https://t.co/OAkh8innYH
Another victim of the brutal and repressive regime of Iran! Help save Kameliya Nazari! Tag your minister of foreign affairs, demand diplomatic pressure! Lets not allow her voice to be silenced! @nestrangeiro_pt#saveKameliya
Podem não gostar do Cotrim, mas esqueçam isso… oiçam só as contas! Onde é que isto em algum lugar pode ser justo? Esqueçam a porra da ideologia e façam só as contas!
The key to saving the environment is not looking backward, it’s moving forward.
I realized this the first time I visited Italy twenty years ago. Everything was clean and green. The rivers sparkled. The lesson for me was obvious: the answer is not underdevelopment. The answer is progress.
When China was poor, the air was so polluted that people could barely see the blue sky. Today, blue skies have returned to their cities. Development does not only create wealth, it also provides the resources needed to restore and protect the environment.
Some environmentalists want us to preserve every aspect of our biodiversity, including the mosquitoes for example, so that researchers can fly in once every ten years from their universities (which build particle accelerators and billion-dollar laboratories with their pocket money), study our ecosystems, and count how many people died from dengue outbreaks.
They want to buy our air through carbon credits. If carbon credits were such a great deal, they would be selling them to us, not the other way around.
Cleaning every river, lake, and water source in El Salvador, and ensuring they remain clean and sparkling, would cost roughly $12 billion. Where is that money supposed to come from without economic development? Carbon credits?
The path forward for our country is the path of Japan and Singapore, not the path of the Congo.
autonomous robot driving through the field at night. no chemicals. no pesticides. just UV light killing pathogens and pests while everyone sleeps. this is @tricrobotics.
this is what chemical-free pest control looks like at scale.
O problema de muitas licenciaturas de Relações Internacionais e em Jornalismo em Portugal não é a diversidade de opiniões — é a falta dela. Quando determinadas correntes políticas dominam departamentos, conferências e salas de aula, o pensamento crítico dá lugar ao pensamento de grupo, de tribo.
O resultado? Estudantes que conhecem todas as narrativas "aceitáveis" pela tribo, mas têm dificuldade em confrontar argumentos divergentes e factuais. E quando a hostilidade a Israel se torna tão comum que resvala para o antissemitismo, a universidade falha na sua missão de promover análise rigorosa e debate livre. As RI e o Jornalismo precisam de pluralismo intelectual, rigor, não de doutrinação e discurso de ódio, xenófobo e racista.
Em Portugal temos professores de RI/Jornalismo que choram pela implosão da URSS, que são feministas mas não acreditaram nas mulheres israelitas enquanto acreditam no delírio que um cão pode violar um humano e que veneram terroristas como "resistentes".
Você sabia ?
Apenas três décadas após o Holocausto — quando o mundo fechou as portas e deixou os judeus a morrer em navios que se afundavam e em comboios selados —, o Estado de Israel resgatou 66 refugiados vietnamitas à deriva, indefesos, no Mar da China Meridional e concedeu-lhes a cidadania.
Pela primeira vez em quase 2000 anos de exílio e impotência, o povo judeu detinha soberania e optou por usá-la para salvar estranhos.
No meio do vasto oceano, um barco de madeira a afundar-se transportava 66 homens, mulheres e crianças aterrorizados, sem comida, sem água e com sinais de SOS fracos, ignorados por navios da Alemanha Oriental, Noruega, Japão e Panamá. A morte aproximava-se.
O cargueiro israelita Yuvali, a caminho de Taiwan, avistou-os. O capitão Meir Tadmor contactou Haifa por rádio para obter instruções. O primeiro-ministro Menachem Begin deu pessoalmente a sua autorização, e a tripulação judaica acolheu todas as pessoas a bordo, alimentou-as, vestiu-as e desviou a sua rota — navegando de regresso a Israel.
Quando o navio chegou, Begin — cujos pais e irmão foram assassinados no Holocausto — apresentou-se perante o Knesset e declarou com profunda emoção:
"Nós, judeus, sabemos o que é ser refugiado. Conhecemos a agonia de vaguear pelos mares enquanto o mundo desvia o olhar. Pela primeira vez em dois milénios, já não somos vagabundos impotentes. Somos uma nação soberana — e, por isso, é natural que demos a estas pessoas um refúgio na Terra de Israel."
