Um pouco do que é o camarote da Samuca TV e do Central da Toca no Mineirão e a experiência de um membro do canal sorteado para estar por lá em noite de jogo do Cruzeiro.
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caralho mano vai toma no cu
todo post meu é esses bando de desocupado postando foto de alguém e uma foto minha falando que eu dou o rabo ou chupo uma pica
parsa eu to no meu limite .
Eis que eu falo para os jogadores: "o que a gente vai tentar fazer é meio difícil. Se não der certo, esquece. Bora pra outra"
Rafa Silva então joga a camisa e pah! Acertamos na primeira tentativa
Camisa parada no ar! 😳
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📷 @ggaleixo
Eu acho justo quando fazem análise da situação do Cruzeiro com uma visão mais distante, mas isso acaba gerando alguns ruídos que, só quem tava realmente perto e conhecia os bastidores, sabe que não existia outra saída pro Cruzeiro se não o rompimento com a associação.
Não é como se a associação e os conselheiros estivessem num mal momento pós-18. É algo muito maior e que vai de uma longa data. A forma como o conselho do Cruzeiro ficou viciado e dependente de figuras que só usavam do clube pra ganhos pessoas é algo a ser estudado.
E isso vem da década de 90!
Entendo que, lá fora, exista a ideia de que a venda da SAF foi algo feito "às pressas" ou coisa assim. Mas a ruptura era necessária para a continuidade do Cruzeiro. Mesmo que digam que não.
Empresas sérias, ao auditar os balanços, disseram que o Cruzeiro estava insolúvel, era coisa de fechar as portas. Não existia credibilidade no mercado, não existia linha de crédito, era amargar um decadência cada vez maior.
Eu sempre fui um ferrenho defensor de que o que faltava ao Cruzeiro era gente com colhão pra mudar o estatuto, deixar o clube mais democrático, com participação do sócio (do futebol) nas decisões. Mas isso não ia acontecer. O clube já tinha dono antes da SAF e isso quase nunca é levado em conta nessas análises.
Se lá em dez/2021, a venda fosse feita diretamente pro Pedrinho, por exemplo, a chance de existir essa ruptura necessária seria bem menor. Por isso a chegada do Ronaldo, que conhece o futebol brasileiro, foi importante. Duvido que a 777, Textor, ou qualquer outro empresário faria o que foi feito.
Vale ressaltar que quando o Cruzeiro estava perto de perder ativos e patrimônios por conta das execuções, tinha conselheiro preocupado com quadra de peteca e estacionamento pra parar o carro no clube. E esses, infelizmente, representam uma boa parte dos que votam.
O modelo de SAF deu certo no Brasil? Ou no Cruzeiro? Não dá pra saber ainda. É muito novo. Eu prefiro esperar mais alguns anos pra tecer uma opinião crítica. Mas é preciso separar gestão de modelo de negócio. E a tendência era que, da forma como estava, o Cruzeiro jamais teria uma gestão tão necessária como foi a do Ronaldo, dentro do modelo associativo.
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