"Quando é que você vai apresentar uma menina pra, mãe ein?"
Mamãe, eu gosto de piranha. P I R A N H A.
Piercing no peito, piercing de estrela no umbigo, short curto, só escuta orochi, posta video no tiktok dançando funk de palavrão, fuma maconha e bebe gin de 10. Eu gosto disso
@txeirarrrr Não ironicamente eu cai de moto ontem e ninguém me ajudou, foi só eu e poça de sangue.
Tive que ir pilotando. Sorte que desmaiei apenas na frente do hospital por conta da perda de sangue
gente to achando que a mulher furou meu mamilo errado pqp... quem tiver piercing no mamilo ai se puder me manda video do mamilo bem durinho gostoso lambendo o dedo e depois apertando o biquinho bem devagar fazendo cara de safada gemendo meu nome
Um homem trabalhou 38 anos na mesma empresa sem ninguém reparar nele.
Meu tio contou que ele se aposentou essa semana: quieto, educado, nunca faltou. Era parte da paisagem.
Todo mundo esperava o protocolo padrão: discurso do RH, piadinha e um relógio.
Mas ele puxou um papel amarelado da carteira.
“Eu carrego isso aqui há muitos anos."
Silêncio absoluto.
Salvador Dalí adorava jantar bem.
Grupos grandes.
Mesas longas.
Vinhos caros.
Os melhores restaurantes de Paris e Nova York.
E sempre insistia em pagar a conta.
Ninguém desconfiava.
Na hora de fechar, ele preenchia o cheque com o valor total, com calma e elegância.
Assinava.
E então, antes de entregar ao garçom, virava o papel e rabiscava um desenho no verso.
Um esboço rápido.
Elefantes.
Cavalos.
Figuras surreais.
Assinava embaixo.
E entregava o cheque ao estabelecimento.
Dalí sabia exatamente o que aconteceria a seguir.
O dono do restaurante não descontaria o cheque.
Colocaria numa moldura.
Exibiria na parede do melhor ponto do salão.
Um Dalí original, emoldurado, no restaurante.
Valia infinitamente mais do que qualquer refeição.
Os cheques com seus desenhos foram todos guardados.
E hoje valem uma fortuna.
Há relatos de que a prática aconteceu diversas vezes ao longo dos anos, em Paris e em Nova York.
Em uma das noites documentadas, no Café de la Rotonde em Paris, Dalí pediu ao garçom uma folha de papel, esboçou um elefante de tromba erguida, assinou embaixo e entregou com desenvoltura.
A conta estava paga.
E o estabelecimento havia lucrado com o negócio.
O que Dalí fez não era só excentricidade.
Era uma compreensão precisa de que o valor da sua presença e da sua assinatura já haviam superado o preço de qualquer cardápio.
Ele não precisava de dinheiro para pagar.
Precisava apenas de um pedaço de papel e de saber o quanto valia.
Fontes: ISTOÉ — ArteRef — Revista Bula — Top Melhores
Esse documentário da Globo sobre a expansão do crime no Brasil tá foda demais! Totalmente imparcial, não passa pano pra nenhum dos lados e ainda escancara a corrupção que rola dentro da PMERJ, com direito a um PM anônimo contando todos os crimes que a polícia do Rio comete.