Este primeiro grupo de 66 pessoas foi apenas o começo. Entre 1977 e 1979, o pequeno Israel — que ainda estava a acolher os seus próprios refugiados judeus provenientes de países árabes e da União Soviética — acolheu, no total, mais de 300 “boat people” vietnamitas, concedendo-lhes cidadania plena e uma nova vida.
Muitos destes vietnamitas-israelitas acabaram por construir vidas belas e plenamente integradas no Estado judeu. Os seus filhos cresceram a falar hebraico, serviram nas Forças de Defesa de Israel, constituíram família com cônjuges israelitas e prosperaram em profissões que vão desde os negócios e a polícia até à indústria da restauração — tornando-se um fio pequeno, mas vibrante, na tapeçaria da sociedade israelita.
Via @CptAllenHistory
Trump terá revelado ontem uma operação militar secreta que, sem um único ataque visível, alterou a dinâmica do conflito no Golfo Pérsico.
Segundo o próprio presidente, no mês passado ordenou às forças armadas uma missão clandestina para assegurar a passagem de petroleiros pelo Estreito de Ormuz. O resultado: mais de 100 milhões de barris de petróleo e mais de 200 navios comerciais terão atravessado o estreito sem que o Irão o detectasse. A operação terá sido conduzida de noite, com os sistemas de identificação automática desligados, o equivalente marítimo a voar sem transponder. “Eles não têm radar porque nós destruímos o radar”, afirmou Trump.
Os Estados Unidos terão recorrido a superpetroleiros com o AIS desligado, numa táctica que lembra a frota-sombra iraniana, mas invertida: em vez de contornar sanções, tratou-se de projectar discrição operacional ao serviço da escolta.
A revelação não chegou sem sinais prévios.
A CNN Business publicou a 9 de Junho que o Estreito estava a “vazar” petróleo.
Jan Stuart, da Piper Sandler, estimou 2,9 milhões de barris por dia a sair por vias não visíveis.
Bob McNally, da Rapidan Energy Group, confirmou que fluxos clandestinos podiam ter mitigado a crise de preços.
A Kpler registou operações de tankers que terão ultrapassado o bloqueio de exportações do Kuwait.
O secretário de Energia Chris Wright disse na terça-feira que as exportações pelo Estreito cresciam “de forma muito significativa.”
Um responsável de defesa americano confirmou à CNBC que o exército estava a “comunicar e coordenar com navios que pretendem transitar o Estreito com segurança.”
Mais importante, o JPMorgan estimara a 4 de Junho cerca de dois milhões de barris por dia a transitar com transponders desligados, apontando volumes “surpreendentes” face ao bloqueio declarado.
A revelação de Trump explica agora essa discrepância.
A leitura analítica tem três níveis.
O primeiro é operacional: o bloqueio nunca terá sido total. Os EUA não fecharam Ormuz, controlaram quem passou. Petróleo iraniano bloqueado; petróleo de terceiros a fluir sob cobertura discreta.
Não foi um bloqueio do estreito, foi controlo do estreito, distinção com consequências enormes para os preços e para a economia global.
O segundo é político: Trump revelou uma operação classificada porque quis.
Ao afirmar que o Irão “não sabia, até agora”, encerrou o carácter secreto da missão mas ganhou a narrativa dominante: os Estados Unidos controlam o Estreito de Ormuz, não o Irão.
Uma declaração de soberania sobre uma das rotas mais importantes do mundo, feita no momento em que as negociações com Teerão entram na fase mais sensível.
O terceiro é negocial: a frase final de Trump foi “it’s over for Iran.” Não é a linguagem de quem procura consolidar um acordo. É pressão máxima no momento decisivo. Ou Trump instrumentaliza a revelação para forçar a assinatura do MOU esta semana, ou as negociações estão mais perto de colapsar do que as últimas 48 horas faziam supor.
A guerra pelo acordo continua. Mas os Estados Unidos acabaram de demonstrar que não precisam de esperar por ele para controlar o Estreito.
Washington fez um Project Freedom sem o baptizar assim. E sem pedir autorização a ninguém.
Foi isto que Trump quis vincar.
#CNNConfidencial #Ormuz #Trump #Irão #GolfoPérsico #GeopolíticaInternacional
#Trump #Iran #PersianGulf #MiddleEast #OilMarkets #Geopolitics #BreakingNews #SecretMission #ProjectFreedom
Há anos que alerto para isto. Não é novo, desde os anos 70 que o terrorismo palestiniano faz mortos na Europa ( atentado de Munique, desvio de aviões civis, Baader Meinhof etc etc ).
