O posto Ipiranga de Flávio aprofundou o endividamento dos pobres.
A mulher que Flávio Bolsonaro agora apresenta como a grande solução econômica para o Brasil é a mesma que, como presidente da Caixa, ajudou a viabilizar um dos maiores absurdos contra os mais pobres:
o empréstimo consignado do Auxílio Brasil, antigo Bolsa Família.
Lembram disso?
Em 2021, o governo Bolsonaro criou a possibilidade de descontar até 30% do benefício direto na fonte para pagar empréstimos bancários.
Em 2022, já com Daniella Marques na presidência da Caixa, a modalidade foi implementada de fato, chegando a permitir desconto de até 40% do valor do benefício.
E quem foi a grande protagonista? A Caixa sob o comando dela.
Em poucos dias, foram liberados R$ 1,8 bilhão para mais de 700 mil beneficiários.
Ou seja: enquanto famílias vulneráveis recebiam um benefício feito para colocar comida na mesa, as instituições financeiras garantiam receita automática, com risco quase zero, sugando uma parte considerável da renda das pessoas mais pobres do país.
A tal Daniella permitiu que beneficiários “adiantassem” o dinheiro e, em troca, aceitassem entregar mensalmente até 40% do que recebiam aos bancos.
Resultado?
Milhares de famílias ficaram com o benefício menor, mais endividadas e ainda mais dependentes.
A modalidade foi tão danosa que acabou suspensa em 2023 justamente pelo risco de endividamento excessivo dos mais vulneráveis.
E agora Flávio quer colocar essa mesma pessoa como cérebro econômico do país.
Médicos que atenderam apenas Bolsonaro por dois meses relatam calote: Eles passaram 57 dias atendendo única e exclusivamente o ex-presidente e até agora não viram um centavo e ameaçam acionar a Justiça https://t.co/6HxPTELeBB #revistafórum
Davi Alcolumbre, o presidente do Senado que se recusa a votar o fim da escala 6x1, anunciou que os senadores trabalharão remotamente essa semana.
Um deles, o Romário, está na Copa do Mundo fazendo bico de comentarista.
Para o povo, a escala 6x1.
Para os políticos, a escala 0x7, o avião com influencers, o camarote da Copa do Mundo e as “festinhas” no exterior em dia de semana.
Zema, o moralista!
Só que sua “lojinha”, aquela denunciada por contratar trabalho escravo, tem dívida bilionária com o fisco. E o banco do Zema explora os pobres do Bolsa Família,via crédito consignado, conseguido no segundo turno de 2022 para apoiar Bolsonaro, q hoje “critica”.
🇮🇷 La Cancillería de Irán vinculó la competición de su selección de fútbol con la memoria de víctimas de "agresión e invasión".
Esmaeil Baqaei (Min. de Exteriores) honró a "niñas y niños inocentes", afirmando que la resiliencia nacional se basa en su sacrificio.
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