É óbvio que os Correios dão prejuízo
Que empresa privada quer entregar mercadoria do Oiapoque ao Chuí? Quem quer se embrenhar na Amazônia para entregar carta?
O nome disso é função social! O foco dos Correios é universalizar o acesso, não o lucro
Olhe os números e compare. A inflação desacelerou, o desemprego está entre os menores da nossa história, mais de 10 milhões de vagas formais foram geradas e o salário mínimo voltou a ter aumento real.
É assim que a gente governa: fazendo a economia crescer, criando oportunidades e fazendo o resultado chegar à vida de quem mais precisa.
O Brasil está avançando. E vamos fazer muito mais.
Na Record, Lula prometeu colocar todos os estudantes do Brasil em escola integral.
Na Band, um candidato de direita prometeu um banho de sangue se virar presidente.
Nunca o Brasil ficou tão claro.
Não sou advogado dele, mas deixo uma reflexão. O sigilo bancário dele foi quebrado no circo da CPMI do INSS e ABSOLUTAMENTE NADA foi encontrado. Agora o inquérito muda de objeto para criar novo enredo político. Do outro lado, temos um serial killer da corrupção, não há escândalo sem ele. Por favor, tenhamos decência!
Vc q tava prestando atenção na copa:
Ta sabendo q o CONGRESSO INIMIGO DO POVO ta tentando diminuir unidades de conservação e terras indígenas e dificultar a fiscalização contra crimes ambientais pra FACILITAR desmatamento na Amazônia?
É ISSO MESMO!
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ELES ODEIAM MULHERES!
Tem que desenhar? Então vamos desenhar:
Veja, está aqui por que o bolsonarismo tem dificuldade de conseguir voto das mulheres:
— Porque Bolsonaro foi condenado por danos morais depois de dizer que Maria do Rosário “não merecia” ser estuprada.
— Porque já disse que licença-maternidade pesa para o patrão e insinuou que mulher poderia ganhar menos por engravidar.
— Porque chamou o nascimento da própria filha mulher de “fraquejada”.
— Porque, no Dia Internacional da Mulher, disse que um governo com 20 homens e só 2 mulheres no ministério estava “equilibrado”.
— Porque atacou Preta Gil com uma fala racista, machista e homofóbica, dizendo que seus filhos foram “bem educados” e não corriam esse “risco”.
— Porque há registro de agressão física contra uma mulher em seu histórico político.
— Porque atacou a jornalista Patrícia Campos Mello com insinuação sexual e foi condenado por danos morais.
— Porque incentivou a imagem do Brasil como destino de turismo sexual, dizendo que quem quisesse vir fazer sexo com mulher brasileira ficaria “à vontade”.
— Porque comparou o Brasil a “uma virgem” desejada por “tarados de fora”.
— Porque falou que “pintou um clima” ao se referir a meninas venezuelanas de 14 e 15 anos.
— Porque associou essas meninas à prostituição.
— Porque vetou a distribuição gratuita de absorventes para meninas, estudantes, mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.
— Porque cortou verba de políticas de combate à violência contra a mulher.
— Porque reduziu dinheiro para creches, uma política essencial para mães trabalhadoras.
— Porque, no governo dele, casas chefiadas por mulheres foram as mais atingidas pela fome.
— Porque tentou empurrar ensino domiciliar, jogando ainda mais trabalho de cuidado nas costas das mães.
— Porque o bolsonarismo trata mulher como enfeite na campanha, mas como alvo quando governa, quando fala e quando vota.
Não é mistério eleitoral.
Não é ruído de comunicação.
Não é falta de marketing.
É histórico.
É memória.
É consequência.
Uma mulher acaba de dizer em pleno Senado que é contra o fim da escala 6x1 porque ela, que faz escala 5x2, faz cabelo e compras aos sábados e as pessoas precisam trabalhar PRA ELA.
Além de não conhecer o conceito de ESCALA, ela se acha proprietária da vida e do trabalho alheio.
Agora, o "detalhe": essa mulher é simplesmente Diretora-executiva da Fiesp, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que representa os patrões e os bilionários. É esse o nível da "elite" do Brasil, que parece não ter superado a escravidão.
Às vezes, parece que a gente não tem dimensão do risco que está correndo. O que Flávio Bolsonaro está fazendo não é uma simples movimentação eleitoral. É a continuação do projeto golpista que levou o Brasil à tentativa de golpe do 8 de Janeiro.
Ele está oferecendo o país aos Estados Unidos em troca de ajuda para chegar ao poder e, sabe-se lá, permanecer nele até quando.
Quando pede a Donald Trump que adie medidas contra o Brasil para depois das eleições, está pedindo interferência estrangeira no nosso processo eleitoral. Está dizendo: não faça isso agora porque está me prejudicando; espere eu ganhar.
