☢️ Reflexão da Cooperativa: trabalho igual, salário igual. A União Europeia abraça de x o comunismo
Começa tudo com a lengalenga do costume! As mulheres ganham menos do que os homens porque os patrões, uns facínoras fdp acordam de manhãzinha com vontade de pagar mais caro às pessoas com c@ralho só para manter a máquina do patriarcado a funcionar. É de facto uma teoria brilhante, sobretudo porque parte do princípio de que o capitalista, o bicho que só vê lucro à frente, prefere gastar mais dinheiro em salários machos, quando, pela mesma lógica, podia contratar só mulheres, pagar menos e lucrar ainda mais.
Mas não. O patrão é mega super ganancioso, exceto quando a ganância estraga a narrativa. Aí já passa a ser o machista da folha salarial. É por medida, suponho eu.
Bom, mas eu até tenho curiosidade em perceber o que se passa nas administrações públicas em Portugal. Em março de 2026, o Estado tinha 767 094 postos de trabalho nas administrações públicas, e as mulheres representavam 62,7% do emprego público. Ora não estamos propriamente a falar de uma minoria perdida no corredor das fotocópias. E nas chefias? No final de 2025, as mulheres representavam cerca de 56%. Na administração pública, defesa e segurança social, o gender gap bruto aparece negativo; em 2022, era -15,0% na remuneração base e -9,9% no ganho mensal. Ora eu quero saber porque é que o Estado paga mais às mulheres do que aos homens. Raios, eu esperaria que desse o exemplo, e alinhasse pela bitola do 50/50, e pagasse o mesmo a ambos os sexos. Eu deixo a fonte nos comentários, naturalmente.
Adiante!
Agora Bruxelas decidiu resolver o problema com mais grelhas, mais relatórios, mais obrigações, mais explicações, mais departamentos de recursos humanos a escreverem frases balofas para justificar decisões que antes eram apenas decisões de gestão. ⚠️A empresa deixa de pagar melhor a quem entrega mais; passa a pagar aquilo que consegue defender sem levar com uma queixa, uma auditoria, uma comissão ou uma alma iluminada a gritar discriminação porque duas pessoas com o mesmo título no cartão não produzem o mesmo valor no mundo real.
É aqui que a coisa se torna venenosa para trabalhadores e empresas. Esta legislação não vai necessariamente puxar os salários baixos para cima. Isso custa dinheiro. O mais provável é fazer o contrário, travar aumentos individuais e nivelar por baixo. Porque quando cada diferença salarial passa a ser um potencial processo, a solução mais segura não é premiar o mérito; é enterrar o mérito numa vala comum chamada equidade.⚠️
O trabalhador average passa a ser o porto seguro. E o mau trabalhador, esse, claro, agradece; finalmente há uma política pública que olha para a diferença de resultados como se fosse uma ofensa.
No fundo, é o socialismo encapotado da União Europeia no seu estado mais bruto, não nacionaliza a empresa, para jáa mas nacionaliza a lógica salarial. Não diz ao patrão quanto deve pagar, mas cria um labirinto onde pagar de forma diferenciada se torna suspeito e juridicamente perigoso. É a economia de mercado com trela.
Para mim, o mais cómico, no meio deste circo, é que continuam a tratar as empresas como antros de maldade onde homens são pagos a peso de ouro só por terem nascido com picha. Como se uma PME, esmagada por impostos, energia, crédito, salários, segurança social, inspeções e papelada, tivesse ainda uma espécie de gaveta secreta chamada dedicada ao patriarcado.
➡️➡️A verdade é muito mais inconvenente, os salários são mercado, escassez, valor, risco, produtividade, negociação e também contexto. Mas isso náo interessa. É muito mais fácil apontar para o gender gap amanhado pelos patudos da matemática e carregar com mais uma diretiva europeia.⬅️⬅️
Em suma camaradas, esta legislação não destrói a desigualdade. Destrói é a elasticidade. Não liberta os trabalhadores. Amarra é as empresas. Não promove mérito porque prefere desconfiar dele.
