@Quem_e_Satoshi Sou de São Paulo e dos 4 estados que conhecido Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais), Fortaleza (Ceará) , Porto Seguro( Bahia), o que gostaria de morar é em Aracaju ( Sergipe).
@silvionavarro Não sabia que será candidato Silvio, posso garantir que terá meu voto. O homem que escreveu aquele brilhante livro sobre Celso Daniel, merece espaço na política nacional !
@CortesTrezoitao@gilsonluciop Esse é o centro da vida de um homem, tudo está depois disso. Também fiz catecumenato( catequese de adulto) , foi uma conquista maior do que os cursos técnicos , faculdade etc etc.
@hzgregory Eu lembro que tinha uns 20 e poucos anos, e é aquela pressão de vendedor, não te deixa pensar ou sair do lugar sem comprar, você a passeio e descontraído acaba comprando pelo desconforto.
@hzgregory Cara você vai lá no mercadão, e os vendedores se fazem de simpáticos , e oferecem para você experimentar frutas diferentes como tâmaras, pitais etc, e vai te levando mais pra dentro da vendinha, nessa fazem bandeja, como se fosse tudo em conta , quando você vai passar vê o preço.
Conversões em massa
Diante de uma cultura em declínio e de artistas em pregação moral, cresce um fenômeno inesperado: conversões em massa ao catolicismo
Josias Teófilo na Revista Crusoé
25.07.2025
A cineasta Petra Costa no seu mais novo filme, Apocalipse nos Trópicos, faz uma reflexão confusa, em forma de ensaio, sobre o que considera a ascensão dos evangélicos na política brasileira.
O filme, que não se decide entre contar a história recente do Brasil e interpretar de modo apocalíptico o fenômeno do crescimento dos evangélicos na sociedade brasileira, sem conseguir disfarçar um preconceito arraigado, tem lá pelo final uma frase bastante sintomática.
Ela diz: “Pensei que a sociedade fosse evoluir para não precisar da religião, hoje noto que estamos no caminho oposto”.
Como até o relógio parado acerta duas vezes ao dia, nesse caso Petra Costa acertou.
Porém, eu não acho que os evangélicos sejam o elemento novo na sociedade brasileira.
Na realidade, um dos fenômenos que ela tenta representar, da ascensão dos evangélicos na periferia, tem sido bem representado desde o programa Documento Especial, passando mais recentemente por documentários de Eduardo Coutinho.
O elemento verdadeiramente novo, para mim, é a grande quantidade de conversões ao catolicismo, de pessoas que eu nem imaginava que voltariam para a Igreja.
E também o grau de viralização que o catolicismo tem conseguido na internet —cujo exemplo mais evidente são as lives do Frei Gilson rezando o terço às 4 horas da manhã, que junta mais de um milhão de espectadores, ou melhor, fiés.
Eu, que sou católico, tenho visto marxistas voltarem a frequentar a igreja, gente do meio artístico, ex-ateus, dançarina de TikTok, ex-pastor evangélico, ex-rosacruz, lutador de jiu-jutsu, ator da Globo, Narcisa Tamborindeguy etc.
Semana passada, estive tentando uma explicação para tantas conversões no meu entorno. E cheguei a alguns apontamentos.
Há exatos dez anos eu vinha a São Paulo para eventos culturais, concertos, óperas, mostras de cinema, para escrever para a Revista Continente. O cenário era completamente diferente do que é hoje: a vida cultural era melhor e mais desenvolvida.
As óperas no Theatro Municipal de São Paulo eram excelentes.
Vi uma Aida, de Giuseppe Verdi, com cenário e figurinos impecáveis regida por John Neschling.
Assisti a Valery Gergiev regendo na Sala São Paulo, o violinista Itzhak Perlman tocando no Theatro Municipal.
As peças de teatro eram feitas por gente altamente qualificada, como Antunes Filho.
Havia uma grande quantidade de sebos e livrarias, dos quais só alguns ainda existem.
E a vida noturna também era maior: lembro de ver ruas inteiras em Pinheiros tomadas de gente. Os bares fechavam mais tarde.
Hoje é bem diferente: os bares fecham mais cedo e estão menos lotados.
Um amigo foi a uma festinha recentemente e disse que parecia uma festa de testemunhas de Jeová: ninguém paquerava ninguém. No X sempre aparece vídeos de mulheres dizendo que os homens não a paqueram mais na noite.