Quando promete retirar o Brasil do Mercosul, entregar o Pix e o nosso sistema de pagamentos aos interesses norte-americanos, ele não está defendendo o país. Está negociando a soberania nacional em troca de vantagem política.
E existe algo ainda mais grave: quando fala em derrubar os ministros do Supremo, está falando em destituir a mais alta Corte do país.
Não se trata de criticar decisões. Destituir a Alta Corte, acabar com sua independência ou submetê-la à vontade de um governante significa destruir a separação entre os Poderes e romper a ordem constitucional. Isso tem nome: golpe de Estado.
Não existe democracia sem uma Justiça independente. Não existe Constituição quando um governante decide retirar os ministros que não obedecem ao seu projeto.
Por isso, não dá para dizer: “Deixa ele sangrar. Deixa ele derreter”. Não podemos transformar uma ameaça de golpe em piada ou estratégia eleitoral. Foi banalizando a extrema direita que chegamos ao 8 de Janeiro.
Flávio Bolsonaro é tão golpista quanto o pai.
Ele está nos Estados Unidos assumindo compromissos como se representasse oficialmente o Brasil. Mas ele não é presidente e não tem autorização para negociar o futuro do país com Donald Trump. O que está fazendo é prometer interesses nacionais em troca de apoio político.
Essa carta não trata apenas do que ele faria caso vencesse. Ela tenta convencer o governo dos Estados Unidos a agir de uma maneira que favoreça sua candidatura. Isso é pedir interferência estrangeira nas eleições brasileiras.
O projeto dessa fam��lia não é simplesmente vencer uma eleição e governar por quatro anos. É chegar ao poder, destruir as barreiras institucionais e criar condições para nunca mais sair.
É atacar o Supremo, controlar a Justiça, enfraquecer o Congresso, destruir as regras eleitorais e rasgar a Constituição.
A gente não pode repetir o mesmo erro. Defender a democracia significa denunciar quem conspira contra ela e exigir que seus atos sejam investigados.
Isso não é responsabilidade apenas da esquerda. Todas as pessoas que acreditam na democracia, na Constituição e na soberania nacional precisam reagir.
E também precisamos eleger um Senado progressista. Um Senado dominado pela extrema direita pode ser usado para perseguir ministros, atacar o Supremo, destruir direitos e facilitar um novo projeto autoritário.
O que Flávio Bolsonaro está fazendo é gravíssimo. Nunca existiu, na história recente do Brasil, uma família política tão disposta a agir contra o próprio país para conquistar e manter o poder.
A família Bolsonaro atenta contra a soberania nacional, contra a Constituição e contra a democracia brasileira.
A gente precisa parar de banalizar essa ameaça antes que seja tarde demais.
SOBERANIA NÃO SE NEGOCIA
TARIFLÁVIO TRAIDOR DA P��TRIA
O presidente Lula e toda a Esquerda defendendo a escala 5x2 para os trabalhadores.
O Flávio bolsonaro e toda a Direita querendo aprovar no Senado uma PEC da burguesia que permite a escala 7x0.
A luta é de classes.
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
Enquanto a gente tenta há três anos acabar com o fim da escala 6x1 pro trabalhador, a Câmara aprovou da noite pro dia uma reforma eleitoral que permite disparo em massa de fake news e reduz multas aos partidos por crimes eleitorais. E não querem ser chamados de inimigos do povo.
A extrema direita te fez acreditar que o brasileiro não gosta de trabalhar e vive de auxílio, ela também te fez acreditar que largar a CLT e seus direitos vai ser bom pra você e que você vai enriquecer.
Mas se o brasileiro não gosta de trabalhar e é "vagabundo" quem banca os milhares de privilégios que esses políticos inúteis têm?
Sim, você.
Consciência de classe te mantém vivo e alerta pra esse tipo de gente, o brasileiro é um dos povos mais trabalhadores que existem, afinal, são anos e anos mantendo a classe política mais vagabunda que existe, onde poucos valem seu voto.
Acorde e demita um deputado e senador inútil e que te desrespeita, e que luta contra você sempre que pode, em outubro, jogue o lixo fora.
Pelo fim da escala 6×1, afinal todos merecem descanso e uma vida mais digna.
Boa semana proletário.
Lula vai limpar seu cartão, seu cheque especial, seu FIES e ainda te bloqueia da bet por um ano.
Só falta ele tirar seu nome do Serasa do Amor.
Segue o fio que eu explico! 🧵👇
Romeu Zema dizendo que pretende acabar com a Petrobras;
Flávio Bolsonaro, que pretende acabar com aumento do salário mínimo;
E Renan Santos, extinguir a CLT.
Isso não é uma direita como existe na maior parte do mundo.
É um resquício do passado escravocrata do país.