Incapaz de criar riqueza, a UE torna-se especialista em fiscalizar a pouca que ainda não fugiu daqui para fora. Parabéns a todos os envolvidos.
Tenho dito,
o dono da cooperativa
- Cuando un tipo de derecha no es cazador y no le gustan las armas, no sale a cazar y no compra armas.
- Cuando un tipo de izquierda no es cazador y no le gustan las armas, pide que sea prohibida la caza y la venta de armas.
- Cuando un tipo de derecha es vegetariano, no come carne.
- Cuando un tipo de izquierda es vegetariano, hace campaña en contra de los alimentos de carne y le gustaría que se prohibiese comer carne.
- Cuando un tipo de derecha es homosexual, hace una vida normal.
- Cuando un un tipo de izquierda es homosexual, hace apología de la homosexualidad, va a las manifestaciones "orgullo gay" y acusa de "homofóbicos" a todos los que no piensan como él.
- Cuando alguien de derecha pierde el trabajo, piensa en cómo salir de la situación y hace todo lo posible por encontrar un nuevo trabajo.
- Cuando alguien de izquierda pierde su trabajo, va a quejarse con el sindicato, gasta hasta el último día y va a todas las manifestaciones y huelgas contra la derecha y en contra de los empresarios.
- Cuando a un tipo de derecha no le gusta un programa de televisión, cambia de canal o apaga el televisor.
- Cuando a un tipo de izquierda no le gusta un programa de televisión, se queja y denuncia en los periódicos, las radios, los canales de televisión, se une a algún partido político de izquierda para promover una causa con el fin del alcanzar el cierre definitivo del canal de televisión que transmite el programa que no le gusta.
- Cuando un tipo de derecha es ateo, no va a la iglesia.
- Cuando uno de izquierda es ateo, se burla y persigue a todos aquellos que creen en Dios, denuncia la escuela o la institución que exponga un crucifijo, protesta contra cualquier signo de identidad religiosa, pide que se expropien los bienes de la iglesia, que se prohíba la semana santa y cada procesión o peregrinación (contra el Islam no hace nada porque no tiene el coraje).
- Cuando un tipo de derecha tiene problemas económicos, busca la manera de trabajar y ganar más dinero o trata de encontrar financiación para pagar sus deudas, y si puede, ahorra.
- Cuando un tipo de izquierda tiene problemas económicos le echa la culpa a la derecha, a los empresarios, a la burguesía, al capitalismo, a los neo conservadores etc., etc., luego se pone en contacto con un sindicato con la esperanza de que luego lo metan en un partido político o donde se pueda.
- Cuando un tipo de derecha lee este escrito, se ríe y si tiene ganas lo envía a sus amigos.
- Cuando un tipo de izquierda lee este escrito, se pone furiozo y trata de fascista y retrógrado a quién lo ha escrito y se lo envió.
Sólo cabría agregar: Un hombre de derecha persigue su propia felicidad; un hombre de izquierda persigue arruinarle la felicidad a los demás.
☢️ Em conclusão: o sucesso é um mero falhanço escondido
Entre 2015 e 2025, diz-nos o estudo, a percentagem de jovens dos 15 aos 24 anos com contratos temporários caiu em Portugal de 67,6% para 49,8%. Em Espanha, essa queda foi ainda mais vistosa, de 70,4% para 44,4%. E pronto, com estes números bem penteados, nasce a conclusão luminosa de que afinal, reforçar direitos laborais, limitar contratos a prazo e proteger mais os trabalhadores não destrói emprego; pelo contrário, pode coexistir com crescimento, produtividade e estabilidade.
É uma história bonita. Tem académicos, tem conferência, tem Espanha como exemplo ibérico, tem Portugal como aluno aplicado, e tem, claro, dedo xuxa. O problema é que, quando se sai da manchete e se desce à terra, a coisa perde o verniz. Porque o tal sucesso português, que nos é servido como prova de maturidade laboral, significa que, depois de dez anos de suposta melhoria, ⚠️quase metade dos jovens empregados por conta de outrem entre os 15 e os 24 anos continua com contrato temporário. Quase metade. Não estamos a falar de uma pequena bolsa residual, de um fenómeno marginal, de uma imperfeição estatística perdida no rodapé. Estamos a falar de 49,8%.
