Questionar o ensino de cultura afro nas escolas é puro suco de racismo.
Ninguém diz que o ensino de reforma luterana é aula de religião né?
Hora de separar o joio do trigo
ESTAMOS HÁ 177 DIAS SEM NENHUMA EXPLICAÇÃO DO CHORUME SÓSTENES CAVALCANTE, QUANTO À ORIGEM DOS 470 MIL REAIS ENCONTRADOS PELA POLÍCIA FEDERAL NO SEU APARTAMENTO.
Mais uma vez, os dados mostram a realidade do cuidado com o meio ambiente no Brasil.
As informações divulgadas pelo DETER, sistema do Inpe que monitora o desmatamento em tempo real, registraram uma queda de 61,4% nos alertas de desmatamento na Amazônia em maio de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se da maior queda percentual já registrada para o mês de maio desde o início da série histórica do DETER, em 2016. No acumulado de agosto de 2025 a maio de 2026, a redução foi de 37,5%. No Cerrado, a queda foi de 12,2% em maio e de 8,2% no acumulado do período.
Esses resultados são fruto de escolhas políticas. Da retomada da governança ambiental, do fortalecimento da fiscalização, do monitoramento por satélite e da atuação integrada de órgãos como Ibama, ICMBio e Inpe. Não são números produzidos por narrativas, mas dados técnicos, públicos e auditáveis.
O governo Trump chegou a utilizar o desmatamento na Amazônia como uma das justificativas para defender medidas tarifárias contra o Brasil. Mas, ao contrário do que foi alegado, o governo do presidente Lula (@LulaOficial) tem implementado políticas públicas consistentes para combater o desmatamento e cumprir o compromisso de zerá-lo até 2030.
Proteger nossas florestas é uma questão de soberania nacional, de responsabilidade com as futuras gerações e de respeito aos povos que fazem da floresta o seu território de vida.
Com Lula, o Brasil está no caminho certo.
Fonte: DETER/Inpe e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
POLICIAIS ARMADOS EM EMEI É UM ABSURDO INACEITÁVEL!
Vieram a público as imagens revoltantes das câmeras corporais de policiais militares invadindo a EMEI Antônio Bento para coagir e intimidar a equipe pedagógica.
O motivo desse completo absurdo? Crianças de 4 anos fizeram desenhos de orixás após a leitura de um livro que faz parte do acervo oficial da rede municipal. É um desvio de função revoltante, que levou o pânico para dentro de um espaço que deveria ser de afeto, segurança e aprendizado.
Quero deixar toda a minha solidariedade e aplaudir a postura gigante da diretora, que não se deixou intimidar pelas armas e defendeu com firmeza a Lei Federal 10.639/03. Ensinar a história e a cultura afro-brasileira é obrigação legal e o caminho fundamental para combater o racismo estrutural.
O preconceito e a intolerância religiosa não vão silenciar os nossos educadores! Assista ao vídeo, comente em apoio à comunidade escolar e compartilhe para que esse absurdo não passe batido!
ESTAMOS HÁ 176 DIAS SEM NENHUMA EXPLICAÇÃO DO ESCR0QU3 SÓSTENES CAVALCANTE, QUANTO À ORIGEM DOS 470 MIL REAIS ENCONTRADOS PELA POLÍCIA FEDERAL NO SEU GUARDA-ROUPAS.
ESTAMOS HÁ 175 DIAS SEM NENHUMA EXPLICAÇÃO DO REPUGNANTE SÓSTENES CAVALCANTE, QUANTO À ORIGEM DOS 470 MIL REAIS ENCONTRADOS PELA POLÍCIA FEDERAL NO SEU APARTAMENTO.
ELES ZOMBAM DA NOSSA CARA ENQUANTO APROVEITAM A VIDA.
Explorados, sucateados, mal pagos, esgotados, seguimos pagando as regalias dessa classe política hipócrita.
CHEGA! 30/06 VAMOS PARAR ESSE PAÍS!
Pressione seu sindicato!
Pressione seu influencer!
Pressione seu parlamentar!
É um escárnio. Um tapa na cara! Uma surra de deixar bicho no povo brasileiro. Em meio as denúncias diárias do seu envolvimento no maior escândalo financeiro deste país , o senador Ciro Nogueira , relaxa em Ibiza, tomando seu banho de mar e drinques decorados com sombrinhas .
Estava refletindo sobre por que uma parcela tão grande da sociedade odeia o presidente Lula e por que existe uma demonização tão profunda do PT. E essa questão passa, necessariamente, pela memória.
A nossa geração sabe como era o Brasil antes de Lula. A gente sabe o que significava ser pobre num país em que quase nenhuma porta se abria. Também viveu a transformação: o acesso à universidade, ao emprego, ao crédito, à casa própria, ao carro, às viagens e a uma vida com um pouco mais de dignidade e perspectiva.
Muita gente que ascendeu naquele período hoje se considera classe média e rejeita justamente o projeto político que ajudou a criar as condições para essa ascensão. Parece contraditório, mas também é resultado de anos de apagamento da memória e de demonização da esquerda.
Para uma grande parcela da juventude, essa comparação é ainda mais difícil. Os jovens de hoje não conheceram o Brasil anterior a Lula e eram crianças quando muitas dessas conquistas aconteceram. O que eles conheceram de forma mais direta foi o país depois do golpe de 2016, da destruição de direitos trabalhistas, da precarização do trabalho e dos anos Bolsonaro.
É uma geração que trabalha muito, recebe pouco e não consegue enxergar o futuro. Não basta ter um emprego que pague apenas a comida e as contas do mês. As pessoas precisam de um trabalho que permita estudar, ter uma casa, viajar, construir uma família, fazer planos e saber que um dia poderão se aposentar.
Essa perspectiva foi arrancada de muita gente. E nem sempre os jovens conseguem identificar quem construiu direitos e quem trabalhou para destruí-los.
O primeiro governo Lula também começou em um país marcado pela pobreza, pela desigualdade e pela falta de oportunidades. Foi necessário reconstruir, tirar milhões de pessoas da miséria e criar as bases para que os resultados aparecessem com mais força nos anos seguintes.
É algo parecido com o que acontece agora. Lula recebeu novamente um país devastado e já conseguiu recolocar o Brasil no caminho da reconstrução. Mas reconstruir leva tempo. Por isso, a continuidade de um projeto popular é tão importante.
E não se trata apenas de uma eleição ou de um segundo mandato. Um país não pode viver eternamente preso ao ciclo de construção e destruição: a esquerda constrói políticas públicas, amplia direitos e cria oportunidades; depois, a direita chega e desmonta tudo novamente.
Precisamos de um projeto de país que atravesse governos e gerações. Um projeto que coloque o povo no centro, proteja direitos e devolva aos jovens a possibilidade de sonhar com o futuro.
Talvez essa seja uma das nossas principais tarefas como militantes, petistas e pessoas de esquerda: conversar, explicar e recuperar a memória. Mostrar que a realidade pode, sim, mudar, porque ela já mudou antes.
O Brasil precisa continuar avançando. E, para isso, precisa impedir que tudo o que está sendo reconstruído seja novamente destruído.