A biologia em PDF acabou de morrer.
Um cara fez um app onde você explora estruturas 3D como num videogame.
UI: GPT Images 2. Código: Gemini 3.1 Pro.
Os livros didáticos já não servem.
@marciocaminhone@mdassisonline Os olhos não são de jabuticaba.Os olhos são oblíquos,ou seja,parecem https://t.co/eqD2Ajc2fk lentes oblíquas são aquelas em que é possível ver o fundo.Logo,os olhos dela devem ser bem verdes ou azuis. Uma edição escolar fixou essa visão do olho castanho em uma ilustração na capa.
Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen - 50, 49, 47 e 50 anos - passaram pela face oculta da Lua e, por quarenta minutos, ficaram em silêncio absoluto com o restante do universo. Sem sinal. Sem contato. Só eles e o infinito espaço. E quando voltaram, quebraram o recorde da maior distância já percorrida por um ser humano na história. Não quando tinham vinte e poucos anos e tudo pela frente. Foi ontem. Foi agora. Com décadas de vida nas costas.
E isso muda tudo. E isso diz tudo sobre muita coisa na vida. Na minha vida. Na sua vida.
Porque a gente passa a vida inteira ouvindo, de formas diferentes, a mesma coisa: que existe uma época certa pra conquistar algo grande. Uma janela. Um prazo. Que depois de uma certa idade o trem já passou. Que a energia não é mais a mesma, que é tarde demais pra sonhar com determinadas coisas. A gente não ouve isso só de fora, ouve de dentro também. É aquela voz interior que aparece quando você vai dormir, dizendo que você esperou tempo demais, que outros já chegaram lá, que sua vez foi e você não viu ou não correu atrás.
Mas, esses quatro foram à Lua e mandaram essa sua voz interior calar a boca. E a voz alheia também.
Nenhum deles chegou lá por acidente. Foram anos, foram décadas, de treino, de perseverança e, talvez de uma rejeição aqui, uma tentativa que não deu certo ali. Talvez ainda de alguém dizendo: “se aquiete que você está velho - ou velha - pra isso.”
Cada ano que passou não foi um ano perdido. Foi um ano construído. Cada frustração foi material. Cada “ainda não” foi parte do caminho, não o fim dele.
E sabe o que é mais impressionante? Eles não chegaram apesar da idade. Chegaram com ela.
Com a calma de quem já errou o suficiente pra não entrar em pânico. Com a clareza de quem já sabe separar o que importa do que não importa. Com a resistência de quem foi testado tantas vezes que aprendeu a confiar no próprio preparo. A experiência não foi um peso, foi o que sustentou tudo quando ficou difícil.
Enquanto estavam atrás da Lua, sem comunicação, sem saber o que estava acontecendo lá embaixo, havia só uma coisa: o que eles tinham construído ao longo de toda uma vida. Não dava pra ligar pra ninguém. Não dava pra pedir confirmação. Era só o acúmulo de anos e a decisão de continuar.
Isso é o que a idade faz, quando você não deixa ela virar desculpa. Ela aprofunda. Ela firma. Ela transforma cada cicatriz num argumento a favor de seguir em frente.
Então quando alguém olha pro próprio sonho e pensa que já é tarde demais, pense então nos quatro. Nos 49 anos de média de idade deles.
Sonhos não têm prazo de validade. Têm prazo de construção. E construção leva tempo. Às vezes muito tempo. Às vezes uma vida inteira.
No final, a questão nunca foi a sua idade. A questão sempre foi se você ainda quer.
@Gaspar_Luis Raras empresas contratam doutores. Para a educação... Há um limite estabelecido pelo MEC por curso. Eles mantém o que o MEC pede e contratam pessoas sem a experiência formativa.