@Mfutebolisticos Kkkkkkkkkkkkk você tem noção que só hoje ele pisou no campo? Pra um jogador voltar de lesão essa transição física costuma ser de pelo menos 10 dias pra voltar a TREINAR sem restrição
🚨 Exclusivo: Negociação de renovação de contrato entre São Paulo e Calleri está travada. Apurei que o clube possui uma DÍVIDA DE CERCA DE R$6 milhões com jogador, referente a direitos de imagem em atraso e premiações previstas em contrato que não foram quitadas desde 2024.
A ideia inicial do São Paulo é incluir no novo acordo um parcelamento desses débitos, diluindo o pagamento. As conversas estavam avançadas, mas apurei que houve uma alteração nos termos da proposta apresentada pelo clube, o que desagradou aos representantes do atleta.
Apesar do entrave, o cenário é considerado reversível unicamente pelo desejo de Calleri. O atacante tem se mostrado firme na intenção de seguir defendendo o São Paulo, mesmo diante de oportunidades financeiramente mais vantajosas no exterior.
Calleri recebeu uma proposta do Orlando City, dos Estados Unidos. Além disso, existem possibilidades de mercado no futebol mexicano e também na Argentina.
Entre os interessados está o Boca Juniors, que realizou sondagens recentes para entender a situação.
Integrantes do próprio estafe de Calleri consideram que uma saída seria o caminho mais adequado diante do cenário financeiro e da condução das tratativas da renovação. O jogador, porém, adota postura oposta e insiste na permanência.
Além de priorizar o São Paulo, Calleri também vetou a possibilidade de ouvir propostas de outros clubes brasileiros.
Rui Costa, Rafinha e Massis criaram exatamente a crise que previram ao decidir demitir Crespo.
Nem sempre o torcedor tem razão. Mas também é pretender demais que um presidente tampão em sua primeira experiência no cargo, um diretor de futebol que passou quatro anos sem que a torcida sequer soubesse sua voz em uma gestão investigada pela polícia e um ex-jogador em sua primeira aventura como dirigente resolvam peitar uma arquibancada inteira como se fossem referências incontestáveis de gestão.
Para tomar uma decisão impopular e contrariar completamente o sentimento da sua torcida, é preciso ter credibilidade acumulada, histórico de acertos e capacidade de sustentar pressão quando o resultado não vem. Não era o caso dessa diretoria.
E talvez o trecho mais simbólico de tudo tenha sido justamente a coletiva de apresentação de Roger Machado. Rui Costa afirmou: “Estar associado ao Roger é um orgulho. Se ele não for bem, eu corro risco? Isso não é problema.”.
Agora que o trabalho fracassou no curto prazo, o risco aparentemente desapareceu. Roger cai e os dirigentes permanecem, como se fossem apenas espectadores da própria decisão.
Mais contraditório ainda foi ouvir Rui Costa afirmar, na coletiva da demissão, que “a contratação do Roger não foi minha”. Se na apresentação havia orgulho e convicção compartilhada, por que agora surge a necessidade de diluir responsabilidade? Quando o projeto parecia promissor, havia donos da ideia. Quando fracassou, virou uma escolha “do departamento”.
Não se enganem: o torcedor tem memória.