Quem acabou de entrar no trial ainda não teve o mesmo tempo pra pagar que quem já pôde concluir.
Pra comparar conversão, agrupe os usuários pela data de entrada. Observe cada grupo pelo mesmo tempo desde a entrada, numa janela que permita concluir o trial.
Assinatura pra qualquer app?
Antes de escolher como cobrar, pergunta: com que frequência o usuário vai precisar do app?
Se a necessidade é recorrente, vale avaliar assinatura. Se o uso é pontual, compra única ou pagamento por uso podem fazer mais sentido.
Trocar legenda ou corte pode ser só acabamento, não outro ângulo.
Pra testar o criativo do app, compare cenas de uso diferentes, mantendo o resto tão estável quanto possível. Teste qual contexto desperta interesse, não qual edição fica mais bonita.
Demo, cadastro e contato comercial com o mesmo destaque? Falta prioridade.
Dá pra avaliar o SaaS sozinho? Priorize o cadastro. Precisa ver o produto em uso? A demo. Precisa discutir a contratação? O contato comercial.
As alternativas ficam em segundo plano, se fizerem sentido.
Precisa de conta? Funciona offline? O que exige assinatura?
Se essas condições importam pro uso do app, deixa isso claro na descrição da loja. Quem tá decidindo instalar não deveria precisar baixar só pra descobrir se consegue usar.
Quem busca aprender uma tarefa pode não estar procurando um app pra executá-la.
Pra captar quem quer uma ferramenta pronta pra usar agora, revise os termos da campanha de busca: exclua os que pedem só uma explicação, não qualquer busca com “como”.
Antes de propor divulgação cruzada, olha o que a pessoa precisa fazer antes ou depois de usar seu app.
Que produto ou criador ajuda nessa etapa?
Eu buscaria parceria aí. Ter público em comum não basta: a indicação precisa fazer sentido pra quem recebe.
O que aconteceu pra você começar a procurar um app?
Pede pra pessoa contar uma situação recente e concreta, não opinar sobre um produto hipotético.
Usa o que motivou essa busca pra decidir em que contexto divulgar seu app.
Um iniciante pode buscar orientação. Um usuário avançado, mais controle.
Tentar falar com os dois na mesma mensagem pode deixar o posicionamento do seu app genérico.
Priorize um deles na comunicação. O produto pode continuar atendendo os dois.
Conseguir a instalação não encerra o marketing do app.
Aqui eu falo de marketing pra SaaS e apps além da divulgação: como a pessoa vai experimentar o produto e em que momento faz sentido pedir o pagamento.
Seu SaaS ou app tá pronto. Por que alguém deveria usar e pagar?
Aqui eu falo de marketing pra SaaS e apps: posicionamento, distribuição, aquisição e monetização. Na prática: o que comunicar, onde buscar usuários e como cobrar pelo valor entregue.
A novidade do produto nem sempre responde à dúvida de quem tá pensando em usar.
Em vez de só anunciar o que mudou, pega uma pergunta real de um potencial usuário e responde num post. Compartilha na conversa onde ela surgiu, sem exigir um clique pra ter a resposta.
Clique barato não prova que a campanha funciona.
Se o objetivo é compra ou assinatura, divide o gasto da campanha pelas compras ou assinaturas que vieram dela. Eu compararia esse custo entre campanhas, não só o custo por clique.
O concorrente do seu SaaS ou app pode ser uma planilha, um processo manual ou não fazer nada.
Antes de comparar funcionalidades, entenda por que o usuário segue com essa alternativa. Sua mensagem precisa mostrar um ganho que justifique o trabalho de mudar.
Testar vários canais ao mesmo tempo sem hipótese dificulta saber o que vc aprendeu.
Pro seu SaaS ou app, escolha um público, uma mensagem e um canal onde acredita que ela vai alcançar esse público.
O teste precisa avaliar essa hipótese, não só dizer se vieram usuários.
Antes de discutir mais uma versão da copy do SaaS, conversa com quem não comprou.
Pergunta por que não comprou. Pode aparecer uma objeção que a discussão interna nem considerou. Usa isso pra ajustar a comunicação, em vez de trocar palavras no palpite.
Tente explicar por que alguém usaria seu SaaS ou app sem citar nenhuma funcionalidade.
Qual problema ele resolve? O que muda pra quem usa?
A lista de funcionalidades não explica isso sozinha. Comece pelo problema e use os recursos pra mostrar como o produto resolve.
Mais tráfego não tira a dúvida de quem chega na loja sem entender o app.
Eu revisaria o ícone pra dar uma pista do uso, os screenshots pra mostrar o que dá pra fazer (não só telas bonitas) e a descrição pra explicar por que isso é útil.