A coisa que mais me fascinava em São Paulo, quando eu vinha antes de morar aqui, era a diversidade de experiências e pessoas que existia no Centro. Hoje não tem mais diversidade porque só tem gente estranha de modo igual.
São Paulo ainda é uma bela cidade para conhecer cultura, mas a coisa decaiu muito. Nossos consolos mundanos estão cada vez mais comprometidos por gente como Petra Costa, que tornou tudo insuportável.
Não importa se você vai a uma peça de teatro, a um filme ou a um show, é tudo palestrinha: lição de moral, explicações rasas de realidades complexas, politicamente correto, militância.
Nelson Ascher escreveu: “Não faz muito tempo os intelectuais todos pensavam diferente e viviam discutindo entre si. Hoje todos pensam igual e vivem passando sermão no resto da humanidade”.
O mesmo pode-se dizer dos artistas: antes eles eram todos diferentes, hoje todos pensam igual e usam suas obras para dar lição de moral e bons costumes para o público.
A qualidade dos espetáculos decaiu vertiginosamente. Antes, podia-se viver exclusivamente no mundo da cultura. Já vi artistas dizerem: “A cultura é a minha religião”. Hoje é um purgatório.
Isso tudo tem contribuído para as pessoas voltarem à Igreja. Não digo que há uma causalidade direta entre uma coisa e outra, mas existe sim uma atmosfera opressiva na sociedade em geral, e esse é um fator que tem levado muita gente a voltar à religião.
Mês passado fui a Brasília e encontrei o deputado @nikolas_dm. Conversamos uma hora e ele só falou de Deus. Sinal dos tempos? No seu gabinete, vi livros de São José Maria Escrivá, fundador da Opus Dei.
No domingo, a Igreja de Nossa Senhora do Brasil tem oito missas, e outras duas ou três durante a semana.
Na igreja, cabem 500 pessoas sentadas e mais tantas em pé.
Se colocarmos uma média de 700 pessoas, dá 5600 pessoas por domingo. O fluxo de gente é tal que está afetando o trânsito na Avenida Brasil.
E é só uma igreja, entre cerca de trezentas paróquias de São Paulo.
O número de católicos não está oficialmente aumentando ainda, mas esse fenômeno de conversões, em massa, suponho que em breve vai se fazer notar — basta ver o desenvolvimento online do mercado católico, que inclui editoras, podcasts, cursos digitais, programas de TV e documentários.
Esse movimento ainda não chegou ao cinema, uma vez que os cineastas estão ocupados enchendo a paciência das pessoas, o que fatalmente levará a mais conversões.
Josias Teófilo é cineasta, escritor e jornalista
@CanaldoNegaoo Parabéns ao pai, meu velho quando eu era criança e tinha curiosidade de aprender construção civil só me falava em casa “muito ajuda quem não atrapalha”, hoje adulto formado e atuante em manutenção industrial, acabo por não interagir com ele em manutenções em casa mesmo q queira.
@majunplugged Essa fantasia utópica feminista precisa cair, “o inferno e sempre o outro”, não estamos falando de moças virgens, quando tiveram envolvimento com algum cara , qual perfil e comportamento ele carregava ? E qual elas tinham com ele ? Ninguém se faz essa pergunta, só patriarcado…
@FIGHTZINCLUB Catolicismo no Brasil tornou-se um fragmento, só deveria ser considerado os que vão a toda missa dominical , que são menos de 15 % , os de “IBGE” que aceitam Lula como uma influência política por conta de anos de doutrinação da teologia da libertação
A parte da China que os progressistas não gostam, mas é justamente o ponto mais forte que incentiva o perfil Brazil em Fúria está do lado de Pequim.
Politicas reprime o feminismo são um sucesso na China, porque só com patriarcado forte e que se tem indústria, comando militar, economia e segurança pública também fortes.
O feminismo é uma agenda imperialista ocidental que deve ser profundamente DESCONSTRUÍDA do vocabulário político social, e talvez pessoas como Susana Botár tenham percebido isto.
Os modelos patriarcais da China, Rússia, Irã estão certos, e modelos progressistas tais como na Suécia e Canadá estão errados.
O feminismo é uma pauta imperialista a favor do grande capital burguês que não tem lealdade a causa nacional.
@Yakkumochin@FIGHTZINCLUB Acertou em um ponto, Deus já sabe de tudo que somos e podemos vir a ser, mais nós não, precisamos de inspiração e auxílio para ir de joio a trigo, São João Evangelista não permaneceria diante da Cruz de Cristo se lá não estivesse com Maria Santíssima,lá Cristo nos deu a filiação