@leonageral De boa, o Pedrinho precisa chegar amanhã e mostrar quem é que manda e assina o cheque ali. Jogar no Cruzeiro é uma bênção… todo mundo faz o que quer ali dentro. Melhor emprego do mundo: um resort de jogador sem personalidade e perspectiva de vencer
@cec_informs_ Se o cara que tem o dinheiro não se importa… quem somos nós. Só acredito em mudança no dia que o resort de jogador sem perspectiva fechar.
O “presidente do mundo” decidiu ignorar regras, tratados e décadas de construção do Direito Internacional. Fez o que bem entendeu e chamou isso de “justiça”. O que as civilizações desde as mais antigas chamam de “Justiça com as próprias mãos”, ou agora “próprias bombas”.
Antes dos gritos dos sabidos contra o post falando em “defensor de ditador”, ou me convidando para “more la”, é bom um aviso de utilidade pública: eu classifico a Venezuela como uma ditadura. E - também por isso - o regime não tem minha simpatia. Mas a questão é outra aqui, até porque tá tudo bem pro presidente do mundo os regimes da Arábia Saudita, Uganda, Egito…
Dito isso….
O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorrido nesta madrugada, não é apenas um episódio militar ou geopolítico. Do ponto de vista jurídico, é algo muito mais grave: violação direta da proibição do uso da força, pilar central da ordem internacional desde 1945.
A Carta das Nações Unidas é clara: nenhum Estado pode usar força armada contra a integridade territorial ou a independência política de outro, salvo duas exceções, legítima defesa diante de ataque armado prévio ou autorização expressa do Conselho de Segurança da ONU.
Nenhuma delas se verifica aqui.
Sem essas condições, o ato configura ato ilícito internacional e, à luz do Estatuto de Roma, crime de agressão. Não existe “ataque preventivo”, “intervenção moral” ou “vontade política” que suspenda o Direito Internacional quando convém a uma potência.
O problema não é apenas a Venezuela. Quando quem se apresenta como guardião da ordem global rasga as regras, o recado é simples: elas valem só quando interessam.
Mesmo sem saber o desfecho dessa história, o maior derrotado já tem nome e sobrenome: a diplomacia internacional. O presidente do mundo está inaugurando um novo modelo de gestão global: o “American Way of Force.”
@fernandoroch Fernando, ele tem tanta culpa quanto esse amontoado de jogadores aí. Falta pulso dentro Cruzeiro. Isso tá parecendo uma colônia de férias. E de lascar!!!
@RealBennytheDog E pensar que dava pra fazer o feijão com arroz e jogar de igual para igual. Impressionante…. Torcer para o cruzeiro não é para amadores