Sabe Princesa, apesar de pensar muito ainda não consigo dizer uma palavra especifica pra você, a verdade é que não há só uma palavra que para ser dita, foram 21 anos, 21 anos de muitos sentimentos, muitos acontecimentos e muita vida, é impossível concluir tudo isso em apenas uma
o scaloni nem entende muito o que acontece, ele só curte o momento como o técnico do time da sessão da tarde que ganha o campeonato com um menino de oculos, uma garota disfarçada de menino e um cachorro com a camisa 9
Varela PROTAGONIZOU aula inesquecível sobre como a coragem de transbordar além do modelo, de ser sujeito, expressão da cultura o fez tal combatente, pode ser toda a diferença entre o "cumpridor" e o campeão.
Quando vier a (natural) baixa, não vou esquecer.
A história não passa.
A prefeitura do Rio proibiu, a partir de hoje, a publicidade de casas de apostas em espaços públicos sob concessão municipal: outdoors e mobiliário urbano.
É uma escolha política: proteger crianças, adolescentes e famílias vulneráveis em detrimento do lucro de um setor bilionário.
As bets são a face mais crua do capitalismo rentista: não produzem nada, nem emprego, nem tecnologia, nem cadeia produtiva, apenas extraem renda do desespero econômico de quem tem pouco, via um app desenhado para viciar.
Que o Rio seja exemplo para o Brasil, porque o que está em jogo é o projeto de país queremos.
Tostão em sua coluna na Folha:
“Receio que no futuro, a história conte que havia um país do futebol que tinha um rei, Pelé, e um grande número de craques fenomenais que jogavam o futebol bonito, espetacular e eficiente.
O mundo parava para ver o Brasil jogar.
Porém, por conta da desorganização, ganância, incompetência, corrupção, dos otimistas prepotentes, da globalização e da evolução dos outros países, o futebol brasileiro tornou-se igual a tantos outros e abaixo das principais potências.
É preciso reagir. O futuro não é destino, futuro é o que será construído.”