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“Non se preocupe comigo, mon amie. A sorte sempre está do meu lado.” Piscou para ela, o sorriso gentil ainda nos lábios. “Mas confesso que jamais digo non a um presente, oui? Espero vê-la de novo em breve.”
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Mágica de ilusão sempre a entreteria, apesar de possuir misticismo nas próprias veias. Ela era cuidadosa ao pegar a carta com a ponta dos dedos, analisando a arte na mesma.
“A Imperatriz, huh? Pelo menos, não foi A Torre. Obrigada, Sr. LeBeau. Creio que terei que encontrar
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“Oui, minha carta de escolha. Enchanté, Gaia.” Ao fim do aperto elegante, retirou a esmo uma carta do punho do sobretudo. A passou entre os dedos, os olhos em A Imperatriz antes de oferecê-la. “E parece que marseille tem uma para você. Fique com ela. Bom porte-bonheur. ”
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“A paisagem é de tirar o fôlego, huh? Uma das melhores coisas lá, sem dúvidas.”
O sotaque pesado ainda tinha um tom gentil e suave, o oferecendo a mão para um firme cumprimento.
“Ace. Como Ace of Spades, huh? Pode me chamar de Gaia. Apenas Gaia.”
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(+) “Seja bem-vinda a falsa terra da liberté. Me chamam de Ace, mas o nome é Henri LeBeau. Ao seu dispor. ” Pontuou com um floreio da mão, então a oferecendo em cumprimento.
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“Estive apenas uma vez no sudeste europeu. As vezes ainda sonho com a paisagem.” Meneou a cabeça em concordância, a linha suave entre suas sobrancelhas o único sinal de qualquer suspeita sobre Latvéria. (+)
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“Eu diria básico, em comparação.” Um elogio educado, meneando a cabeça brevemente antes de desviar o olhar. “Do outro lado do oceano. Uma nação criada no frio das Montanhas de Carpátia. Mas estou aqui agora, hm? Isto que importa.”
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“Non posso dizer que são fáceis de esquecer. Como um púrpura très belo, oui?” O sorriso perdeu a ponta afiada da hesitação, se alargando em algo mais genuíno e suave. “Pela forma que diz "aqui". . .De onde a senhorita é? Se me permite perguntar.”
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“Ah. Esqueço desde problema que vocês tem aqui. Perdoe-me.”
A sua atenção voltava aos olhos dele desta vez. Em um misto de solidariedade e conforto, os próprios olhos até então castanhos se tornavam púrpuros.
“Melhor escleras negras do que um olhar banal, não?”
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“Não é pelas minhas intenções, mon amie. Apenas pelo o que sou e o que posso fazer.” Deu de ombros, um meio sorriso nos lábios. “Mas acho que as escleras negras também não ajudam.”
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