A comunicação social e alguns comentadores estão há 2 anos a repetir as mentiras do Hamas ( e quando estas são desmentidas silêncio absoluto) e são co-responsáveis quer pelo anti-semitismo, quer por estes selvagens se sentirem em
casa entre nós.
O Salário Mínimo Nacional deixou de ser um piso, em Portugal, passou a ser a bitola….
O salário mínimo como bitola é a compressão silenciosa da economia portuguesa…
Dados recentes do Banco de Portugal mostram um índice de Kaitz próximo dos 90%: o salário mediano está encostado ao mínimo. Isto significa que o mínimo já não protege apenas a base da distribuição salarial, define-a.
Cada aumento deixa de afetar apenas os mais vulneráveis e passa a arrastar o centro, por via administrativa e não por criação de valor.
O efeito mais imediato é a compressão. A diferença entre quem entra no mercado e quem investiu em qualificação ou experiência torna-se residual. O prémio pelo esforço desaparece, trabalhar mais, saber mais ou produzir mais passa a valer quase o mesmo.
A fiscalidade agrava o problema, pequenos aumentos salariais são rapidamente absorvidos por impostos e contribuições, tornando a progressão ainda menos visível no rendimento líquido, a compressão não é apenas salarial, é também fiscal.
Do lado das empresas, o impacto é desigual. As grandes estruturas absorvem, as PME ajustam: menos horas, menos contratação, mais precariedade, o emprego não desaparece necessariamente das estatísticas, mas degrada-se.
O próprio Estado reforça este mecanismo,como grande empregador e financiador da economia, difunde o salário mínimo como referência implícita, estendendo a compressão a vários setores.
O resultado aparece como uma melhoria estatística da desigualdade, mas é uma igualdade achatada, quando os salários se colam, as carreiras deixam de progredir, e quando não há progressão, o talento sai. A emigração qualificada é, em parte, um reflexo desta ausência de diferenciação.
Nada disto implica que o salário mínimo não deva crescer, implica, sim, que não pode substituir a produtividade como motor da evolução salarial, quando isso acontece, deixa de ser proteção e passa a ser distorção.
Portugal não tem apenas salários baixos, tem salários comprimidos e enquanto o mínimo for a bitola de todo o sistema, continuará a ter mais igualdade nos números e menos mobilidade na vida.
https://t.co/qRX2RbGouS
“Primeiro cortamos a garganta aos judeus, depois aos homossexuais e, por fim, aos cristãos”.
Alemanha: Educadores e assistentes sociais estão a descobrir, para seu desânimo, que é praticamente impossível «integrar» jovens imigrantes muçulmanos na sociedade alemã.
Porta-voz da Ark alerta para o perigo dos jovens radicais
Professores e assistentes sociais estão a dar o alarme: os jovens árabes estão a tornar-se cada vez mais radicais. O islamismo já há muito que triunfou em alguns meios de imigrantes.
“A Alemanha em breve será nossa.” Esta frase assusta Wolfgang Büscher, e este homem dificilmente tem medo de mais alguma coisa.
O porta-voz da organização infantil e juvenil “Ark” afirma: “Estamos perante uma catástrofe.” A “Ark” acolhe diariamente 7 000 crianças e jovens de famílias socialmente desfavorecidas em 33 instalações por todo o país. É uma das maiores organizações de ajuda humanitária do país.
A Muslim passenger:
"Excuse me, can you turn off the music?"
The driver:
"Why?"
The passenger:
"Music is haram."
The driver:
"Why is music haram?"
The passenger:
"Because there was no music in the time of prophet Muhammad."
The driver:
"Well, get off then. There were no cars back then either. A camel will come pick you up."
😂🤭😂
Quando desejas que algo de mal aconteça para prejudicar o Benfica, não és benfiquista.
Não votei no Rui, não vejo um futuro com o Rui, mas o sucesso dele é o do Benfica. Só isso que desejo.
Temos de fazer o nosso papel enquanto adeptos/sócios. Este não é um deles.
🇵🇹 | Milhares de adeptos portugueses pedem que a seleção portuguesa de futebol faça uma camisola cristã.
O pedido vem na tendência de vários países europeus exaltarem o cristianismo no futebol.