@Geves_Galo eu iria sem o cisse, voltando agora de lesao e colocaria mais um zag. Melhor esquema que o galo encontrou pra jogar ate agora (523). Assim, preciado (que nao marca ngm) e lodi tem mais liberdade de atacar, ja q ngm cria nada no meio
@ge_galo Valew por 13, obrigado pela liberta q vc jogou mto
Se tá incomodado, pode ir, vai ser feliz onde quiser, abre espaço pra alguém q queira jogar. Fez pouquíssimo na sua volta, e quando faz um gol num time amador qr provocar a torcida, sinal q tá ruim. Se tá ruim, vaza e seja feliz!
@bairrodogalo@Atletico@GaloNaVeia salvo engano, o palmeiras ja faz isso. Qm vai em mais jogos, vai tendo preferencia pra comprar ingresso sobre os q vao menos. E uma prioridade de compra dentro do proprio socio. ideia e mto top, valoriza qm vai mais, e as vezes fica de fora de jogos importantes pela demanda
O GALO que você aprendeu a amar não existe mais.
E isso dói de um jeito que nem derrota em final de campeonato consegue explicar.
Porque o GALO não era só um clube.
Era quase uma religião torta, meio pagã, meio operária.
Uma fé que nascia no concreto quente das arquibancadas, na cerveja morna no copo de plástico, no radinho de pilha do seu avô chiando no interior.
O GALO era sofrimento compartilhado.
Era dignidade na dificuldade.
Era orgulho de ser o time que quase nunca tinha tudo, mas nunca teve medo de ninguém.
Era do atleticano que herdava o clube do pai como quem herda uma cicatriz.
Nós crescemos torcendo por coisas simples e imensas.
Torcendo pelo punho cerrado de Reinaldo, que levantava mais que um braço: levantava uma ideia de mundo.
Torcendo pela cabeçada impossível de Dadá Maravilha, que parecia desafiar até a gravidade.
Torcendo pela perna esquerda milagrosa de Victor, que um dia virou muralha e fez o impossível caber dentro de um gol.
A nossa torcida sempre foi por isso.
Mas agora parece diferente.
Agora dizem que o futuro depende de aporte.
De investidor.
De reunião de conselho.
De planilha.
O GALO que era de quem sofria junto foi ficando distante de quem sempre carregou ele no peito.
Arquibancada virou ativo.
Torcedor virou cliente.
Paixão virou ~projeto~.
E nós, que sempre torcemos por punho cerrado, por cabeçada improvável e por defesa milagrosa, agora temos que torcer para bilionário fazer aporte.
Talvez não exista nada mais frustrante do que isso.
Porque o GALO sempre foi uma coisa meio desorganizada, meio caótica, meio improvável.
Mas era nosso.
Era humano.
Agora parece uma empresa tentando simular paixão.
E paixão não se simula.
O GALO não nasceu em conselho administrativo.
Talvez o futebol moderno tenha decidido que clubes precisam virar empresa.
Mas alguém esqueceu de avisar que alguns clubes eram mais do que isso.
O GALO era um deles.
E é impossível não se perguntar:
Até quando vamos resistir a isso?
Porque atleticano aguenta muita coisa.
Aguenta jejum.
Aguenta derrota.
Aguenta injustiça.
O que talvez ninguém esteja preparado para aguentar…
é perder o próprio GALO.
Porque perder jogo, campeonato, a gente aprende desde criança.
Mas perder o próprio clube… isso ninguém ensina.