Neymar: "Tinha um milhão de euros com apenas 14 anos jogando no Madrid, mas chorava pela minha família.
Dormia em um hotel cinco estrelas, mas comia mal, não entendia o idioma e sentia falta de um simples prato de arroz com feijão. Estava treinando em um dos maiores clubes do mundo e, mesmo assim, só queria voltar para casa. Um dia disse ao meu pai: 'Não aguento mais. Quero ir embora.' Ele não me perguntou duas vezes. Pegamos as malas e voltamos para o Brasil."
"Eu não sonhava com a Europa. Eu sonhava em jogar na rua, com meus amigos, na terra batida do meu bairro. Sonhava em ouvir os gritos do meu pai da arquibancada de um ginásio de futsal, me dando instruções como se ele também ainda estivesse jogando. Desde pequeno já me diziam que eu era diferente. Com sete anos já me colocavam com garotos de dez, porque com os da minha idade era fácil demais.
Passei por muita coisa: lesões, críticas, comparações. Fui chamado de 'novo Pelé', de 'menino mimado', de quem cai muito. Mas também fui o que levantou o ouro olímpico com o Brasil, o que fez história no Santos, o que jogou com Messi e o que se tornou o maior artilheiro da seleção.
Depois de mais de uma década na Europa, voltei para casa. Para a Vila Belmiro. E ao abraçar meu pai no dia do meu retorno, só consegui dizer: Conseguimos. Não pela fama, nem pelos títulos. Conseguimos porque fizemos tudo isso juntos e sem esquecer de onde viemos."
OINEGUE: Se o VORCARO tivesse contratado o escritório de advocacia MAIS CARO DO MUNDO, Kirkland & Ellis — que pode cobrar até 15 MIL reais por hora de trabalho de um de seus ADVOGADOS —, para prestar os mesmos serviços que a VIVI BARCI prestou, teria saído mais barato.
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