O "Lamine Yamal" do exames do 12º ano fartou-se de estudar, estudar, estudar, mas agora diz estar na incerteza de ter que fazer a 2ª chamada sem preparação alguma.
Imagino que o estudo todo era específico para a 1ª fase.
A geração mais bem preparada de sempre.....🥸
As notas deviam ter saído no dia 14, saem hoje, com 3 dias de atraso. Drama.
A coisinha está à espera da nota a português para se candidatar a uma faculdade muito específica. Português!!
Dizem vocês, ou digo eu?🥸
@SICNoticias Os imigrantes estão a preencher os trabalhos que dos patrões exploradores. Como patrão é para mim confuso os socialista pactuarem com a exploração humana, ao mesmo tempo que sei que é destes que se alimenta o socialismo.
O Grande Truque de Costa e Centeno: A "Convergência" era Afinal Maquilhagem Estatística
Durante anos, fomos alimentados a pão e propaganda. António Costa sorria com o otimismo que se lhe conhecia, Mário Centeno era aplaudido na Europa como o "Ronaldo das Finanças" e a narrativa oficial era inabalável: Portugal estva a crescer bem, as contas estavam certas e estávamos finalmente a convergir com os níveis de vida europeus.
Era um país "cor-de-rosa" desenhado a preceito. Mas o problema dos truques de magia é que, mais tarde ou mais cedo, alguém acende as luzes do palco. E as luzes acenderam-se agora com a revisão dos dados demográficos do INE.
Afinal, a convergência de Costa e Centeno nunca existiu. Foi um miragem matemática.
Para perceber como fomos iludidos, basta compreender uma conta simples de divisão. O indicador que mede o nível de vida de um país é o PIB per capita, ou seja, dividi-se a riqueza produzida pelo número de habitantes.
O que é que a dupla Costa-Centeno fez (e os governos seguintes continuaram)?
Utilizaram durante anos uma estimativa populacional desatualizada, que ignorava o descontrolo e a verdadeira magnitude do fluxo imigratório gerado pelo fim do SEF e pela transição para a AIMA. No papel, éramos menos de 11 milhões. Com essa população artificialmente baixa, a riqueza dividida por cada português parecia maior: a Comissão Europeia dizia que estávamos confortáveis nos 81,3% da média europeia.
Os dados reais revistos pelo INE vieram repor a verdade: Portugal tem, afinal, 11,4 milhões de residentes. Há mais meio milhão de bocas para dividir o mesmo bolo.
Quando se refaz a conta com a verdade demográfica, o castelo de cartas desaba: o nosso nível de vida real afunda para os 77,0% da média da União Europeia.
Comparando com o ano de 2019 (pré-pandemia), em que estávamos nos 77,2%, Portugal não convergiu absolutamente nada. Pelo contrário, divergiu.
Regredimos. Perdemos quatro posições no ranking europeu.
Mário Centeno orgulhava-se do seu brilhantismo técnico, mas o modelo económico que ele e António Costa cimentaram foi o da sobrevivência baseada em mão-de-obra barata e sem qualificações.
Grande parte da imigração em massa atraída para o país não foi para criar tecnologia ou inovação; foi canalizada para alimentar os setores onde a economia portuguesa já estava especializada e estagnada, como o turismo de baixo valor acrescentado. Pior: com um desfasamento brutal entre a imigração e a dinâmica económica, empurrou-se uma massa gigantesca de pessoas para a economia paralela, que um estudo da FEP estimou representar uns assustadores 35% do PIB.
Enquanto os nossos governantes se pavoneavam com os elogios da revista The Economist, a Roménia, sim, a Roménia, que há poucos anos era o país mais pobre da Europa, ultrapassou Portugal em nível de vida (77,9% contra os nossos 77,0%). Fomos ultrapassados por quase todas as economias de Leste, que souberam aplicar os fundos europeus na indústria e na produtividade, enquanto nós os derretemos em consumo e funcionalismo público.
O legado económico de António Costa e Mário Centeno resume-se a isto: Portugal é hoje a 6.ª pior economia da União Europeia. E as projeções para 2027 indicam que seremos ultrapassados também pela Hungria, caindo para o 23.º lugar.
O crescimento económico de que se gabavam era fumo estatístico. Descontada a inflação, o nível de vida real dos portugueses cresceu uns humilhantes 0,3% ao ano entre 2019 e 2025. Todo o dinheiro do PRR e da bazuca foi engolido pelo aumento do custo de vida.
Costa e Centeno não nos entregaram um país mais rico, entregaram-nos um país viciado em estatísticas criativas, especializado em salários baixos, que expulsa os seus jovens mais qualificados por falta de perspetivas e que sobrevive à custa de anestesia política. É hora de exigir responsabilidade a quem passou anos a vender-nos um oásis que, afinal, era apenas um deserto mal medido.
Socialismo a ser Socialismo…