Atriz Maria Eduarda de Carvalho rebate críticas de Rico e DA AULA para o influenciador sobre a Lei Rouanet:
“Gente, comparar a Lei Rouanet com Bets é como você dizer que um cassino e um hospital são a mesma coisa, só porque os dois movimentam dinheiro. Querido, a Lei Rouanet não é um pix que o governo faz para os artistas, não. Lei Rouanet é uma licença que o governo dá para que as empresas investam em projetos culturais em troca de um abatimento no seu imposto de renda…. Mas, claro, é muito mais fácil influenciadores desviarem o foco do problema do que admitirem que sua fonte de renda é, na verdade, a ruína dos seus seguidores”.
A atriz Stefany Vaz, Carmen de “Carrossel”, revelou que não aceita fazer papéis que firam seus princípios cristãos:
“Teve um [teste] que eu fiz uma vez. Ele era de terror e bem demoníaco. Eu li, mas eu só fiquei sabendo [do que se tratava] depois que eu fiz o teste. Aí eu fiquei assim: 'Meu Deus, misericórdia, Senhor'. Aí eu orei e falei: 'Senhor, eu já fiz o teste, mas, se eu for aprovada, eu vou conversar e entender, mas eu não vou fazer aquilo que não faz sentido para mim. Eu tenho meus limites.'"
Rolling Stone publicou um artigo sobre a colaboração de Olivia Rodrigo com Robert Smith, em "whats wrong with me".
"Se você é relativamente novo no universo do The Cure, é importante lembrar que Robert Smith quase nunca faz esse tipo de coisa. Nem nos anos 80, nem nos anos 90, nem agora. Simplesmente não acontece. Ele sempre foi generoso e gentil com artistas mais jovens, mas costuma evitar demonstrações públicas de aprovação como essa. Ver Robert subir num festival e cantar a música de outra pessoa? É algo realmente surpreendente. Mas isso mostra o tamanho do respeito e da admiração que ele tem por Olivia Rodrigo como artista.
Faz sentido vê-lo passar o bastão para Olivia, que personifica perfeitamente a fã californiana de new wave. Ela sempre teve uma paixão por esse tipo de música, algo que dá para ouvir claramente em suas faixas inspiradas nos anos 80. Robert leva Olivia e sua música a sério, da mesma forma que sempre levou seu público feminino a sério.
Para a maioria de nós que amamos o The Cure, Robert Smith é alguém a quem recorremos em nossos momentos de desespero adolescente, um confidente, um mentor, e, de alguma forma, acreditamos com toda a alma que ele nos entende. Levamos a ele nossos segredos mais tristes. Vê-lo lado a lado com Olivia, cantando os segredos dela para o mundo? Isso é pura intuição gótica. Robertrigo para sempre."