➡️➡️Chamar a isto sucesso exige um certo talento para a ilusão.
O desemprego jovem mostra bem a dimensão do embuste. Em 2025, Portugal podia orgulhar-se de uma taxa de desemprego geral à volta dos 6%, valor suficientemente apresentável para ministros, comentadores e relatórios de fim de ciclo. ⚠️Mas, quando se olha para os jovens dos 16 aos 24 anos, o número sobe para 19,5%. Quase um em cada cinco jovens ativos estava desempregado. Num país que fala todos os dias de talento, inovação, competências digitais, transição tecnológica e inteligência artificial, quase 20% dos jovens que querem trabalhar não encontram trabalho. E os que encontram, muitas vezes, entram pela porta estreita do estágio, do contrato tremido e do salário miserável.
⚠️A seguir vem a emigração, esse grande purificador estatístico que os governos tratam sempre com a delicadeza de quem não quer acordar um morto. Entre 2015 e 2024, somando emigração permanente e temporária, saíram de Portugal cerca de 205 mil jovens dos 15 aos 24 anos. Todos os anos, qualquer coisa entre 18 mil e 23 mil jovens nessa idade pegou na mala e saiu do país.
A narrativa do sucesso do livro do ISCTE começa a ganhar contornos de anedota trágica, certo? Melhor do que acabar com a precariedade jovem é não ter jovens dispon��veis para serem precarizados. Não há jovem, não há contrato a prazo jovem. Não há contrato a prazo jovem, baixa a percentagem. Baixa a percentagem, nasce a tese. Nasce a tese, aparece a conferência. Aparece a conferência, todos concluem que o modelo afinal funciona. É brilhante. Não se resolve o problema, exporta-se a vítima. Fica tudo mais limpo no Excel.
Por fim, a imigração. Em 2015, Portugal tinha cerca de 389 mil cidadãos estrangeiros residentes. Em 2024, tinha mais de 1,5 milhões. Quase quadruplicou. A restauração, os hotéis, as limpezas, as obras, a agricultura, os armazéns, a distribuição, o comércio e uma fatia relevante dos serviços de apoio assentam hoje numa massa enorme de trabalhadores estrangeiros. O problema está no tipo de economia que os absorveu e nas condições em que demasiadas vezes os absorveu.
⚠️Muitos foram para os setores onde a precariedade sempre teve morada fixa: alojamento e restauração, construção, agricultura, limpezas, trabalho tempor��rio, outsourcing, logística, comércio, serviços operacionais. Setores de rotação alta, salários baixos, horários partidos, sazonalidade, dependência hierárquica forte e contratos frágeis. A precariedade que antes apanhava muitos jovens portugueses à entrada do mercado passou, em larga medida, a ser suportada também por imigrantes, frequentemente mais vulneráveis, mais disponíveis para aceitar más condições e com menos margem para dizer não.
Em Portugal, quase 34% dos trabalhadores estrangeiros tinham emprego temporário. Portugal conseguiu, com aquele toque de reverse midas que nos caracteriza, transformar uma fragilidade europeia numa especialidade local. ⚠️Importámos mão de obra para sustentar setores que não quiseram ou não souberam subir salários, melhorar produtividade e oferecer condições capazes de fixar quem cá nasceu. Depois olhámos para a queda dos contratos a prazo nos jovens e fizemos cara de quem descobriu a pólvora.
➡️➡️ O "sucesso espanhol": Espanha, apresentada nesta história como o grande farol, também merece menos incenso, camaradas. É verdade que reduziu mais a temporalidade jovem, descendo de 70,4% para 44,4%. É verdade que a reforma laboral espanhola foi mais funda e que os resultados no indicador são mais impressionantes. Mas convém não perder o pudor, 44,4% dos jovens empregados dos 15 aos 24 anos continuam com contrato temporário. Quase metade. Além disso, o desemprego jovem espanhol continua superior ao português. Portanto, se Espanha é o suprassumo da barbatana laboral, então estamos perante um peixe bastante triste. Melhorou, sim, mas melhorou a partir de um buraco tão fundo que qualquer degrau parece uma varanda.
