Advogado, escritor e empreendedor. Fundador e diretor presidente do KOPE, Presidente do IREE, Instituto para a Reforma das Relações entre Estado e Empresa.
Em entrevista ao @Estadao, o promotor Lincoln Gakiya analisa a atuação do PCC e do Comando Vermelho e defende sua classificação como organizações mafiosas. O tema é tratado no livro O Brasil Livre das Máfias, com @WalfridoWarde, presidente do IREE. 🔗 https://t.co/7ymYbG6SVU
No livro “O Brasil livre das máfias”, @WalfridoWarde e Lincoln Gakiya destacam que enfrentar as máfias no Brasil exige um projeto nacional, capaz de articular reformas institucionais, políticas públicas consistentes e transformação social. 🔗 Tenha mais informações sobre o livro no site da @ContraEditora https://t.co/mhxsVsgENR
Vai-se um grande brasileiro, brilhante e generoso. Perdi um amigo de 30 anos. Nessas horas, um pouco do que a gente é morre também porque o repertório de citações e referências que fazem a tecitura da conversa é silenciado. O gosto comum por um livro, um filme ou uma piada dessa vida besta são momentos únicos e fazem a singularidade de uma amizade. Os sinos sempre dobram por nós. Às vezes mais — de modo quase insuportável. Minha despedida de atual Jngmann está aqui: https://t.co/yPlQyasdKj
Em entrevista ao jornal O Globo, o presidente do IREE, @WalfridoWarde, e o promotor @GakiyaLincoln destacam que o Brasil não dispõe de um arcabouço jurídico à altura do desafio de frear as organizações criminosas.
🔗 https://t.co/ltjEKEDUUi
Em entrevista à @folha, o presidente do IREE, @WalfridoWarde, e o promotor @GakiyaLincoln defendem a tipificação de máfia e a criação de uma agência nacional para combater o crime organizado no Brasil. Warde e Gakiya são autores do livro "O Brasil Livre das Máfias", lançado pela @ContraEditora. Leia: https://t.co/KZcDrSyr9T
Em 2025, o IREE seguiu dedicado a contribuir com a qualificação do debate público, a defesa da democracia e a reflexão sobre os desafios da nossa sociedade. Agradecemos a todas e todos que caminharam conosco!
Em entrevista ao Podcast Reconversa, o vice-presidente da República, @geraldoalckmin, falou sobre o caminho que levou à sua aliança com o presidente Lula da Silva, a defesa da democracia e os resultados do governo. A apresentação é de @reinaldoazevedo e @WalfridoWarde.
“As pessoas que não viveram a ditadura se iludem, e as que viveram mistificam, enganam, fingem, mentem. O Brasil não cumpriu uma questão fundamental que é passar a limpo essa história”, disse Paulo Markun no Podcast Reconveresa. A apresentação é de @reinaldoazevedo e @WalfridoWarde.
Em entrevista ao Podcast Reconversa, Philip Yang explicou que, embora o regime chinês não seja uma democracia nos moldes ocidentais, há mecanismos de consulta e escuta territorial, especialmente para planejar grandes projetos. A apresentação é de @reinaldoazevedo e @WalfridoWarde.
Sem depuração dos órgãos de combate à máfia, que devem ser submetidos a constantes testes de integridade, quaisquer ações contra mafiosos podem ser atos em favor de seus concorrentes. Quando a polícia, por exemplo, é corrupta e age contra narcotraficantes, então, uma ação policial pode ser apenas parte da guerra entre grupos mafiosos.
Governadores de direita, que criaram um consórcio para tratar da grave crise de segurança pública, reconhecem a necessidade urgente de coordenação para combater máfias em atuação no país inteiro. E isso é precisamente o que se quer com a PEC da SEGURANÇA proposta pelo governo Lula. Menos politicagem e mais política no interesse do povo!
Os 3 elementos constitutivos de uma nação são povo, território e governo. As máfias dominam esses 3 elementos em muitos lugares do país. É urgente retomar os territórios do crime, o seu governo, para salvar o povo. E isso se faz com ocupação e presença do Estado, urbanização e dignidade de vida, perspectivas de trabalho e inclusão social, policiamento de aproximação. Incursão violenta em território do crime sem todo o resto é enxugar gelo, ou pior: disputa disfarçada de território por máfias concorrentes.
É indispensável o combate repressivo às máfias, por meio da criação de uma Autoridade Nacional Antimáfia, capaz de recrutar agentes policiais de todas as forças do país, contratar especialistas, infiltrar agentes, com uso de tecnologia de ponta. Tudo isso para deter lideranças, confiscar ativos do crime, admoestar associações às máfias e impedir sua infiltração na economia e nos governos. Mais inteligência, menos violência.
O uso de força letal pelo Estado se justifica nas hipóteses previstas em lei. Todas elas pressupõem legítima defesa da vida. Assassinato indiscriminado, que transforma policiais em investigadores, promotores, juízes e carrascos em uma fração de segundos serve de nada para desmantelar máfias. Não se enganem, não se encantem pela morte de meninos pretos e pobres, pelos quais muitos nutrem ódio porque foram seduzidos pelo crime. Mata-lós não vai nos tornar mais seguros.
Mata-mata: temo uma concorrência mortífera entre governos estaduais, sob a lógica de que o mais eficiente no combate às máfias é aquele que mata mais. E assim transformam homens da lei em assassinos, governos em máquinas de morte e o Estado em instrumento do crime, para a felicidade do PCC e do CV, que, diante da pobreza e da falta de perspectiva, podem recrutar infinitamente. É a Idade Média da Segurança Pública, o avesso do que se tem de fazer.