🚨 ATENÇÃO, ESTUDANTES DA PARAÍBA🚨
Chegou a hora de nos mobilizarmos em defesa dos nossos direitos, da educação pública e da democracia!
Nessa QUINTA-FEIRA, 08/10, estaremos nas ruas em um ato em apoio ao Presidente Lula.
A concentração começará às 16h30, no anfiteatro da praça da paz, com oficina de cartazes. Traga sua cartolina, papelão, marcadores e tintas para construirmos juntos as mensagens que queremos passar!
-Às 17h30, sairemos em direção à UFPB.
Este é o momento de ocuparmos as ruas e mostrarmos a força da mobilização estudantil. Vamos juntos defender a educação pública, nossos direitos e a democracia! O convite está aberto a todos os estudantes interessados, mas gostaríamos de reforçar especialmente a importância da participação dos estudantes da rede pública, que serão diretamente afetados pela possível eleição do candidato Flávio Bolsonaro.
Por isso, pedimos que divulguem a mensagem, mobilizem seus colegas e, principalmente, se façam presentes. Precisamos nos unir e ocupar esse espaço. Não podemos esperar para agir depois.
Contamos com vocês! ✊🏽📚 Estamos trabalhando na arte oficial para divulgação, mas pedimos que, desde já, vocês compartilhem a mensagem e espalhem a palavra!
No dia 08, estaremos nas ruas para mostrar que o poder emana do povo e reafirmar que não há transformação social sem educação pública.
Por enquanto, pedimos que sigam e divulguem a página oficial da UFPB COM LULA: https://t.co/y36NTqEpzZ
O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.
quero é que o BAP tome no meio do cu, uma das primeiras atitudes dele foi cortar esportes olímpicos mesmo com dinheiro de Bet torando no clube, mas é uma torcida cheia de acéfalo, que vai comprar isso e justificar quando ele meter ingresso a 200 num campeonato carioca