É esta a grande fraude moral da década. Passámos anos nas mãos de ilusionistas xuxas que nos venderam estabilidade como se fosse prosperidade, salário mínimo como se fosse política industrial, turismo como se fosse estratégia nacional, imigração como se fosse solução mágica, Estado como se fosse motor económico e legislação laboral como se fosse justiça social embalada em decreto. Enquanto isso, a produtividade continuou medíocre, os salários continuaram curtos, a habitação ficou impossível, a juventude foi adiando a vida e o país habituou-se a confundir ausência de colapso com sucesso.
Podemos apenas imaginar o que seria hoje Portugal se não tivesse perdido uma década nesse teatro. Um país mais flexível, mais dinâmico, menos burocrático, menos desconfiado de quem quer contratar, investir, crescer e arriscar. Um país onde fosse mais fácil criar empresas robustas, contratar cedo, promover depressa, pagar melhor por produtividade real e permitir que os jovens entrassem no mercado sem terem primeiro de atravessar o pântano dos estágios, dos contratos a prazo, da dependência familiar e da emigração como plano B. Talvez não fosse perfeito. Nenhum país é. Mas dificilmente seria pior do que esta espécie de socialismo administrativo que protege tanto o trabalhador que acaba por lhe proteger o lugar fora do país.
A retórica oficial gosta de dizer que flexibilizar é precarizar. Portugal não é um sucesso no emprego jovem. Espanha, com todo o aparato da reforma exemplar, também não é propriamente o paraíso. São dois países com juventudes ainda demasiado expostas ao desemprego, à temporalidade, à emigração, à instabilidade e à promessa eternamente adiada de uma vida normal.
➡️➡️O país não resolveu problema nenhum. Aprendeu a apresentá-lo melhor. O jovem vai embora, o imigrante ocupa o turno, o contrato continua frágil, o salário continua curto, a casa continua impossível, a produtividade continua rasteira, mas a percentagem melhorou. E, se a percentagem melhorou, alguém há de chamar-lhe sucesso.
Eu chamo-lhe outra coisa, um falhanço escondido.
Tenho dito.
o dono da cooperativa
Greve geral
O que vi
- Funcionários públicos a manifestar-se contra medidas que não os afetam
- desempregados a incentivar outros a não trabalhar
- delinquentes a causar distúrbios
- banco de horas e Gaza, a mesma luta
O que não vi
- soluções
António José Seguro, Presidente da República pelo PS, o partido mais corrupto de Portugal, olha para as câmaras e declara: “Não existe corrupção em Portugal .”
A única coisa que não existe aqui é respeito pelo povo português.
O PSD pode ter (e tem) muitos defeitos.
Mas nada me fará algum dia concordar que neste sentido são iguais.
O PS é a maior máfia partidária que este país criou e alimentou desde o 25 de Abril.
Pessoas bonitas, quero que saibam que, se a minha conta for suspensa, foi um enorme prazer poder expressar aqui a forma como vejo a política atual e a censura que asfixia a Europa.
Nunca se deixem abalar pelos insultos de quem não tolera que defendam os vossos princípios. A censura está bem viva, disfarçada de “democracia”, uma fachada que serve apenas os interesses de uma elite, muitas vezes contra o próprio povo.
Não vou criar outra conta. Seria inútil. A minha intenção nunca foi espalhar ódio, mas quando a hipocrisia, a corrupção e a mentira descarada dominam o espaço público, ficar calada deixa de ser uma opção.
Vivemos num tempo em que a comunicação social já não serve a verdade, mas sim narrativas ideológicas. Eu escolhi pensar pela minha própria cabeça e manter-me fiel aos meus princípios.
Obrigado a todos os que ainda têm coragem de questionar, refletir e pensar por si próprios. Pessoas assim são cada vez mais raras e cada vez mais importantes.
Portugal pertence à sua história, à sua cultura e ao seu povo. 🇵🇹🫡