Um amigo meu se afastou do grupo depois de uma viagem.
Não teve briga.
Não teve discussão.
Só teve um detalhe.
Ele dirigiu mais de 10 horas.
Pagou pedágio.
Resolveu problema de hotel.
Organizou roteiro.
Buscou gente atrasada.
Fez tudo.
Na volta, o grupo criou um álbum com mais de 200 fotos.
Ele apareceu em duas.
Nenhuma legenda mencionava o que ele tinha feito.
Nada.
Naquele dia ele percebeu algo desconfortável:
algumas pessoas gostam muito do resultado do seu esforço.
Mas quase nunca lembram da pessoa que carregou o piano.
Meses depois ninguém entendia por que ele tinha se afastado.
Mas às vezes o afastamento começa quando alguém percebe que é valorizado pelo que faz...
e não por quem é.
Você acha que as pessoas são ingratas...
ou simplesmente distraídas?
falei pro uber que o carro dele tava muito cheiroso e ele disse que o engraçado é que se tivesse fedendo eu provavelmente não ia falar, pq quando a gente acha algo bom nós falamos logo mas quando algo incomoda as pessoas guardam o desconforto pra não incomodar o outro
Vi esse um mouse em um post do Twitter e a primeira coisa que me surpreendeu foi esse compartimento de bateria em forma de X.
Olha que interessante: o mouse permite que você use tanto a pilha AA quanto a AAA, qualquer uma que você tenha em casa.
E repare que é fisicamente impossível carregar as duas ao mesmo tempo. Por isso, o fabricante não precisa fazer um manual de instruções ou colocar um adesivo com aviso, tipo na embalagem de ovo o aviso do "contém ovo".
A própria geometria impede que o cliente faça merda. No Japão existe uma palavra para isso:
poka-yoke = "à prova de erros."
O produto recusa sua estupidez antes que você possa oferecê-la. Imagina como o mundo seria melhor se mais coisas fossem assim...
PS: vi esse mouse no post do Anul Agarwal.