país.
E o que a matou não foi o câncer — foi o descaso, o preconceito e o elitismo travestido de Justiça.