Refletindo aqui. Ricardo Couto, salvador do Rio de Janeiro, é Botafogo. Flávio Dino, salvador do STF, é Botafogo. Jorge Messias, salvador da AGU, é Botafogo. E Lula, salvador da presidência, também é Botafogo.
Cheguei a conclusão que a solução pro Brasil é ser Botafogo.
Sintomático que vá para as quartas de final o treinador que fez a convocação mais impopular da Copa (Thomas Tuchel) e tenha ficado pelo caminho o que tentou agradar a opinião pública e a torcida (Ancelotti).
Todo mundo já falou disso aqui, mas me sinto obrigado a dar algumas palavras.
É sintomático. Coube ao destino pregar a sua peça e fazer com que o último momento de Neymar com a camisa brasileira fosse justamente a mais representativa de toda sua passagem.
2x1 e achou de bom tom provocar, querer tirar onda, sair por cima, tudo em nome de um interior ególatra que sempre se pôs acima do bem e do mal.
Neymar mijou e cuspiu na cara daqueles que sempre o viam como referência, eu me incluo nessa até sei lá, 2020.
Um jogador que se cercou de baba ovos, de subservientes, que sempre abaixavam a cabeça e nunca fizeram questão de o levarem para o bom caminho.
Um atleta que não teve exemplo paterno, e eu sinto muito por isso. Não tem um pai, tem um empresário. Não são palavras minhas, são do próprio atleta. É revoltante ao compasso que explica muito do que acontece.
E quando se cerca de paparicagem, é isso que acontece. Uma completa falta de noção da realidade, de tato, de entendimento do povo brasileiro.
Neymar se comporta como um moleque, como sempre. E precisamos de homens na Seleção.
Seu último jogo foi justamente como o seu legado: raso.
Que cultue seu próprio ego na aposentadoria. Não sentiremos nenhuma falta.
Bélgica
Croácia
Noruega
Aí dão chilique quando o ATACANTE RESERVA do Japão diz uma verdade: a seleção brasileira não tem mais a mesma força.
Reconhecer que não é mais a mesma é a base para evitar uma eliminação para a Eslovênia na próxima Copa.