A Escola existe para instruir e educar. Só o pode fazer com alguma confiança-base dos envolvidos, alicerçada em conhecimento e valores temperados ao longo de anos, não muito permeáveis a modismos e estados de espírito.
Não blinda, não deixa cair essenciais, não negoceia.
1/2 Duas tretas que peço, pais, avós, tios, evitem aceitar goela abaixo sem 1-2 dias a pensar (é alguém tonhó, ou a vender banha da cobra da forte):
1 - A escola não está a preparar para o futuro.
Amigos, desde as tabuinhas de cera em Ur, nenhum sistema de instrução permitiu
Afinal 3/3
- O mundo agora está a mudar mais depressa.
Pás, (1945-1995) houve pessoas a usar tinteiros e aparos, depois fizeram a informatização integral de sistemas do Estado e privados. Outras (1975-2025), aprenderam a a dactilografar e dar prompts para gerar bons chatbots
"Professora, como é que se diz 'outweigh' em Português?
"Professora, como é que se diz ' assume' cá?
A dqominação cultural é assim, reforçada por pensamentos/enunciações de profs. que já não reproduzem, transmitem ou enunciam padrões de pensamento/expressão locais. Desperdício.
Em vez de 'Met Gala', grafem simplesmente Gala do Met (tropolitan Museum of Art), é menos parolo, menos videirinho, faz mal a ninguém, e assim sucessivamente.
I'm embarrassed that there are teachers who believe in learning styles.
I'm embarrassed that there are schools that display nonsense posters.
I'm embarrassed that there are teacher training providers that still communicate unevidenced and harmful ideas and pedagogies.
But these problems are ours to own. It's our profession. It's our job and our responsibility to challenge. Mocking, pouring scorn, and patting each other on the back because we are enlightened isn't going to help anybody.
We need to write, we need to speak, we need to get out there. It's our profession, it's our responsibility.
@JackEdwardBrow1 @histassoc 2/2 España/Espanha being a unified kingdom from the XVth century onwards? From a portuguese perspective, adressing fragmentation (naming/locating the various kingdoms, counties, califates) to contextualize religious coexistence/conflict throughout VII-XVth centuries in Y7is key
@JackEdwardBrow1 @histassoc 1/2 Thank you for sharing! Can I ask a (portuguese History/KS3 teacher's) doubt/question? Isn't 'Muslim Spain' a potentially more problematic expression in english, in this learning stage? A more confusing term, as 'Spain' signifies 'España/Espanha', (not Hispania)
Cognitive karaoke: the superficial performance of understanding enabled by technology, where students appear fluent or competent by repeating AI-generated answers without actually engaging in the thinking required to produce them.
E depois escolhem o totem armilar? O símbolo manuelino das viagens dos portugueses pelo mundo? Da circulação/contacto com outros povos e lugares? Lá longe, onde dependiam não só da força, mas também da hospitalidade alheia?
Onde eram
...estrangeiros?
Custa a crer que os senhores detidos por criarem uma agremiação armada (para salvar à força não sei quê/não sei quem) tenham optado pelo acrónimo MAL. Fónix, como é que ninguém reparou, numa reunião inicial? Tudo ao telemóvel? O que é que diziam aos recrutas? 'Junta-te ao MAL?!'
2/2 É um filme para quem gosta de rock e representação, sem grandes filtros ou convenções. Apanhado a mais de uma dúzia de anos de distância, Nighy e (sobretudo) Seymour Hoffman ganham aos nossos distrácteis olhos em elegância, alegria, amor ao ofício, enfim - humanidade.
1/2 Digamos que, em termos de balanço, 2009 não foi o ano mais fixe ou fácil que vivi, ainda que tenha sido o ano em que mais aprendi sobre mim e sobre os outros. Não admira que tenha passado ao lado deste filme do Richard Curtis:
https://t.co/8zSxdUCgtn
Continuando na senda de desaprovações de Ano Novo (de tipo jarreta): esta tendência para decorar os interiores das casas com cores tutti-frutti e velharias recuperadas, terá fim?
Das coisas que + me apoquentam, em memória dessa série de antanho: miúdos e miúdas inteligentes (alguns até humanamente), pensando, falando, sentindo no anglopatuá du jour, sem alcance de que a língua condiciona as ideias, os gestos. E nós, adultos de referência, sem mão nisto.
Gosto muito (como os mais, e tal) do Stanley Tucci e da sua mais que tudo a cozinharem todos contentes, mas era uma galheta bem dada por desperdiçar os talos dos grelos daquela maneira, chiça. Fazia-se uma sopa com aquilo. #insta_crítica