@Pri_usabr1 “Eu vi as falhas, e isso nem foi abordado”... Miriam Leitão ficou sem argumentos. Mais uma vez, mostrou que é uma militante decadente, não uma jornalista comprometida com o debate. 😂
No Brasil, até a crise de credibilidade do STF ganha uma comissão de especialistas para investigar… e, pelo visto, até quem está sob investigação pode ajudar a escolher os investigadores. É o sistema se fiscalizando. 😂
Mais uma “paradinha” na contagem dos votos. A história, pelo visto, resolveu se repetir. Já vimos esse filme antes. Mas uma coisa continua igual: o Noroeste não falha. 👀
@NewsLiberdade A história se repete? Em 2019, Flávio apoiou Alcolumbre no Senado. Em 2026, Alcolumbre novamente aparece no centro das negociações para um eventual apoio a Flávio. A política realmente dá voltas. Perdeu o meu voto, o dos meus familiares e o dos meus amigos.
@JoaquinEterno Se a atual Seleção Brasileira precisasse de um garoto-propaganda, Hugo seria perfeito: decadência dentro de campo e vitimismo fora dele.
@Zack_lope O GM é, senão, o maior crápula do STF. Posso afirmar, com todas as letras, que o STF se tornou a maior organização criminosa deste país. PCC é fichinha perto dessa “corte”.
@ImMeme0 I’ve been living in London for just over three months, and I’m shocked by the high crime rates and the growing sense of insecurity. In my view, left-wing policies have contributed to this climate of social decline.
@Metropoles E pensar que a “rede de esgoto” contratou a “influenciadora” Virgínia Fonseca para cobrir a Copa, enquanto um dos maiores jornalistas esportivos do país precisa pedir emprego no X. R.I.P. jornalismo. 🤢🤮
@PrimeiroFront A situação é desconfortável, mas o motorista não está “inventando moda” — ele está seguindo regras de segurança e também se protegendo legalmente.
Curioso como alguns conseguem o feito raro de ocupar o cargo sem nunca ter esbarrado no básico do Direito. O delegado parece ter pulado a parte de “prisão em flagrante” na faculdade — talvez tenha achado que era só um detalhe opcional.
Ameaçar nova prisão como se fosse algo que se decreta no impulso é quase uma releitura criativa do Código de Processo Penal — bem criativa, aliás, porque não existe em lugar nenhum.
Se a ideia é demonstrar autoridade, acabou demonstrando só desconhecimento mesmo. Fica parecendo aquele aluno que não estudou e tenta improvisar na prova… mas com algemas na mão.
“O ‘ditadorzinho’ Alexandre de Moraes segue fazendo escola Brasil afora. E vale lembrar: a Ordem dos Advogados do Brasil, que muitos tratam como guardiã da Constituição, há tempos se mostra complacente com diversas arbitrariedades do Judiciário — especialmente quando protagonizadas por integrantes desse verdadeiro ‘Partido do Supremo Federal’.”
A impressão que fica é que o Gilmar Mendes acaba projetando nos outros práticas que, na visão de muitos críticos, marcam sua própria trajetória no Judiciário. Ao mirar o Romeu Zema, a crítica soa deslocada, como se estivesse confundindo um agente político com figuras que orbitam interesses menos transparentes.
Zema, com todos os seus acertos e erros, construiu sua imagem muito mais associada a uma gestão pragmática e a um discurso de austeridade do que a articulações de bastidores. Já no caso de decisões vindas de Brasília, especialmente no âmbito do Supremo, não são raras as vezes em que parte da sociedade questiona os critérios adotados e enxerga possíveis motivações que vão além do estritamente técnico.
Esse contraste alimenta a percepção de incoerência: cobra-se de uns uma pureza institucional que, aos olhos do público, nem sempre é observada por quem faz a cobrança. No fim, a crítica não é apenas sobre Zema ou sobre uma decisão específica, mas sobre a credibilidade de quem aponta o dedo — porque, em política e no Judiciário, coerência não é detalhe, é fundamento.