Este es el caos hoy en Francia 🇫🇷 gracias al gobierno progre de mano blanda y a los musulmanes y extranjeros que causan destrozos en el país.
Esto llegará a América y a toda Europa a menos que se detenga y debe detenerse con mano de hierro decisiva.
Olha o nível que chegamos!
Um brasileiro que está lutando na guerra da Ucrânia afirma que foi para o conflito na tentativa de se livrar do vício em bets.
Vale a pena ver o relato dele, especialmente se você planeja lutar na guerra.
¿Por qué los palestinos graban tantos videos fingiendo haber sido heridos o asesinados por Israel?
Uno pensaría que no necesitarían fingirlo si realmente estuvieran viviendo un genocidio.
Luego se enfadan si ya no crees en sus mentiras.
Another white Christian preacher has been arrested by British police because his prayers caused anxiety to some people. This happens in Islamic caliphates.
🚨 “I’m going to bomb the plane, Death to America, Death to Trump - Allahu Akbar”
Recorded earlier today aboard a Domestic internal flight EasyJet over The UK
Legacy Media aren’t showing you this ‼️
INVESTIGAÇÃO EM ANDAMENTO
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, abriu uma investigação que avalia a suspeita da relação entre uma doença que causa uma lesão rara no nervo óptico que pode levar à cegueira com o uso de medicamentos de GLP-1, como as canetas que são usadas para o combate à obesidade e a diabetes.
A neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (Noia) é a inflamação do nervo óptico causada por insuficiência vascular, a diminuição da irrigação e suprimento sanguíneo no olho. Ela causa cegueira que pode ser temporária ou permanente, a depender da lesão.
Segundo um levantamento a pedido do g1, a Anvisa informou que as 13 notificações investigadas envolvem pacientes que usavam os medicamentos: Ozempic, Wegovy, Rybelsus e Mounjaro.
A Anvisa reforça que se trata de uma investigação e que não necessariamente constar o remédio e a doença na mesma notificação indica que um tenha causado o outro.
Em notas enviadas ao g1, a Novo Nordisk disse que seus ensaios clínicos não apontaram aumento de casos da NOIA com a semaglutida. Já a Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, reforçou que monitora os dados de segurança de seus remédios, incluindo os que envolvem questões oftalmológicas.
Veja mais no site do InfoMoney.
Foto: Unsplash
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