A minha frustração ta tão grande com isso que simplesmente acabou com meu dia completamente... vou voltar pra minha caverna, nunca devia ter saido dessa porra
"reparei que seu scrub tem o brasão de lá" literalmente meu scrub n tem nada além do meu nome e médico... Mas eu vou aceitar como uma demonstração de interesse vai
Falaram de casamento e me chamar de padrinho (????)
Eu achei que fosse descarado, mas parece que de fato ninguem percebeu... de qqr caso role isso msm eu teria que recusar... Apesar de nunca ter feito merda, eu teria que ter a maior cara de pau do universo pra aceitar isso.
Falo que n vai da certo, ela fala que consegue mandar o técnico as 2h da manhã, mas eu teria que fazer a porra do CDL... Fiz essa merda, foi dialisado e FÉ. Espero que quando eu vire Cardio n seja um sobreaviso tão merda
aventura da noite, pct IRA + possível cirrose por virus C ascite refratária, completamente sarcopenico. Fazia dialise até 5 dias atrás quando tirou o CDL por uma possivel ICS. Resolveram deixar sem... Ontem abriu episódio de hiperK (K>7), controlei com base na gsa [1/2]
Consigo contato com a Enf responsável, ela faz a porra da Nefro me atender... Ela fala que n acha que seja encefalopatia pq o doente já tolerava altos niveis de ureia antes, mas diz q vai dializar AMANHA pq o doente n tem CDL e n tem tecnico no hospital...
João, essa interpretação da margem ta incorreta.
A Anvisa não considera bioequivalentes medicamentos que simplesmente apresentem entre 80% e 125% da exposição do medicamento de referência.
O critério é que o intervalo de confiança (IC90%) da razão entre as médias geométricas dos parâmetros farmacocinéticos comparados, como a AUC e a concentração máxima (Cmax), precisa ficar entre 80% e 125%.
Isso é tipo a margem de um estudo de não inferioridade: a faixa é aplicada ao intervalo de confiança da estimativa. Ela não representa uma variação livre da quantidade de medicamento circulando no sangue de cada paciente.
Ou seja, não significa que a Anvisa aceite que o genérico tenha 20% menos ou 25% mais exposição ao fármaco. Essa é uma interpretação incorreta da análise estatística utilizada para demonstrar bioequivalência e por isso não faz sentido usar a margem pra argumentar que seja inaceitável para antibióticos ou psicofármacos. É totalmente aceitável pra maioria deles.
O argumento do líquor também não procede. O objetivo do estudo não é medir a concentração do remédio exatamente no órgão onde ele atua. É comparar se as duas formulações geram uma exposição sistêmica semelhante ao longo do tempo.
Se as duas formulações contem o mesmo fármaco e produzem curvas semelhantes de concentração no sangue, não existe motivo para supor que a mesma molécula vá atravessar a barreira hematoencefálica de forma diferente só porque foi fabricada por outra empresa.
Por isso, a própria Anvisa estabelece que esses parâmetros sejam medidos em plasma, sangue ou soro. Outras matrizes biológicas só entram quando não for possível quantificar adequadamente o fármaco na circulação sistêmica.
Eu sei que muita gente repete isso mas não tem razão pra achar que os genéricos não vão produzir o mesmo efeito fora de medicamentos que tem faixa terapêutica muito estreita e variações mínimas (que não refletem a porcentagem da margem) podem gerar grandes problemas, como litio (existem outras situações particulares também onde a preocupação pode ser válida).
Fonte: Resolução da Diretoria Colegiada — RDC nº 742, de 10 de agosto de 2022.