eu na 13° divisão da guerrilha islamica alah'ele lutando ao lado de davi brito e belle daltro contra a invasão americo-israelense na bahia de todas as bets(governo privatizou o litoral e vendeu os naming rights)
Hoje, no oitavo centenário da sua morte, desejo recordar um operário que trabalhou com grande fruto na vinha do Senhor: São Francisco de Assis, a quem o próprio Jesus pediu que reparasse a sua Igreja.
Seja pela pátria, pela família ou pela fé, eu JAMAIS votaria em Flávio Bolsonaro.
até mesmo se esses fossem meus únicos critérios, são palavras valiosas demais para virarem narrativas vazias.
Esse slogan barato só reforça minha rejeição..
No argumento da PÁTRIA, alguém que pede pressão estrangeira sobre nossas eleições contradiz o patriotismo que ele alega defender.
O Brasil tem grandeza para negociar de pé. Merece uma diplomacia responsável, capaz de construir pontes e não ser irresponsavelmente submisso e redutivo aos interesses gringos.
No argumento da FAMÍLIA: alguém que condiciona uma eventual desistência da candidatura à liberdade e à volta do próprio pai às urnas reforça minha preocupação com as prioridades desse projeto, na real nem tem projeto com o país!o compromisso dele é com próprio sobrenome!
O Brasil merece mais que isso.
Não temos tempo para esse atraso.
E no argumento da FÉ: aqui meu incômodo se torna também pessoal. Em 2022 foi essa mesma palhaçada.
Como cristão, minha fé me chama a respeitar quem pensa diferente e a lutar por justiça, dignidade e amparo. igreja não é curral eleitoral.
O tribunal dos homens não serve para impor a lei de Deus, não é assim que Jesus me alcançou, se assim fosse não haveria uma cruz.
É por levar esses valores a sério que eu não os aceito apenas num slogan.
Flávio fez propaganda com a corda que quer ser medido, e por ela também foi reprovado.
Cansei de ver o sentimento de culpa em cristãos que são pressionados a votar nesse candidato, com papinho de cosmovisão. Se eu como Cristão quero espalhar a razão da minha esperança que vai muito, muito além daqui, espiritualizar uma visão política e por na conta de Deus uma movimentação incompleta, é a pior forma que podemos criar para que as pessoas vejam Jesus.
O chamado é para ser testemunha de Cristo e não advogado.
Jesus é o que Deus tem a dizer.
Flávio é a imagem clara da principal antítese que norteia meu voto nesse momento. Evitá-lo não me leva a uma síntese perfeita. Mas reconhecer o que precisamos evitar também faz parte de construir o país que queremos.