Carioca do subúrbio da Zona Norte. Chegou a jogar nas categorias de base do Vasco. Heteroviado (cf. CHAGAS, J.). Prof de português e literaturas no @CP2_oficial
Eu não aceito o resultado dessas eleições! As prefeituras tentaram roubar pra mim, um advogado advogou, um juiz decidiu, e eu tive menos votos! É impossível aceitar o resultado dessas eleições!
Chora mais, golpista!
#LulaMaiorDoMundo#DeViradaEMaisGostoso
Já se sabe:
- A RioPag deu calote de R$ 9,4 milhões na Loterj, pois faz as apostas online do Rio de Janeiro e parece ter roubado o Estado
- Willer Tomaz teve uma CONTA CONJUNTA no Banco Santander com FLÁVIO BOLSONARO
Os esquemas do Flávio nesses 4 anos vão ser encobertos??
Willer Tomaz, advogado, dono da RioPag
Ele enviou R$ 325 milhões pra casa de apostas Blaze
De onde veio esse dinheiro?
A Polícia Federal está investigando
#exercitodolulaemcampo#exercitodolula
Mais de 24h sem internet wi-fi da @ClaroBrasil no Rio de Janeiro
Precisa descontar uma diária desse serviço não prestado aí
No mínimo, né... A partir de amanhã, é prejuízo no trabalho
Eu gostaria de ter centrado o projeto nas tradições ameríndias e africanas, mas fui voto vencido diante dos alunos 😂
Me disseram: queremos o mundo inteiro!
Está bem, quem sou eu! Não sou capaz mas vou fingir que ofereço a vocês o mundo inteiro!
Nesse ano letivo, propus como projeto de pesquisa para estudantes de ensino médio, a leitura de poemas de diversas antiguidades culturais
Começamos pelo Epitáfio de Seikilos, texto europeu mais antigo em que se conhece a letra e a música, ou seja, o poema lírico mais antigo
A ideia nasceu de uma das poetas estudantes que acompanha o projeto
No fim, desejamos apresentar à comunidade escolar sugestões para que o ensino de teoria e história da poesia no ensino médio seja mais cosmopolita e menos eurocentrado
Por fim, pareceu muito estranho escrever sobre si sem usar a primeira pessoa
Mesmo depois de leituras e orientações, a primeira pessoa aparecia no texto
Às vezes, misturada à terceira pessoa
São semanas de trabalho para cada um chegar num parágrafo, mas alguma coisa se aprende
Propus a meus alunos no oitavo ano do ensino fundamental escreverem uma minibiografia
Foi um trabalho árduo chegar a parágrafos organizados em sequência de frases
E numa linguagem formal, com elementos que os caracterizam no contexto da escola
A prática de esportes é uma constante, esportes variados e alguns recorrentes, como muay-thai
Além disso, foi uma novidade para alguns deles perceber o que os caracteriza
Comer e dormir, afinal, todos fazemos, assim como mexer no celular
– Pô, professor, quase ninguém veio, vamos fazer um jogo!
– Bora, a gente pode jogar forca, que tem a ver com o que a gente estuda...
– Ih, ah lá, você topou! Na escola que eu estudava antes não era assim legal não, tá maluco!
Para que serve uma escola? Esta escola?
Um professor ensina o que ele quer, ou o que está, a princípio, democraticamente proposto?
A exigência no ensino escolar é ilegítima? Gera desconfiança?
Proponho que ler e escrever pode incluir qualquer subjetividade desconfiada
O texto dos estudantes adolescentes tem apresentado desleixo ou desconhecimento em relação aos padrões linguísticos de alfabetização
Acentuar, pontuar, diferenciar maiúscula de minúscula, ou mesmo apresentar cada letra legível aparece como um desafio importante
– É assim que você quer, professor?
Rimos, pois o desejo não é meu, mas, sim, o trabalho de ensinar
Então, a crise não parece estar apenas no saber
Na obsolescência do texto manuscrito
A crise parece estar na legitimidade da escola e do ensino